30/12/25
Pandora, Mary Jane e Nikita
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Essas
lindonas são a Pandora, de 14 anos, a Mary Jane, de 3, e a Nikita, de 8. A sua
família me pediu ajuda porque a Pandora e a Nikita passaram a brigar com
frequência, chegando ao ponto de machucar uma à outra, e até à sua família na
hora de separá-las.
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Os
principais gatilhos destas brigas eram a passagem de uma delas muito perto da
outra, em espaços mais estreitos da casa, como corredores e passagem de portas;
a chegada das suas donas e o hábito da Pandora controlar os brinquedos. Com o
trabalho de socialização que fiz com elas, orientando sua família como agir e
usando os comandos básicos de obediência as brigas cessaram em pouco tempo.
|
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| A
Nikita tem medo de sons altos, como fogos e trovões, mas sua família está
fazendo o trabalho de dessensibilização com ela. |
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Todas as meninas latem quando chegam visitas, porém a
Mary Jane é a que late mais. Como ela e a Nikita, além disso, são inseguras com
visitas, reforcei o comando “Fica” com elas para que as deixem circular e
entrar para a casa com mais tranquilidade, além de ensinar a família a fazer
associações positivas com elas, para que possam perder esta insegurança. |
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| A
Mary Jane puxava muito no passeio e era ansiosa para interagir com outros cães,
já a Nikita era insegura com eles. |
Zara
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| Essa
bonequinha é a Zara, uma Cocker, que comecei a adestrar aos 3 meses. |
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A sua família queria fazer a sua educação básica. Um
dos aspectos que eram mais urgentes para ela era ensiná-la a urinar e a evacuar
no tapete higiênico, o que ela aprendeu muito rápido. |
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Como
seria de se esperar, a Zara, com toda a energia de um filhote, ainda mais de um
Cocker, muito ativo, brincava muito de morder a todos, especialmente o filho da
sua dona pois, involuntariamente, ele a premiava com atenção quando ela o
mordia.
Ela também mordia alguns móveis. |
 |
| Para
ajudar a controlar essa energia, para não criar estes probleminhas, além de
estimulá-la a brincar com seus brinquedos, também ensinei a ela comandos
básicos de obediência. |
 |
| Também,
como é importante para a educação de filhotes, fizemos aulas de passeio, para
que ela não puxasse, nem travasse, durante eles, e de socialização. |
 |
| Como
eu não sou de ferro e a Zara é um amorzinho, também tínhamos nossos momentos de
ternura e de paparicá-la. 😊 |
31/10/25
Willy
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| O
fofíssimo aqui é o Willy, de 1 ano, que foi adotado pela sua família quando ele
tinha 9 meses. |
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| O
Willy chegou na família com alguns traumas, que começaram a criar alguns
problemas para ela. Ele é muito inseguro com visitas, late muito para elas, às
vezes ameaça mordê-las e chegou a ameaçar duas parentes que a visitaram e
passou a mordiscar a avó da sua dona, uma senhora muito idosa, algumas vezes quando
ela se movia perto dele. |
 |
| Ele
também precisava aprender a urinar no tapete higiênico; as fezes ele acertava
na maioria das vezes e só precisava melhorar os acertos. |
 |
O Willy latia com frequência para o corredor quando passavam
vizinhos e orientei suas donas a como lidar com isso. Como muitas vezes tentava escapar quando a porta
era aberta, treinamos o comando “Fica” diante dela, o que também foi importante
para ajudar as visitas a conseguir entrar no apartamento, já que às vezes ele
ameaçava mordê-las, como citei na segunda foto. |
 |
| O
Willy também puxava muito no passeio, querendo ir para vários lados, e era ansioso
para interagir com cães pequenos e demonstrava medo de alguns maiores que ele;
por isso também trabalhamos a sua socialização. |
Rocky.
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| O
bonitão aqui é o Rocky, de 11 meses. |
 |
| A primeira
razão pela qual a sua dona me chamou foi para ajuda-la a colocar a roupa
cirúrgica nele, quando ela trocava o curativo da sua castração, porque ele
ficava criando dificuldades e tentando mordê-la. |
 |
Sua
dona também pediu ajuda para aprender a lidar com toda a sua energia, natural
de um filhote, e também com a sua ansiedade e melhorar a sua obediência.
Ela também queria ensinar o Rocky a fazer as necessidades com mais frequência
em casa, não só na rua, e no lugar certo. |
 |
| O
Rocky puxava muito no passeio e para interagir com outros cães, o que criava
uma dificuldade grande para sua dona, com o agravante de ela ser idosa e estar
mais sujeita e tropeçar e cair nestes momentos. |
 |
A
sua dona também queria que ele só subisse na cama quando ela chamava; além
disso também a orientei sobre como agir para que ele ficasse bem na sua
ausência e não desenvolvesse Ansiedade de Separação.
Em uma das aulas, aproveitando que ela reclamou que o Rocky não a deixava
varrer ou passar um pano na casa, passei este treinamento para ela, onde eu o
distraía com um brinquedo enquanto varria, até chegar ao ponto em ele venha a
se ocupar só com ele e ignorar a vassoura. |
30/09/25
Peter
 |
Acontece que o Peter ficava muito angustiado quando a bebê
chorava. Ele ficava inseguro e tão agitado que pulava no berço e no carrinho
dela a ponto de quase cair dentro deles, com o risco de machucá-la. Para a
felicidade dos donos e minha ele começou a ficar mais controlado a partir da
primeira aula e, quando cheguei para a quarta, seus donos me avisaram que ele
já estava ficando totalmente tranquilo quando ela chorava e, no máximo ia
cheirá-la, mas sem apresentar aqueles comportamentos. |
 |
Acontece que o Peter ficava muito angustiado quando a bebê
chorava. Ele ficava inseguro e tão agitado que pulava no berço e no carrinho
dela a ponto de quase cair dentro deles, com o risco de machucá-la. Para a
felicidade dos donos e minha ele começou a ficar mais controlado a partir da
primeira aula e, quando cheguei para a quarta, seus donos me avisaram que ele
já estava ficando totalmente tranquilo quando ela chorava e, no máximo ia
cheirá-la, mas sem apresentar aqueles comportamentos. |
 |
| Antes
de eu voltar para a quinta aula seus donos me enviaram esta foto, mostrando que
o Peter já estava tão bem habituado com sua bebê que eles podiam até deixa-lo
dormir junto com ela. |
 |
| Paralelamente
às orientações e treinos que passei para seus donos sobre a relação do Peter
com a bebê, também trabalhamos outros problemas de comportamento. Um deles é
que ele é muito desconfiado com visitas e fica ansioso com a expectativa da
chegada de alguém desde que tocam o interfone, latindo e pulando nos seus donos
a ponto de arranhá-los. |
 |
| Ele
é muito colado com seu dono e, quando ele está trabalhando, algumas vezes chega
a atrapalhá-lo pedindo atenção. Antes da chegada da bebê ele já demonstrava
sofrer de Ansiedade de Separação. |
 |
| O
Peter puxa no passeio, demonstrando sua ansiedade para sair já no momento de
colocar a coleira, criando dificuldades para seus donos. Ele fica tenso com a
aproximação de outros cães e, com seus donos, já chegou a tentar atacar alguns.
Esses aspectos estão sendo trabalhados, também, durante as aulas. |
Thor, Eddie e Tábata
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| Essas
três fofuras são o Thor, de 2 anos, seu filho Eddie, de 1, com a Tábata, de 5.
A sua família estava precisando resolver alguns problemas de comportamento
comuns aos três e alguns específicos de cada um deles. |
 |
| Os
três latem para qualquer pessoa e cães que passem em frente ao portão da sua
casa, mesmo quando estão dentro dela, e a Tábata pulava nele com frequência;
eles também latiam muito quando tocavam a campainha. |
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| A
Tábata é muito insegura com visitas (eu levei três aulas para conquistar a
confiança dela) e latia muito para elas, o que estimulava o Thor e o Eddie a
latir também, formando um coro. A Tábata não deixava prestadores de serviço
entrar em casa e chegou a morder sua dona e a mãe dela quando tentaram
controla-la em alguns destes momentos. |
 |
| A
Tábata às vezes urinava em lugares errados para chamar a atenção e o Thor e o
Eddie, até então, não tinham aprendido a fazer no lugar certo. O Eddie mordia
alguns móveis e objetos da casa e a Tábata, comia algumas plantas. |
 |
| A
Tábata tem muito medo de carros mais barulhentos e veículos grandes, como
ônibus e caminhões, o que dificultava sua família se aproximar de uma rua mais
movimentada, mas, mesmo na sua, travava muitas vezes; já o Thor e o Eddie
puxavam muitos nos passeios em qualquer trecho do caminho que sua família
fazia. |
31/08/25
 |
Esta boneca é a Ayka, uma Border Collie de cinco anos.
O seu dono já havia feito um adestramento com
ela, porém sua esposa e ele resolveram me chamar para ajudá-los a prepará-la
para a chegada do seu bebê, daqui a poucas semanas, e também para ajudá-los a
melhorar alguns aspectos do seu comportamento. |
 |
Além da perda natural de atenção que o cão tem
quando chega um bebê na família, mais um motivo para fazer esta preparação para
a chegada do bebê deles, é que ela é muito grudada com o seu dono e chega a ter
ciúmes da sua esposa com ele, algumas vezes até rosnando para ela quando ela o
abraça. A Ayka também reclama quando a sua dona a
acaricia por um pouco mais que alguns segundos.
Apesar disto ela é uma cadelinha carinhosa, faz
muita festa para as visitas com quem ela tem intimidade, inclusive com os pais
de seus donos e pula neles; porém isto chega a ser um problema porque eles são
idosos e pode machucá-los. |
 |
| Um
outro problema de comportamento dela é que ela late para o movimento no
corredor, principalmente quando as pessoas estão se dirigindo para apartamento,
e também late muito quando toca o interfone. |
 |
Nos passeios às vezes ela puxa, principalmente
quando está se aproximando dos lugares favoritos dela, e também late para cães
que a encaram ou latem para ela. Todos esses problemas foram sendo sanados ao
longo das aulas e a continuidade do treinamento com os seus donos, inclusive
com meu suporte à distância, ou presencialmente, se precisarem, vai leva-la a
melhorar cada vez mais.
|
 |
Esta bonequinha é a Mela, aqui com cinco
meses. A sua família me chamou para ajudá-la a
corrigir alguns problemas de comportamento, em parte fruto da sua ansiedade. |
 |
| A
Mela é uma cadelinha muito dócil, porém fica muito agitada na chegada das
visitas e pula nelas, assim como nas suas donas; como uma delas, que é uma
senhora bem idosa, e às vezes chega a machucá-las. |
 |
Outro aspecto da ansiedade da Mela é que ela morde e até destrói
alguns objetos da casa, principalmente na ausência da sua família, já que ela
também sofre de Ansiedade de Separação. Em consequência disso ela também às vezes come
suas fezes, mexe nas plantas e até chegar a comer terra. |
 |
Outra coisa que foi necessário melhorar no
comportamento da Mela foi estimulá-la urinar e evacuar mais vezes no lugar
certo. Algumas vezes ela também chegava a morder o
tapete higiênico para brincar. |
 |
| Também
precisamos fazer o treino de passeio com a Mela porque ela puxava muito durante
ele e também porque é muito insegura com todo o movimento da rua, como cães,
aglomerados de pessoas, trânsito, tudo isso devido a sua insegurança,
provavelmente fruto do local onde ela foi resgatada. |
31/07/25
Nico e René
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| O
fofíssimo aqui é o Nico, nesta foto com 3 meses, e o lindão, o René, com 11. Os
seus donos me chamaram para fazer a sua educação básica, mas um aspecto
importante foi ajuda-los com a socialização deles e ensinar o René a brincar
com o Nico sem correr o risco de machucá-lo, dada a diferença de tamanho entre
eles. |
 |
| Inclusive, outro aspecto que tivemos que trabalhar com o René, foi o hábito dele pular nas visitas e mordiscá-las, por excitação na sua chegada e para conseguir atenção, assim como faz com seus donos, o que às vezes incomodava e machucava alguém, apesar de ele ser muito dócil, por não ter noção do seu tamanho e sua força. |
.
 |
| O René é muito ansioso e carente, o que causava alguns problemas, porque ele dava vazão à sua ansiedade roendo as paredes e mordendo os móveis, principalmente quando seu dono estava trabalhando em casa e não podia lhe dar atenção. Ele também sofria de Ansiedade de Separação e um sinal bem claro disso é que ele ficava apático na ausência dos seus donos.
Para ajudar a controlar sua ansiedade e melhorar sua obediência ensinei comandos básicos de obediência.
Outro hábito desagradável do René era pular na mesa quando seus donos estavam fazendo uma refeição e chegava a roubar comida. |
 |
Assim como em qualquer família que tem mais de um cão,
tudo o que é ensinado para um, tem que ser ensinado para todos. O Nico não
apresentava nenhum dos problemas de comportamento do René, mas seus donos
estavam com mais dificuldade de ensiná-lo a fazer as necessidades, xixi e coco,
no lugar certo.
Ao René eles já tinham conseguido ensinar bem e ele fazia a maioria das vezes,
mas começou a marcar território, fazendo nos mesmos lugares do Nico. |
 |
| Também precisamos trabalhar
com o René no passeio porque ele puxava muito nas caminhadas e também para
interagir com os outros cachorros para brincar, o que causava algumas
dificuldades para os seus donos, e poderia assustar os outros cães e seus
donos. |
Max
 |
Este lindão é o Max, que eu comecei a
adestrar quando ele tinha 5 meses. |
 |
Como
todo filhote, ele tem muita energia, ainda mais sendo um Beagle, que é uma raça
muito ativa. Lidar com toda esta energia foi uma das dificuldades que seus
donos estavam enfrentando e os levou a me chamar.
Duas das consequências dela era ele morder o sofá, vários objetos da casa e
qualquer coisa que estivesse ao seu alcance; outra era pedir atenção por muito
tempo direto, desde que acordava, chegando a dificultar a rotina dos seus
donos. |
 |
| Outro
problema de comportamento dele, que é bem comum, era brincar muito mordendo,
principalmente, sua dona e seu filhinho. Ensinar comandos de obediência, como
ele está praticando aqui com o Max, é um dos recursos que ajudam a lidar com as
mordidas. |
 |
O Max também é muito dependente dos seus
donos, que chegaram a criar o hábito do seu dono dormir junto com ele, para que
ele não chorasse durante a noite, nem os acordasse muito cedo. Isso também foi
trabalhado e os orientei como agir para que o Max se tornasse um cãozinho mais
independente. |
 |
Os seus donos já tinham começado a
ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar, mas precisaram de orientações para
que ele não errasse algumas vezes, principalmente em algumas situações.
Durante os passeios o Max se mostra muito
sociável com outros cães e pessoas, porém puxa muito e tem medo de alguns
ruídos. |
 |
O
Max é muito carinhoso e sempre me recebeu com muita festa e beijos.
|
30/06/25
Milka e Vinci
 |
| Esse
casal maravilhoso é a Milka, de 3 anos, e o Vinci, de 11. |
 |
| Os
seus donos têm um bebê, que acabou de completar um ano. Uma das razões para
eles terem me chamado foi melhorar a relação da Milka e do Vinci com ele, pois
em alguns momentos eles demonstram irritação com ele e ciúmes. Além disso, algumas
vezes, pegam brinquedos dele, provavelmente quando querem atenção. |
 |
| O
Vinci, que já tinha sido adestrado quando era filhote, também apresenta ciúmes
da Milka com a sua dona, assim como de visitas e amigos dela, quando se
aproximam muito dela, a tocam e a abraçam. |
 |
| Os
donos da Milka e do Vinci também têm um casal de gatos, com os quais eles se
dão bem, mas, às vezes, seu excesso de energia nas brincadeiras os incomoda e,
por isso, os orientei sobre como lidar com a situação, para evitar estes
momentos e melhorar ainda mais a sua convivência. |
 |
O
Vinci e a Milka também ficam ansiosos quando seus donos ficam fechados no
quarto com seu bebê, ao ponto de arranhar a porta para entrar, e também ficam
ansiosos quando eles chegam da rua e os seguem pelo apartamento. Outro problema
que precisava ser corrigido é que, algumas vezes, eles latem demais para
cachorros do condomínio, que eles escutam da varanda do apartamento, e para
alguns movimentos no corredor. Além disso precisam melhorar um pouco mais os
acertos das necessidades no lugar certo. |
 |
| Um
problema que a Milka e o Vinci apresentam durante os passeios é que, em
momentos em que eles estão mais ansiosos, principalmente para chegar no lugar
favorito deles, puxam demais. Outro é que eles ficam tensos quando cães de
porte médio ou grande se aproximam com uma postura imponente, que eles encaram
como de dominância, e aí tentam avançar neles. Tudo isso foi trabalhado ao
longo das aulas. |
Floquinho e Pantera
 |
| Os
dois bonitões aqui são o Floquinho, de dois anos, e o Pantera, de quatro anos e
meio. |
 |
O Floquinho é muito inseguro com visitas, late muito quando elas
chegam e leva-se algum tempo para que ele se acostume e possamos conquistá-lo,
como aconteceu comigo.
Ele também late para algumas pessoas no elevador
e tenta avançar em algumas, assim como na rua. |
 |
Essa insegurança acontece também com cães de porte médio e grande,
principalmente quando se aproximam da sua família, levando-o a latir para eles
e tentar avançar em alguns.
Outro problema nos passeios é que ele e o Pantera puxavam muito.
Todos esses problemas melhorando ao longo das
aulas. Porém ele ainda precisa se acostumar mais com alguns sons fortes que o
assustam, como o de motos sendo ligadas. |
 |
Um problema que levou os donos do Pantera a me chamar foi que ele,
que já havia se acostumado a fazer as necessidades no apartamento, no tapete
higiênico, parou de fazer e a só fazer na rua, o que cria algumas dificuldades
para eles, por depender de ser levado por eles e pelo seu passeador nos
passeios.
Assim, ensinei várias rotinas e procedimentos a
seus donos para tentar voltar a estimulá-lo a fazer as necessidades também em
casa. |
 |
O
Pantera latia para o interfone e quando batiam na porta, sobre o que ensinei
seus donos a resolver.
Como costumo fazer, como parte do trabalho para prevenir ou tratar a Ansiedade
de Separação e para que os cães não saiam de casa sem autorização dos donos,
mais um motivo para fazer este treino na porta foi que, às vezes, o Floquinho e
o Pantera escapam, já tendo chegado a entrar no apartamento da vizinha, na
extremidade oposta do corredor, que tem uma cadelinha. |
30/04/25
Soluço e Jacó
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Esses dois bonitões são o Soluço, de 7 anos, e o
Jacó, de aproximadamente um ano e meio.
|
 |
Apesar de se dar muito bem, brincarem juntos e compartilhar os brinquedos,
às vezes o Jacó toma os brinquedos do Soluço e, apesar de ser paraplégico (ele
foi resgatado após ter sido atropelado), corre demais atrás dele, em alguns
momentos incomodando-o, a ponto de o Soluço chegar a subir nos móveis para
livrar dele.
O Jacó também late muito quando quer atenção do Soluço, da sua
família e das visitas. |
 |
| O Jacó demonstra ser muito carente e, além
desses comportamentos, ele apresenta outros para conseguir atenção da sua
família, que incomodam um pouco, como puxar a manta do sofá, assim como o
lençol da cama e travesseiros quando a família está usando, e mexe nas pedras
das plantas. |
 |
O Soluço também é um cãozinho carente e pulava tanto na família
quando ela chegava em casa que, às vezes, machucava suas donas. O Soluço também é inseguro, principalmente com homens, e tem medo
de alguns barulhos, como os provocados por ventania. Um outro aspecto desagradável é que ele também, às vezes, morde as
plantas e as pedrinhas colocadas nelas. |
Branca
 |
| Essa bonequinha é a Branca, de aproximadamente
dois anos e meio. Ela foi adotada pela sua família alguns meses após ter sido
resgatada. |
 |
Uma consequência do que a Branca passou nas ruas até ser resgatada
é que ela é uma cadelinha muito insegura ela tem medo de visitas late muito
para elas e não busca interagir com elas ela também é muito insegura na rua ela
custa a sair do prédio e durante passeios fica sempre buscando a proteção da
sua dona.
Ao longo das aulas a Branca deixou de oferecer resistência para
sair do prédio e até demonstra gostar de passear, mas o trabalho com a
insegurança dela na rua vai ter que continuar com a sua dona, a quem
continuarei dando todo o suporte que precisar. |
 |
Outro comportamento desagradável que a Branca apresentava era
latir muito para o movimento no corredor do prédio por ficar muito alerta, o
que foi resolvido durante as aulas. Durante
as aulas apesar da insegurança da Branca, eu consegui começar a interagir com ela
e aproveitei para ensinar comandos de obediência, como a sua dona me pediu. |
 |
| Também orientei a sua dona sobre como estimular
a Branca a brincar com os brinquedos, hábito que ela não tinha, para poder se
ocupar na sua ausência, além de ter lhe dado outras orientações e feito um
treino com a Branca para evitar que ela desenvolvesse Ansiedade de Separação,
para o que o comando “Fica” na porta ajuda. |
Vitória |
A fofura aqui é a Vitória, de um ano e dois meses. Ela
apresentava insegurança com as visitas, latindo muito para elas, o que foi uma
das razões pelas quais os seus donos me pediram ajuda. |
 |
Mas, já na segunda aula, ela conseguiu se tornar minha amiga e me
recebia com festa e, ao longo do treinamento foi adquirindo tranquilidade com
as visitas. Antes,
com as pessoas com quem ela se sentia à vontade, brincava de morder; outro
problema que foi solucionado. |
 |
A Vitória também sofre de Ansiedade de Separação e tivemos que
trabalhar para que ela aprendesse a ficar melhor sozinha. Outro problema que ela apresentava era latir demais quando ouvia
barulhos na rua e no corredor do seu prédio, mas também quando tocavam o
interfone ou a campainha do apartamento. |
 |
| A Vitória tem muitos ciúmes do seu dono e, na
rua, costumava avançar em pessoas que se aproximavam dele. Ela também avançava
em alguns cachorros por insegurança e, além disso, também puxava no passeio. |
Zion
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| O bonitão aqui é o Zion, um Pastor Alemão, nesta foto com 4 meses. |
 |
| A sua família me chamou para começar a sua educação quando ele tinha dois meses, quando dei duas aulas, mas ela precisou fazer uma interrupção e, só então, retornei. |
 |
Depois de algumas aulas a sua família precisou fazer uma nova interrupção no treinamento é só recentemente eu consegui concluí-lo. Ao longo dessas aulas eles pediram para ajudá-los na sua educação básica como, por exemplo, fazer as necessidades apenas em pontos do quintal que fossem melhores para eles; para ele aprender a brincar sem mordê-los, nem objetos da casa, nem destruir suas plantas. Também me pediram para ensiná-lo a não entrar na piscina, a não ser se fosse chamado, para não correr o risco de ele sofrer algum acidente, e também para não beber água dela. |
 |
| Ao longo do treinamento também ensinei comandos de obediência, que são importante, não só para o cachorro ficar mais obediente, mas como controlar melhor a sua ansiedade, o que é ainda mais importante para um cão grande, como ele, que, acidentalmente, pode machucar alguém brincando. |
 |
| A sua família também pediu para fazer a socialização do Zion com a sua cadelinha idosa e com seu casal de gatos, para que eles pudessem conviver bem e interagir bem com eles, sem correr o risco de machucá-los, por conta do seu tamanho e energia e, da mesma forma, que a sua cadelinha seus gatos aprendessem a aceitá-lo. |
 |
Como parte natural do treinamento do filhote, fiz com seus donos e ele aulas de passeio e socialização com o ambiente externo, as pessoas da vizinhança e outros animais. Antes disso, porém, também foi necessário ensiná-lo a aceitar a coleira, pois a sua família tinha dificuldade em colocar nele e fazer com que ele a aceitasse. Nestas fotos, depois de um passeio, ele relaxou comigo, afinal cachorro feliz é cachorro cansado e ele gosta muito do Tio Reginaldo. :) |
 |
| Ao longo das aulas ele foi aprendendo a se comportar melhor dentro de casa, a não mexer, nem morder móveis e objetos, ficando mais tranquilo, podendo passar mais tempo dentro dela quando sua família está presente. |
Dora
 |
Esta fofura é a Dora, uma vira-latinha, nesta
foto com 3 meses.
A sua dona me pediu ajuda para fazer a sua educação básica.
O Adestramento de filhotes de cães pode começar a partir dos
50 dias, que é quando eles completam a formação do seu cérebro.
Quanto mais cedo a família começar a adestrar seu cãozinho, mais rapidamente
ele vai aprender o que pode e o que não deve fazer, o que a família gostaria de
lhe ensinar e diminui a chance de ele desenvolver maus hábitos e problemas de
comportamento. |
 |
Uma das principais coisas que ela queria
ensiná-la era a fazer as necessidades no tapete higiênico.
Também para que ela aprendesse a brincar com ela sem mordê-la, porque ela,
acidentalmente, a machucava muito durante as brincadeiras; estimulá-la a
brincar mais com os brinquedos foi muito importante para isso. |
 |
| Eu também ensinei a sua dona a ensinar à Dora a
se tornar mais independente, porque ela a seguia muito pelo apartamento e
sofria na sua ausência, latindo, o que lhe era relatado por vizinhos, o que demonstrava
que ela sofria na sua ausência. |
 |
| Também ensinamos comandos de obediência, para
que ela aprendesse também a esperar para conseguir o que quer, o que também é
importante para ansiedade de separação. |
 |
Além disso orientei a sua dona a como socializar
a Dora com a cadelinha da sua irmã, que a visitava com frequência, e que,
apesar de ser uma cadelinha já idosa, é muito forte, e a sua dona temia que a
cadelinha da sua irmã a machucar.
Além disso, também fizemos aulas de passeio e socialização com a Dora que,
apesar de puxar um pouco durante as caminhadas, interage muito bem com os
cachorros. |
Lua
 |
Essa
fofura é a Lua, uma Shih-Tzu de dois meses.
A sua dona me pediu ajuda para sua educação, para tratar principalmente alguns
pontos.
|
 |
A Lua brinca muito de morder a ela, mas sua principal preocupação
é com a sua filhinha pequena, para que a Lua não a machuque. Ela também
precisava ensiná-la a fazer as necessidades no lugar. |
 |
| A Lua também precisava começar a aprender a não
morder os móveis. Por isso, assim como com a Dora, ensinei sua dona a
estimulá-la a brincar mais com os brinquedos. A Lua também apresenta um
problema, que é que é muito comum para algumas raças, como Shih Tzu, que é
comer as fezes e orientei sua dona sobre como lidar com isso. |
 |
Dentre os comandos de obediência, que podem ajudar, inclusive, com
relação à Coprofagia, já que, além da predisposição da raça para ela, outra
razão para este comportamento pode ser a Ansiedade, ensinamos o comando “Fica”.
Um motivo a mais para treiná-lo na porta do apartamento foi para não correr o
risco de elas escapar para as escadas, bem ao lado da sua porta. |
 |
| Naturalmente, durante as aulas, eu e a Lua
também tínhamos tempo para brincar e para momentos de carinho, afinal ela é um
amor de doguinha! |
Mel
 |
Essa mocinha é a Mel, uma Yorkshire de dois anos.
A sua dona é uma senhora muito idosa, com algumas limitações não só devido à
idade, como a alguns problemas de saúde.
Ela está enfrentando alguns problemas de comportamento da Mel devido ao seu
perfil dominante, controlador, apesar de ser uma cadelinha fofa, e por não ter
sabido lidar com eles até então. |
 |
A Mel não gosta de ser contrariada, e
quando sua dona a repreende, ela a
enfrenta, rosna e ameaça morder.
Ela também pede a comida da sua dona insistentemente, e também a sua ração
várias vezes por dia, e não desiste até que ela a atenda. |
 |
A Mel é insegura com visitas, late muito quando
chegam e só vai ser acalmar depois de algum tempo. Ela também tenta controlar
as visitas na hora da sua saída, latindo e também tenta morder seus tornozelos;
treinar o comando “Fica” foi uma das ferramentas que ensinei à sua dona a usar
para controlar a Mel nestes momentos.
Outro problema com as visitas é que ela não gosta que elas abracem a sua dona e
ameaça mordê-las. |
 |
| A sua dona, devido a seus problemas de saúde,
não consegue passear com a Mel com muita frequência. Por conta disso ela não
foi muito habituada ao movimento externo, e isso faz com que ela seja insegura,
como com cães, algumas pessoas e principalmente crianças, e com o movimento do
trânsito; por isso também fizemos uma aula de passeio. |
31/01/25
Faísca |
| A fofurinha aqui é a Faísca, uma Spaniel Anão
Continental, variedade Papillon, de 4 meses. Ela é a primeira cadelinha da
família, que me chamou para lhes orientar sobre tudo que a Faísca precisava
aprender para ter um convívio saudável e feliz com ela. |
 |
Como é natural com a maioria das famílias, eles
queriam aprender a ensiná-la a fazer as necessidades fisiológicas no melhor
lugar para eles. Mas também queriam ensiná-la a não morder os objetos da casa
e, mais importante ainda, não brincar mordendo as pessoas, especialmente seu
casal de filhos pequenos. Como uma das estratégias para lidar com isso eu os
ensinei a estimular a Faísca a brincar com seus brinquedos, inclusive sozinha.
|
 |
| Também trabalhamos a obediência dela, inclusive
usando os comandos básicos de obediência, como o “Fica” nesta foto, que também
é importante para os cães aprenderem a controlar a sua ansiedade, o que também
ajuda na questão das brincadeiras de morder. |
 |
| Também fizemos aulas de passeio e socialização,
que fazem parte da educação básica, para que ela não puxasse, nem travasse
durante o passeio, e aprendesse a se relacionar de uma forma saudável com todos
os estímulos que ela poderia encontrar, como outros cães, pessoas, e todos os
barulhos que ocorrem nas ruas. |
 |
| Seus donos também tiveram a chance de trabalhar
a socialização da Faísca quando ela conheceu a sua prima, Cacau (com a qual
também fiz a educação básica e postei aqui em maio do ano passado), quando eles
foram visitar seus donos, que são meus clientes antigos, e que me indicaram
para eles. |
Kyra
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| Esta bonequinha é a Kyra, uma Jack Russel de 4
meses. |
 |
A sua família me pediu para ajuda-la na sua
educação, inclusive porque é a primeira vez que eles tem um cão em apartamento.
Ela está de parabéns já a tinham ensinado a fazer as necessidades no lugar, o
que é uma dificuldade grande para muitas pessoas, e nesse aspecto só precisaram
de algumas dicas para ficar 100% perfeito. |
 |
| Porém, eles não estavam acostumados com um
filhote com tanta energia como os Jack Russel têm e estavam com algumas
dificuldades para lidar com ela e suas consequências, como morder os objetos da
casa e brincar de morder a família, principalmente a sua dona. Assim, orientei
a família a lidar com essas situações, ensinando-os a estimulá-la a brincar;
ensinei os comandos básicos de obediência, para melhorar a sua obediência e a
controlar sua Ansiedade; ensinei-os a fazer as repreensões da forma correta,
além de outros detalhes que fazem diferença na forma de agir com os donos. |
 |
| Ela também ficava muito agitada quando tocavam o
interfone ou a campainha do apartamento e latia muito, assim também como quando
ouvia um pouco mais de barulho no corredor. Além disso, ela tentava muito
escapar quando a porta era aberta, o que já pode causar incidentes com qualquer
cão, ainda mais uma cadelinha pequena e muito rápida e ágil como uma Jack
Russel. Por isso também treinei o comando “Fica” na porta, para ensiná-la a não
sair sozinha. |
 |
A Kyra é muito sociável com as visitas, tanto
que ficamos amigos logo no primeiro dia. Porém, na primeira aula de passeio e
socialização ela demonstrou um pouco de insegurança com as pessoas e alguns
cães. Porém, segundo os relatos da família, ela foi ficando mais tranquila ao
longo dos outros passeios.
|
23/12/24
Hugo
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| O fofíssimo aqui é o Hugo, um Chihuahua, aqui
com 50 dias, na nossa primeira aula. |
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| Sua mamãe me chamou para ajuda-la a fazer sua
educação básica e algo que ele aprendeu rapidamente foi a fazer as necessidades
no tapetinho higiênico. |
 |
| Também estimulamos ele a brincar com seus
brinquedos, inclusive quando sua mãe não puder dar atenção, para diminuir a
chance de ele morder os objetos do apartamento e de brincar de morder ela e
outras pessoas, como para não ficar ansioso durante a sua ausência, mas também
para ele se ocupar no trabalho da sua mãe, para onde ela o leva com frequência,
e não correr o risco de incomodar suas clientes. |
 |
Isso nem tem sido um problema pois ele é um
cãozinho muito dócil e já está aprendendo a se relacionar bem com as pessoas, e
adora seus brinquedos.
|
 |
| Mesmo assim, ensinar comandos de obediência
ajudam ele a entender que precisa obedecer sua dona para conseguir o que quer e
fica menos ansioso, aprendendo a esperar quando quiser algo, inclusive para não
sofrer quando sua dona não puder atende-lo. |
Mike e Valentina |
| O bonitão e a fofa aqui são o Mike de 4 anos, e
a Valentina, de 3. |
 |
| Os seus donos me chamaram para ajuda-los a
resolver alguns problemas de comportamento deles e para melhorar a sua
socialização com seu irmãozinho, Luke, de 11 anos, pois, por terem muita
energia, eles acabam assustando-o. O Luke, por sua vez, tem ciúmes deles com a
sua dona, latindo para eles quando se aproximam dela. Esse ciúme ele também tem
do seu dono com ela, de quem é muito dependente, inclusive seguindo-a muito
pelo apartamento. |
 |
| Voltando ao Mike e à Valentina, ainda falando
sobre sua afobação e sua dona, uma coisa que eles precisavam era aprender a
brincar com ela menos ansiosos e sem pular nela, pois, muitas vezes, eles a machucaram
assim. |
 |
| Outra coisa que seus donos precisavam ensinar à
Valentia e ao Mike era urinar e evacuar apenas em um ponto do terraço, porque
eles o faziam por todo ele e, algumas vezes, se deitavam na urina, o que é um
comportamento totalmente anormal, já que, normalmente, os cães não gostam nem
de ficar próximos à sua urina e fezes. Outro problema para trabalhar com a
Valentina é que ela também tem ciúmes do Mike com sua dona, chegando a avançar
nele quando ela vai fazer carinho nele, o que também faz quando quer tomar
alguns brinquedos do Mike. Além disso, ela mexe em alguns objetos do
apartamento e no lixo. |
 |
| Também fiz aulas de passeio com eles (aqui eu
estava andando com o Mike, enquanto seu dono vinha logo atrás com a Valentina,
reproduzindo o que eu estava ensinando), porque o Mike puxa um pouco e a
Valentina muito, eles são ansiosos para interagir com outros cães, e ela tem
medo de alguns barulhos, como motos. |
Chanel
 |
A Chanel apresenta alguns problemas de comportamento, que
precisávamos resolver, como brincar de morder seus donos, principalmente os
pais do seu dono, com quem ela convive muito, porque são idosos, e os móveis da
casa; pedir comida, insistentemente, quando eles estão comendo; |
 |
| A Chanel também destrói o tapete higiênico e não
urinava, nem evacuava, na ausência dos donos, o que é um risco para a sua
saúde; é muito dependente dos seus donos, frequentemente seguindo-os pelo
apartamento, e não comia se eles saíssem do ambiente em que colocavam a ração. |
 |
| Ensinar os comandos básicos de obediência aos
cães é sempre importante e, em um caso como o da Chanel, que adora escapar
quando seus donos abrem a porta, eles ajudaram a ensiná-la a não escapar,
trabalhando o “Fica”. Outra comando que ajudou seus donos foi o “Vem”, porque,
muitas vezes em que eles a chamavam, ela não ia. |
 |
Também os ensinei a fazer os passeios da forma correta, para que
ela não puxasse, nem travasse, como algumas vezes faz, e trabalhar sua
socialização com todos os estímulos do mundo externo, inclusive barulhos, para
que não se tornasse uma cadelinha insegura.
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31/10/24
Bento e Frida
 |
| Este lindo casal de Border Collies são o Bento,
de 9 meses, e a Frida, de 1 ano e meio. |
 |
A Frida é insegura com visitas, late muito para elas (eu levei
algumas aulas para conseguir conquistar sua confiança) e com pessoas na rua.
Quando alguém se aproxima ela ignora, mas se forem falar com ela ou com o Bento
ela late e, se fizerem um gesto que ela ache ameaçador, pode tentar morder.
O Bento aceita a aproximação de pessoas em casa e na rua (sempre me recebe com
muita festa), mas quando vê alguns cães na rua fica agitado, algumas vezes
chegando a ficar agressivo conforme eles se aproximem. Este comportamento
muitas vezes leva a Frida que, até então, estava ignorando-os comece a latir
também.
Assim, a socialização deles foi a principal razão pela qual seus donos me
chamaram. |
 |
| O Bento também late muito em casa quando ouve
alguns barulhos de vizinhos e latidos de cães da vizinhança (às vezes a Frida o
acompanha). Devido a ainda ser um filhote e ter a energia de um Border Collie,
volta e meia ele rói ou morde algum objeto da casa. |
 |
| O Bento também sofre de Ansiedade de Separação,
o que assim como todos os problema citados, está sendo trabalhado e ele e a
Frida estão apresentando melhoras. Eles brincam muito, sendo que ele costuma
tentar pegar os brinquedos dela, mas a bolinha ele pega para entregar a ela; só
está faltando ele aprender a devolver para os seus donos, o que eles também me
pediram. |
 |
| Seus donos já haviam ensinado comandos de
obediência ao Bento e à Frida, mas faltavam alguns e reforçar outros. Aqui eu
estava trabalhando o “Fica” na porta com o Bento porque ele adora tentar
escapar quando seus donos a abrem. A Frida, que não tem este problema, ficou só
observando relaxada. |
Milly
 |
| Esta bonequinha é a Milly, uma Shih Tzu, nesta
foto com 3 meses. Seus donos me chamaram para ajuda-los a aprender a educá-la,
pois não tinham muita experiência com cães |
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| Uma das principais coisas que eles precisavam
era ensiná-la a fazer as necessidades no lugar certo, o que ela começou a
aprender rapidamente. |
 |
| Além disso, como seria natural, eles queriam que
ela não brincasse de mordê-los, especialmente à sua filha, que é uma criança, e
à mãe da sua dona, que é uma senhora idosa e tem a pele mais frágil. Da mesma
forma queriam que ela aprendesse a não morder os objetos da casa e fosse
estimulada a brincar mais com seus brinquedos, inclusive para evitar isso. |
 |
| Também precisamos trabalhar para que a Milly
ficasse menos dependente dos seus donos e não corresse o risco de desenvolver
Ansiedade de Separação. Além disso, orientei seus donos sobre seus latidos
quando ela ouvia movimento no corredor, porque eles estavam começam a ficar
excessivos. |
 |
Como é fundamental para todo filhote, também fizemos aulas de
passeio e socialização com pessoas, cães e todos os estímulos que um cão pode
encontrar na rua. |
Ziggy e Bob
 |
| Os fofíssimos aqui são o Ziggy, um Maltês de 3
anos, e seu irmão Bob, de 1ano. A dona deles já havia me chamado há três anos,
quando comprou o Ziggy, para fazer o adestramento dele e, agora, me pediu para
ajuda-la com a educação do Bob, que ela adotou ano passado. |
 |
| Uma das razões para a sua dona ter me chamado
foi para melhorar a socialização deles, para que eles passassem a se dar
melhor, inclusive porque às vezes eles brigam por ciúmes dela. Outra situação
que acontecia e que está melhorando é que o Bob não brincava com ela, nem
sozinho, mas ficava tentando tomar os brinquedos do Ziggy. Eu já havia ensinado
os comandos básicos de obediência ao Ziggy, quando trabalhei com ele na
primeira vez, mas a sua dona me pediu para reforçar com o Bob os que ela
começou a ensinar. |
 |
| O Bob rói e morde vários objetos da casa e da
sua dona. Ele e o Ziggy são muito ansiosos com as visitas, quando elas chegam. O
Bob latia muito para barulhos no corredor e o Ziggy passou a fazer o mesmo e os
dois tentam escapar quando a porta é aberta. |
 |
| O Bob é inseguro na rua com pessoas e cães e
tenta avançar em alguns. Assim, estou trabalhando esse aspecto com a sua dona nas aulas de
passeio. |
Sebastian
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| Este garotão é o Sebastian, de 9 meses. |
 |
Os seus donos enfrentam alguns problemas com ele por ele ter um
sentimento de posse muito marcante, o
que não é de se estranhar em um cãozinho adotado, pois tinha que lutar pela sua
sobrevivência na rua. |
 |
| Alguns momentos em que ele demonstra essa posse
é quando seus donos vão tirar a coleira após o passeio e mexem em um dos seus
comedouros, ameaçando mordê-los e chegando a morder. Trabalhar a obediência e o
autocontrole dele tem sido fundamental para ajudar a controlar estas e as
situações a seguir. |
 |
| Ele também é muito dependente deles; sofre de
Ansiedade de Separação. Ele os segue pelo apartamento; brinca de morder e pula
neles, inclusive quando estão trabalhando em home office (o que ele também faz
com as visitas), para chamar a atenção.
Também consequência dessa dependência, ele entra no box do banheiro,
quando eles vão tomar banho, e os morde quando eles vão retirá-lo. |
 |
| Ele também puxa no passeio e é inseguro com
outros cães, procurando evitá-los e chegando a se esconder atrás dos seus
donos. |
 |
| Porém, com a dedicação dos seus donos, estes
comportamentos estão melhorando ao longo das aulas. |
30/09/24
King e Nick
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| Os dois lindões aqui são o King, um Pastor Belga Malinois, de 5 meses, e
o Nick, um mestiço de Golden Retriever Negro, de 8 anos. |
 |
| A dona deles já havia me chamado para ajudá-la na educação do Nick,
quando ele era filhote, e agora me chamou para ajudá-la com a do King. Além da
sua educação básica, como a de qualquer filhote, ela estava precisando de ajuda
para a sua socialização com o Nick. Ele é um cão dócil, mas com muita energia,
como todo filhote, porém, muito mais que a de muitos cães por ser um Pastor
Belga Malinois e pode acabar machucando o Nick, que já se tornou um senhorzinho,
que não tem essa disposição, apesar de ser um cão forte. |
 |
| Um dos recursos para evitar brincadeiras mais brutas, que poderiam
leva-los a se machucar e até a gerar brigas é estimulá-los a brincar com
brinquedos; eles conseguem passar muito tempo juntos assim, cada um se
dedicando aos seus. O estimulo a brincar com brinquedos serve também, como vivo
repetindo, para que os cães direcionem sua energia para eles e não para os
objetos da casa e dos donos. O King, frequentemente, morde ou mexe em algumas
coisas que não deve, como as plantas da sua dona, objetos no quintal e dentro
de casa e até morde partes do seu carro. |
 |
| Ensinar comandos de obediência, como quem já viu as histórias dos meus
clientes aqui e/ou nas redes sociais já sabe, é importante para tornar os cães
mais obedientes, mais controlados e menos ansiosos, por isso faz parte da
educação básica. Aqui ensinei o comando “Deita” ao King e o reforcei com o
Nick. |
 |
| Porém, não basta ensinar os comandos de obediência, é importante saber
usá-los como ferramentas para se atingir os objetivos que são importantes para
cada dono. Aqui ensinei o comando “Fica”, primeiro apenas no quintal, e depois
saindo com o portão aberto (no início com sua dona com eles na guia, por uma
questão de segurança), pois o King tenta escapar várias vezes quando ele é
aberto. |
 |
Também trabalhamos o passeio e a
socialização do King na rua. Além disso a sua dona tinha me pedido para
ensiná-lo a se acostumar a ficar no canil e entrar nele sob comando e a fazer
suas necessidades apenas em um ponto do quintal. |
Vera Lúcia e Thor
 |
O casal fofíssimo aqui é a Vera Lúcia, de 6 meses, e o Thor, de 7
anos. Seus donos me chamaram principalmente para fazer a educação básica da
Vera, mas, como o Thor, que é da avó da sua dona, passa dias com frequência com
ela, também os orientei como melhorar certos comportamentos do Thor. |
 |
Como falei acima, sobre o King e o Nick, ensinar
comandos de obediência é importante, também, para que os cães fiquem mais
controlados e isso é especialmente importante para cães tão ansiosos quanto a
Vera. Outra forma de ela demonstrar essa ansiedade era brincar muito de morder
seus donos e visitas e latir para barulhos no corredor.
|
 |
| Um aspecto da obediência que também precisava
ser melhorado era o fato de ela não ir sempre aos seus donos quando era
chamada. O treino do comando “Fica” na porta foi mais um recurso para, também,
lidar com a sua Ansiedade de Separação. Além disso, seus donos precisavam que
ela melhorasse os acertos do xixi no tapete higiênico e aprendesse a urinar
nele. |
 |
| Eu conheci o dono da Vera a caminho de uma
cliente, quando o vi passeando com ela e, quando me aproximei, percebi a
insegurança dela. Esta foi outra razão importante para ele e sua esposa terem
me chamado: ela era muito insegura na rua; tinha medo de algumas pessoas, cães
e barulhos. |
Floquinho
 |
| Este rapazinho é o Floquinho, aqui com 4 meses e
meio. |
 |
| Sua mamãe me pediu para ajuda-la na sua
educação. O aspecto mais urgente, no primeiro momento, para ela, era a sua
educação sanitária; ensiná-lo a urinar e a evacuar no melhor lugar para ela, no
tapete higiênico. |
 |
| Ela também precisava estimulá-lo a brincar com
seus brinquedos, independentemente da presença dela, pois ele é muito
dependente dela, e também para direcionar mais sua energia para eles e morder
menos suas plantas, pegar as pedrinhas do vaso de uma, e morder menos os
móveis. Isso também foi importante para que ele parasse de brincar de morder a
ela, sua mãe, seu filho pequeno e suas visitas. |
 |
| Treinamos o comando “Fica” na porta porque, ao
menor descuido dela, ele escapava, principalmente porque na outra ponta do
corredor há uma cadelinha com a qual ele quer interagir. Inclusive os latidos
dela, assim como o movimento no corredor, são algumas das razões dos latidos
dele que, às vezes, ficam excessivos e esse é outro aspecto que a sua dona
precisava corrigir. |
 |
| Também fizemos aulas de passeio, para que ele
aprendesse a passear sem puxar, nem travar, ficasse menos ansioso durante ele,
e para fazer sua socialização com todos os estímulos externos. A sua dona
também me pediu para ensiná-la a fazê-lo aceitar que ela escovasse seus dentes. |
Guto
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| O fofo aqui é o Guto, nesta foto com 4 meses. |
 |
Bom, caros visitantes, para não ser repetitivo mais uma vez, a
família do Guto me pediu para fazer a sua educação básica e ensinar o mesmo que
cito acima com o Floquinho e a Vera Lúcia. |
 |
| Porém, como os cães não são iguais, ele
apresentou dois comportamentos que precisavam ser corrigidos: ele urinou uma
vez em um dos sofás e, em outra, na cama de uma das filhas do casal. Ele pode
ter feito isso para chamar a atenção da família, ou porque não conseguiu
controlar o esfíncter da uretra (os filhotes não conseguem controla-lo, assim
como o do ânus, até o 5o mês de idade), o que não voltou a ocorrer. |
 |
| O outro comportamento que seus donos não
gostariam que ele tivesse é tentar roubar comida, como fez quando pulou na sua
filha mais nova, porque estava muito interessado na maçã que ela estava
comendo. |
 |
| Assim como com a turma acima, fizemos aulas de
passeio e socialização. |
31/08/24
Goblin
 |
O bonitão aqui é o Goblin, de 5 meses. A sua família me chamou
para ajudar a corrigir alguns problemas de comportamento e melhorar a sua
ansiedade. |
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| Ele brincava muito de morder sua família e pulava
nas visitas. Quando circula pela casa ele mordia alguns objetos, principalmente
como forma de conseguir a atenção dos seus donos. Sua família também queria que
ele só subisse no sofá quando fosse chamado, inclusive porque um dos objetos
que ele pegava para brincar eram suas almofadas favoritas. |
 |
| O Goblin é muito grudado em um dos seus donos e
ficava ansioso quando ficava no quintal ou quando ele saía. No quintal ele
costumava cavar para pegar pedrinhas colocadas em torno de algumas plantas e
também as mordia. Seus donos também não queriam que ele pulasse na piscina na
sua ausência e também passasse a fazer as necessidades apenas na parte coberta
do quintal. |
 |
| O Goblin também puxava muito no passeio e era
inseguro com alguns cães e agressivo com outros. Por isso, além de ensiná-lo a
passear sem puxar e fazer a sua socialização, também trabalhamos os comandos de
obediência durante eles, para que seus donos tivessem mais controle sobre ele. |
Black e Luna
 |
| Este casalzinho é o Black e a Luna, ambos de 6
anos. |
 |
| Eles são inseguros com visitas, podendo ser
agressivos em um primeiro momento, mas logo os conquistei e eles passaram a me
receber com festa e a relaxar comigo. |
 |
| Uma das razões pelas quais a sua dona me chamou
foi ensiná-los a fazer as necessidades no lugar, principalmente o Black, que
urinava pela casa toda. O Black também não gostava de ser controlado e tentou
morder sua dona uma vez em que ela foi colocar um remédio na sua boca, e em uma
vez em que ela fez um gesto brusco para dar uma bronca nele. |
 |
| Eles também são ansiosos quando vão interagir
com o gato da sua dona, chegando a assustá-lo, e também apresentam ciúmes dela
com ele. Porém, um dos principais problemas deles é que eles latem muito para o
movimento da sua vila, próximo à sua casa e também para pessoas que passam em
frente a ela. Por isso orientei sua dona sobre como lidar com esta situação e
treinamos o comando “Fica”, além dos outros, também na porta, tanto para que
eles não escapassem, assim como pudessem associar a passagem de pessoas a
premiações. |
 |
| O Black e a Luna também puxam no passeio e são
inseguros com alguns cães, chegando a ser agressivos. Trabalhei isso com sua
dona, que vai dar continuidade ao treinamento, principalmente porque estes
comportamentos já estavam marcados há muito tempo, mas ela sempre terá o meu
suporte. |
Chico e Biruta
 |
| Os dois bonitões aqui são o Chico, um Buldogue
Francês de 4 anos, e o Biruta, um Dachshund de 16. |
 |
Eles se dão muito bem, mas seus donos precisavam
aprender a lidar com a diferença de idade, energia e condição física deles, de
modo que eles não interferissem nas suas brincadeiras, mas também com cuidado
para que o Chico não machucasse o Biruta, nem o cansasse demais. O Chico só dá
algumas mordidas para controlar o Biruta quando não gosta de algumas
brincadeiras dele e tem muita posse com alguns brinquedos. Apesar de algumas
limitações físicas do Biruta ele participou da maior parte dos treinamentos,
que usei, inclusive, para trabalhar estes aspectos.
|
 |
| O Chico e o Biruta são muito dependentes dos
seus donos e cada um deles seguia muito um deles pelo apartamento. Como seu
dono tinha o hábito de fazer algumas brincadeiras com ele em que fazia gestos
bruscos o Chico se assustava e o mordia nesses momentos, assim como quando seu
dono fazia brincadeiras agitadas com seus filhos pequenos. Porém seu dono parou
com as brincadeiras bruscas e ele se habituou às brincadeiras dele com seus
filhos. |
 |
| Em alguns momentos em que o Chico ficava ansioso
ele lambia repetidamente o chão. Apesar de saber fazer as necessidades no
lugar, às vezes ele urinava em alguns lugares com o cheiro do Biruta para
marcar território. Como o Chico chegou na sua família durante a pandemia ele
não pôde ser bem socializado na época; por isso, provavelmente por ciúmes do
seu dono e territorialismo, ele avança em alguns cães durante o passeio. |
Layla
 |
| Esta boneca é a Layla, de 11 meses. |
 |
A Layla é muito dependente dos seus donos; sofre de Ansiedade de
Separação e não brincava na ausência deles, o que eles conseguiram começar a
estimular. Ela também os seguia muito pelo apartamento e os acordava muito cedo
para comer e pedir atenção. |
 |
Para, além de trabalharmos para melhorar a
obediência da Layla, ensinamos o comando “Fica”, para ajudar a reduzir o hábito
de ela seguir seus donos pelo apartamento. Ela também latia muito para qualquer
movimento no corredor e, na varanda, para cães que passavam e também quando o cachorro de outro prédio em frente
latia.
|
 |
A Layla não puxa no passeio; apenas tenta andar um pouco à frente
dos seus donos. Apesar de ser insegura com visitas, ela não é com pessoas na
rua e aceita a sua atenção; porém é com a aproximação de alguns cães, chegando
a travar, mas brinca com outros, e tem um pouco de medo de barulhos do
movimento e do trânsito. |
Gus
 |
O lindão aqui é o Gus, um Dachshund de 1 ano e meio. |
 |
Seus donos precisavam que ele passasse a fazer as necessidades só
no lugar certo, porque algumas vezes fazia em outros pontos do apartamento e
porque, às vezes, fazia no sofá ou na cama de um deles para chamar a atenção. |
 |
Às vezes o Gus tentava copular com as pessoas da família e com
visitas. Ele também morde alguns objetos da casa, como o sofá e outros móveis e
também sua caminha e os tapetes higiênicos. Outro problema que está sendo
trabalhado é que o Gus, em alguns momentos, late demais para o movimento da rua
e quando ouve outros cães do prédio latindo e movimento no corredor. |
 |
| O Gus é um cão dócil, mas rosna quando seus
donos mexem na sua comida ou pegam o seu osso favorito. Ele também é muito
ansioso e, às vezes, pulava com tanta força nas pernas da sua família e
visitas, que chegava a machucar. |
 |
O Gus também sofre de Ansiedade de Separação e
por isso, além de várias orientações que dei aos seus donos durante o trabalho,
treinamos o comando “Fica” na porta, não só para que ele não escape, como para
que entenda que seus donos saem, mas voltam.
|
31/07/24
 |
Essas duas bonequinhas são a Scarlett, de 8 anos, e a Mikasa, de 1
ano. |
 |
| Elas duas tem alguns problemas de ciúmes dos
seus donos e entre si. A Scarlett já tinha ciúmes dos seus donos desde a época
que eles namoravam, latindo para eles quando se sentavam juntos ou se
abraçavam. Ela também tem ciúmes da Mikasa na rua, quando alguém vai falar com
ela primeiro, chegando a latir para a pessoa. |
 |
| Algumas situações que podem gerar brigas por
ciúmes é quando seus donos as pegam para dar carinho, quando disputam
brinquedos ou por causa da ração, se os seus donos mantivessem a de cada uma
próxima da outra, porque a Mikasa acabava de comer primeiro e tentava comer a
da Scarlett. |
 |
| A Mikasa é muito dependente dos donos, chegando
a segui-los com frequência pela casa, e também pede muita atenção, inclusive
colo, quando os dois estão trabalhando em home office. A Mikasa também
precisava aprender a fazer as necessidades no lugar, inclusive porque quando
ela urinava fora do lugar desejado pelos seus donos, a Scarlett urinava em cima
para marcar território. E um hábito que seus donos queriam tirar delas era o de
ficarem pedindo qualquer coisa que eles estivessem comendo. |
 |
| A Mikasa, além de ser insegura com visitas (eu
consegui conquista-la na segunda aula), também é com algumas pessoas e cães no
passeio; ela chega a rosnar para algumas pessoas, mesmo que não falem com ela
e, diante de alguns cães, ela trava e não demonstra interesse em interagir. |
 |
| A fofura aqui é a Brisa, de 5 anos, que foi
adotada pela sua dona há poucos meses. Ela mora em uma cidade pequena do
interior, onde não estava conseguindo encontrar um adestrador. Por isso
aproveitou que ia precisar passar um mês no Rio para procurar um e, quando
conversamos, acertamos de fazer um intensivo de algumas aulas para tentar
ajuda-la da melhor forma possível, apesar do pouco tempo. |
 |
| A Brisa é uma cadelinha muito carinhosa, dada,
inclusive com visitas, mas é muito dependente da sua dona e a segue muito pelo
apartamento. |
 |
| A Brisa mexe em alguns objetos da sua dona e
late para o movimento no corredor. Orientei sua dona sobre como lidar com esses
aspectos e ensinei os comandos básicos de obediência, inclusive para que a sua
dona usasse durante os passeios. |
 |
| E o maior problema da Brisa é nos passeios
porque ela puxa muito e é muito insegura e ansiosa com outros cães, geralmente
latindo muito quando se aproximam. Começamos a trabalhar isso e a sua dona vai
dar continuidade ao treinamento quando voltar para a sua cidade. |
30/06/24
 |
O fofíssimo aqui é o Charlie, um Cavalier King
Charles Spaniel, nesta foto com 9 meses.
|
 |
| Ele é um cãozinho muito sociável, que quer
interagir muito com as pessoas e cães na rua. No entanto, ele é muito ansioso,
o que o leva a pular nas pessoas tanto na rua, como nas suas visitas (o que
seus donos querem controlar), mas também puxa e late para interagir com os
cães, assim como para andar, tornando seus passeios estressantes para seus
donos. Ele progrediu muito nesse aspecto e seus donos vão continuar com o
treinamento mesmo ao final das nossas aulas. |
 |
Outro aspecto da ansiedade do Charlie é a
Ansiedade de Separação, consequência da grande dependência que ele tinha dos
donos. Esta chega ao ponto de, até começarmos as aulas e eu orientar seus
donos, a só comer na sua presença, no mesmo ambiente e, muitas vezes, só nas
suas mãos; da mesma forma, ele também não brincava na ausência deles, o que foi
resolvido. Aproveitando, falando nos brinquedos, seus donos também me pediram
para ensiná-lo a devolver quando eles os jogam.
|
 |
O Charlie também morde alguns objetos da casa e mexe no lixo do
banheiro, algumas vezes; tenta escapar para o corredor quando seus donos abrem
a porta e precisava melhorar um pouco o acerto das necessidades no lugar certo. |
 |
| Esta bonequinha é a Pérola, uma Shih-tzu de 2
anos e meio. Ela foi adotada há poucas semanas por suas donas e uma das razões
pelas quais elas me chamaram foi para ajudá-las a adaptá-la à sua nova rotina,
pois ela tinha vivido desde filhote com sua antiga dona, que não pôde mais
continuar com ela. |
 |
A Pérola chegou sabendo fazer as necessidades no lugar certo mas,
uma vez ou outra fazia fora do pipidollys, principalmente as fezes, o que já
foi resolvido. A sua dona também me pediu para lhe ensinar os comandos básicos
de obediência, como é importante para a educação básica dos cães. |
 |
| Dentre os comandos, um dos que são muito
importantes é o “Fica”, tanto dentro de casa, como na porta. Dentro, para que o
cão aprenda a esperar no lugar pedido pelo dono, o que é ainda mais importante
quando o cão tem o hábito de segui-lo, como a Pérola tem feito e, na porta,
tanto para o cão não escape quando o dono a abrir, como também ajuda no
controle da Ansiedade de Separação que a Pérola logo começou a demonstrar, provavelmente,
em grande parte, pelo seu passado. |
 |
Outra coisa que ajuda o cão a ficar mais
independente dos donos é estimulá-lo a brincar, principalmente sozinho (parece
que a Pérola não tinha muito este hábito), e também a direcionar sua energia
para os brinquedos, ao invés de morder objetos da casa; às vezes ela morde
alguns e certas plantas das suas donas.
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Também está sendo necessário acostumar a Pérola ao movimento e
barulho diante da sua varanda, o que ela não tinha antes, inclusive para que
ela passe a latir menos para algo mais barulhento, pessoas e, principalmente,
cães que passam. |
31/05/24
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A bonequinha aqui é a Cacau, uma Spaniel Anão
Continental, variedade Papillon, de 3 meses.
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Os seus donos, com quem eu já havia trabalhado
na educação do querido Whisky, um Labrador chocolate, há oito anos, e que,
infelizmente, faleceu em janeiro, me chamaram para lhes ajudar na educação
dela, que pegaram há poucas semanas.
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Assim, estou recapitulando com eles o que havia lhes ensinado para
que ela aprenda a fazer as necessidades no lugar; não morda os objetos da casa;
não brinque de mordendo eles e sua filhinha; a brincar mais com seus
brinquedos; assim como os comandos de obediência. |
 |
Também estamos trabalhando a independência dela, inclusive porque
ela segue muito a sua dona pelo apartamento, para que ela não desenvolva
Ansiedade de Separação e este treino do comando “Fica” na porta é uma
ferramenta que ajuda neste objetivo. |
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| Fizemos sua primeira aula de passeio e ela se
mostrou muito sociável, querendo falar com todas as pessoas que passavam por
nós e também se interessando em interagir com os cachorros. |
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| Esta fofurinha é a Bia, uma Dachshund de 4
meses. |
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| Como todo filhote, ainda mais de uma raça tão
ativa como a dela, a Bia tem muita energia para gastar, além de estimulá-la a
brincar, ensinar comandos de obediência também ajuda a aumentá-la, assim como a
controlar sua ansiedade. Uma outra razão para isso ser importante para seus
donos é que os piques que ela dá pela casa, que são uma forma natural dos
cachorros gastarem energia, pode levar seu dono a tropeçar. |
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A Bia é um amor de cachorrinha, muito carinhosa, beijoqueira e
adora visitas. Agora, como ela é muito ansiosa, um probleminha que ela tem é
que, assim como faz quando eu chego, ela se urina de excitação quando chegam
outras visitas. Então, além dos comandos, orientei seus donos sobre como agir
para que ela comece a ficar menos ansiosa neste momento. |
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| Também fizemos aulas de passeio e socialização,
para que ela parasse de puxar e se enroscar entre as pernas da sua dona. |
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| O lindinho aqui é o Snow, um Spitz Alemão de 4
meses. |
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A sua família me chamou para fazer a sua educação básica. Ele já
aprendeu a urinar no tapetinho e, aos poucos, está aumentando os acertos das
fezes; estou orientando sua família como lidar com as brincadeiras de mordê-los
e aos móveis e objetos da casa. |
 |
A questão das mordidas é especialmente delicada para a sua família
pois seus donos tem uma filhinha de 3 anos. Acontece que, além das mordidas de
brincadeira, normais para os filhotes, o Snow também morde quando é seguro para
ganhar colo ou carinho, se ele se sentir inseguro ou incomodado e a bebê está
mais sujeita a se machucar nestes momentos; aos poucos, porém, ele está
começando a tolerar mais a manipulação, como neste momento em que lhe dei colo. |
 |
| Como demonstra ter uma personalidade forte,
chegando a enfrentar seus donos quando é repreendido e também oferece
resistência a devolver algo que não deveria ter pego, é ainda mais importante
trabalhar sua obediência. Assim, estou ensinando os comandos básicos e
ensinando seus donos a como lidar com ele nestas situações. |
 |
Também estou orientando seus donos sobre como tornar o Snow mais
independente, para não correr o risco de ele desenvolver a Ansiedade de
Separação. Além disso estamos começando a fazer as aulas de passeio e
socialização. |
30/04/24
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Elas são dois ótimos exemplos que cães idosos também podem
aprender. Apesar destas histórias de cada uma e das suas idades, o que poderia
dificultá-las a ser educadas, suas dona e eu
estamos conseguindo. Por exemplo, as duas já aprenderam a fazer as
necessidades no tapetinho higiênico, o que era uma das prioridades da sua dona,
principalmente por a Lana a vida inteira ter feito apenas no quintal; o
histórico da Suzi quanto a esse aspecto ela não tem. |
 |
Outra prova da capacidade de idosinhos aprenderem é que a Lana
aprendeu todos os comandos básicos de obediência. Aqui vocês podem ver a Lana
treinando comigo e com a sua dona. Na foto dela com sua dona vocês podem
reparar, ao fundo, a Suzi observando. Esta é outra consequência do que sofreu
antes de ser adotada, como eu citei na primeira foto; a Lana é muito sociável,
mas eu ainda não consegui conquistar a confiança da Suzi, infelizmente. |
 |
Outra dificuldade que a dona da Suzi teve com ela, também
consequência do que sofreu, é que ela demorou a aceitar ser tocada por ela, mas
a seguia muito pelo apartamento o tempo todo, e também não se interessava por
brinquedos. Além da conquista diária da confiança da Suzi, orientei sua dona a
estimulá-la a brincar, inclusive sozinha, para que ela se ocupasse na sua
ausência, não sofresse tanto e não mordesse objetos da casa, como começou a
acontecer algumas vezes. |
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| Como a Lana também é muito grudada na sua dona,
o que às vezes gera situações de ciúmes entre ela e a Suzi, tendo tornado
necessário trabalharmos a socialização entre elas, fiz também o treino do Fica
na porta, que ajuda os cães a entenderem que os donos saem e voltam, além de
evitar que escapem quando ela for aberta. |
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Também fiz as aulas de passeio com as duas, inclusive porque a
Lana costuma puxar durante ele. |
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| Esta bonequinha, com cara de levada, é a Lolla,
de 3 meses. |
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| As suas donas me pediram para ajudar na sua
educação básica, como é natural para todos filhotes. Um dos aspectos que vinha
sendo muito difícil para elas é lidar com suas brincadeiras de morder, por a
Lolla ser muito agitada e estar demorando mais a parar quando é repreendida,
além de morder vários objetos da casa. Assim, estou lhes ajudando a melhorar a
repreensão, mas também as orientei a estimular a Lolla, o máximo que elas
puderem, a brincar com seus vários brinquedos, para direcionar sua energia para
eles. |
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| Aproveitando o comentário da foto anterior,
outro aspecto que, ao longo das semanas, se mostrou necessário trabalhar é a
posse da Lolla. Algumas vezes, quando ela pega algo que não deveria, tem
apresentado dificuldade em soltar, mesmo com suas donas tentando fazer as
trocas da forma correta, como eu ensinei e, quando é algo que precisa ser
retirado com urgência da sua boca, algumas vezes tem mordido para tentar se
impor. Esta é mais uma razão para que suas donas trabalhem bem sua obediência. |
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| Voltando
à educação básica, as donas da Lolla também me pediram ajuda para ensiná-la a
fazer as necessidades no lugar. Também estou orientando-as sobre como tornar a
Lolla mais independente, para não correr o risco de desenvolver Ansiedade de
Separação, pois ela as segue muito pelo apartamento. |
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Também estamos fazendo as aulas de passeio e socialização,
apresentando tudo do mundo externo, para que ela não desenvolva medos na rua,
ande sem puxar nem travar, e seja tranquila nas relações com outros cães.
Inclusive ela já começou a demonstrar muito interesse em interagir com grande
parte dos cães que conheceu durante essas aulas. |
31/03/24
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| A bonequinha aqui é a
Nense, uma vira-latinha (se eu não dissesse ninguém perceberia, não é?), que
tinha 7 meses quando comecei a trabalhar com ela. |
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Suas donas me pediram
ajuda para fazer a sua educação básica. As necessidades ela já tinha começado a
fazer no lugar desejado por elas, mas precisava melhorar os acertos e
acostumá-la a um segundo lugar. Ela também ainda brincava muito de mordê-las.
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Esse hábito, natural para os filhotes, que
brincam assim com sua família canina, pode ser ainda mais marcante em alguns
que são mais agitados, com mais energia para gastar, como ela, o que também a
levava a morder muitos objetos da casa. Por isso estimulá-la a gastar sua
energia brincando com seus brinquedos foi ainda mais importante. |
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Outro probleminha que
precisamos melhorar foi a grande dependência que ela tem de suas donas,
seguindo-as pelo apartamento, procurando estimulá-la a ficar mais independente
e, para isso, o estimulo a brincar sozinha foi ainda mais importante. Essa
dependência, como era de se esperar, também fez com que ela desenvolvesse
Ansiedade de Separação. Uma das ferramentas que uso para trabalha-la é este
treino do comando “Fica” na porta, que também é importante para que ela não
escape para o corredor.
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A Nense é muito sociável com pessoas, mas com
outros cães, nos passeios, muitas vezes demonstra ansiedade para interagir com
eles, o que faz que muitos donos se afastem, mas com as aulas de passeio este
comportamento melhorou muito e ela já fez vários amiguinhos desde que começamos
com elas. |
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Esta fofa é a Amora,
uma Pug de 8 meses. Desde que chegou na vida dos seus donos ela mora na casa
dos pais da sua dona com suas primas Cora, uma Maltês de 3 anos e Felícia, uma
Shih-tzu, também de 3.
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| A principal razão
pela qual eles me chamaram foi porque a Amora desenvolveu um ciúme tão grande
da Cora e da Felícia que, muitas vezes, ela as atacava seriamente quando elas
interagiam com seus donos ou com os pais da sua dona. Momentos de paz e
brincadeiras como esses destas fotos começaram a se tornar mais comuns que as
brigas com o trabalho que estamos fazendo e com a dedicação fundamental da sua
família. Vocês também podem ver mais alguns no vídeo, com trechos que sua dona
me enviou, na guia de vídeos aqui do blog. |
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| Eles estão
trabalhando as associações positivas entre elas, a obediência, usando comandos
de obediência e as repreensões da forma correta. |
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Outro momento em que
ocorrem essas brigas, que também estão diminuindo, é quando alguém ou algum
cachorro fica parado em frente à sua vila, ou entra nela, ou mesmo se dirige
até a sua casa, até que seja recebida; é a chamada Agressividade por
Transferência. Por isso as meninas estão sendo treinadas para que esperem a
chegada das pessoas longe da porta, onde o espaço é mais estreito, assim como
não desçam até ela quando começarem a latir indicando que perceberam algum
movimento fora que possa gerar as brigas.
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A Amora também é muito ansiosa e dependente
dos seus donos. Então, algumas vezes, ela morde móveis da casa, pega alguns
objetos, cava paredes, brinca de morder os seus donos e pula na mesa do seu
dono quando ele está trabalhando. Assim também foi importante estimulá-la a
brincar mais com seus brinquedos, mesmo sozinha, e trabalhar sua independência.
Outro hábito que a família gostaria de mudar, que ela mesma, sem querer
estimulou, é o de pedir comida à mesa quando eles estão fazendo suas refeições. |
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| O bonitão aqui é o
Bono, um Buldogue Francês de 4 anos. |
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O Bono sentiu muito a
partida do seu irmão, há alguns meses, e começou a apresentar alguns problemas
de comportamento como ansiedade; aumentou a dependência da sua dona, seguindo-a
pelo apartamento; começou a evacuar fora do local certo quando o as portas para
a varanda ficavam fechadas e a errar o local da urina algumas vezes.
|
 |
| Além de puxar durante
o passeio o Bono também ficou agressivo com a maioria dos cães, tentando
avançar neles. Estamos tendo progressos, mas também foi importante trabalhar o
controle e a obediência dele em casa, para que começasse a obedecer mais na
rua; por isso fiz este treino com a guia no apartamento. |
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O Bono também começou
a ficar agressivo com o porteiro do seu prédio quando ele vai ao apartamento.
Esta é mais uma razão para trabalhar bem a obediência dele.
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 |
Além disso, ele costuma escapar quando seus
donos abrem a porta; por isso fizemos esse treino. Outros comportamentos
desagradáveis do Bono são cavar algumas das plantas, tentar brincar com o
aspirador de pó quando está sendo usado e pedir comida à mesa. |
29/02/24
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| Este casal fofíssimo é a Pepa, de 4 anos e o
Pipo, de 3. |
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| A principal razão pela qual seu dono me chamou é
porque eles latiam muito para barulhos no corredor e na coluna do prédio e
também na sua ausência, o que estava gerando reclamações dos vizinhos. |
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| Estes latidos na ausência do seu dono mostram,
claramente, que eles sofrem de Ansiedade de Separação, o que também podia se
perceber porque ambos o seguiam muito pelo apartamento e o Pipo lambia muito as
suas patas quando ele ficava muito tempo sem lhe dar atenção. |
 |
| Para resolver estes problemas, além de várias
orientações que dei ao seu dono, com as quais ele começou a sentir melhoras no
comportamento deles já nas primeiras aulas, trabalhamos os comandos de
obediência, que foram importantes para eles aprenderem a controlar sua
ansiedade. Além disso, eles faziam pequenas travessuras, como morder as
almofadas do sofá. |
 |
| Os comandos eu trabalhei basicamente com a Pepa,
que se acostumou comigo nos primeiros minutos da primeira aula, subindo logo no
meu colo, o que ela fazia em todas as aulas, porque o Pipo é muito reservado
com visitas. Já na rua o Pipo é muito tranquilo, enquanto a Pepa é insegura e
ansiosa com outros cães, sobre o que também orientei seu dono como agir, para
que ele mantenha o treinamento, para que ela possa ir melhorando sua
socialização. |
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| Esses dois bonitões são o Charlie, um Buldogue
Francês de 5 anos e o Max, um Old English Sheepdog (para quem conheceu a “TV
Colosso”, programa infantil da TV Globo, é a raça da Priscila), de 5 meses . |
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| Uma das principais razões pelas quais a sua dona
me chamou foi para fazer a sua socialização, para que o Charlie aceitasse
melhor o Max e para que eles passassem a brincar sem brigar, como eles vinham
fazendo, e sem que o Max, que não é agressivo, sem querer machucasse o Charlie
pela suas diferenças de tamanho e força. Isso foi importante, inclusive, para
que ela pudesse trabalhar com tranquilidade mesmo em casa. |
 |
| Ela também precisava melhorar a obediência do
Max, que é um pouco teimoso e ansioso; tirar dele o hábito, normal de todos os
filhotes, de morder os objetos da casa e algumas plantas e brincar de morder.
Além disso, ensinamos comandos de obediência, que são fundamentais para
melhorar sua obediência e autocontrole. |
 |
O Max também precisava aprender a fazer as
necessidades no lugar. Também orientei sua dona para prevenir que ele
desenvolvesse Ansiedade de Separação, que o Charlie já apresenta.
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 |
Também começamos a fazer aulas de passeio porque
o Max puxa muito e para fazer sua socialização com outros cães e todos os
estímulos da rua e também para ensiná-lo a não pular nas pessoas, o que ele
costuma fazer quando vão falar com ele.
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| O fofo aqui é o Doguinho, que vai completar 3
anos em abril. |
 |
| O Doguinho é muito dependente da sua dona,
segue-a muito pelo apartamento e pede atenção em vários momentos em que ela
está ocupada, sendo capaz de fazer
algumas artes para chamar a sua atenção. |
 |
Essa dependência, como seria de esperar, se reflete também durante
a ausência da sua dona, muitas vezes latindo demais, o que gerava reclamações
de vizinhos. Por isso trabalhamos para que ele ficasse mais independente,
estimulando-a a brincar sozinho, o que ele não costumava fazer antes do
adestramento, além de aprender a controlar a sua ansiedade. |
 |
| O Doguinho também é inseguro com qualquer
visita, inclusive com entregadores e prestadores de serviço, às vezes tentando
morder. Esta insegurança também ocorre na rua, com o movimento de carros, pessoas
e outros cães. Isso levava, inclusive, a ele criar dificuldades para a sua dona
colocar sua coleira. |
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| Este lindão é o Maui, um Boiadeiro Australiano
de 9 meses. |
 |
| A principal razão pela qual seus donos me
chamaram foi o fato de ele ser inseguro e ter um comportamento de proteção de
seus donos e territorialismo com visitas, no seu apartamento e no sítio da mãe
do seu dono, ameaçando e, às vezes, tentando avançar em algumas e em um
funcionário do sítio. Eu precisei de algum tempo para que ele começasse a me
aceitar e a interagir comigo. |
 |
O Maui também sofre de Ansiedade de Separação e, na ausência dos
seus donos, morde alguns objetos da casa, como o sofá. Para isso também
procuramos estimulá-lo a brincar com seus brinquedos, inclusive na ausência
deles. |
 |
| Também foi importante trabalhar os comandos de
obediência com o Maui, tanto para melhorá-la, aumentar seu autocontrole, como
para usá-los como ferramentas, em qualquer situação que seus donos precisassem,
como para receber visitas e prestadores de serviço no apartamento e no sítio. |
 |
| Outra situação em que os comandos de obediência
são importantes para qualquer cachorro é nos passeios, como eu estava fazendo
aqui com o Maui, pois, além do treino de condução, pois ele puxa muito durante
as caminhadas, às vezes ele tenta avançar em alguns carros ou motos e, desde
que foi atacado por um gato, tenta avançar nos que circulam pelo condomínio. |
 |
Este fofo é o Lucky, um Beagle com quem comecei o adestramento
quando ele tinha 5 meses. |
 |
| A sua família me chamou para ajudar na educação
dele, que foi comprado por sua matriarca, uma senhora de quase 90 anos. E uma
das razões pelas quais ela me pediu ajuda foi para ensiná-lo a interagir com
ela sem brincar de mordê-la, nem arranhá-la, dadas as limitações físicas e a
fragilidade da pele naturais para uma pessoa desta idade. |
 |
| Como seria de se esperar para a educação de um
filhote a sua família também me pediu ajuda para ensiná-lo a fazer as
necessidades no lugar; a estimulá-lo a brincar com seus brinquedos para não
morder os objetos da casa (o que, para um filhote com muita energia para
gastar, como um Beagle, isso é ainda mais importante), assim como as outras
pessoas além da sua matriarca e suas netas e netos,; a melhorar sua obediência;
mas também a não subir nos sofás e não escapar quando abrirem a porta. |
 |
| Também fizemos suas aulas de passeio, para que
ele aprendesse a andar sem puxar, nem travar, e socialização, que são
importantes para a educação de qualquer cão. |
31/12/23
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Esta lindinha é a Clara, de 7 meses.
|
 |
A sua dona me chamou para ajudar a melhorar alguns comportamentos dela,
como melhorar os acertos das necessidades no pipidollys (para quem não conhece,
é aquela telinha com uma bandeja embaixo) e tapete higiênico, que ela já havia
começado a ensinar.
|
 |
Ela também late muito para as pessoas e
cães que vê da varanda quando fazem barulho, principalmente por haver muito
barulho de crianças (o fato de ela morar em um andar baixo ajuda a deixa-la
mais estressada) e, às vezes late demais para barulhos no corredor. |
 |
Como ela é muito ansiosa, às vezes também late muito para cães na rua,
quando quer interagir com eles, e também para a sua dona, sua filha e o noivo
dela e visitas quando quer atenção.
|
 |
Por causa dessa ansiedade também pula
muito na sua família e visitas quando chegam em casa e também em pessoas e cães
na rua, quando quer interagir. Ela
também demonstra Ansiedade de Separação e, segundo a sua dona, parece ficar deprimida
quando ela sai de casa. Este treino na porta é um dos recursos para tentar
diminuí-la (estimulá-la a brincar com os brinquedos, como na foto 5, também é importante para isto). |
 |
| A boneca aqui é a Aurora, de 2 anos e meio. |
 |
| A Aurora é uma cadelinha muito insegura. Se vocês repararem nas fotos
ela não parece à vontade, apesar de que a partir da segunda aula passou a me
receber com naturalidade, aceitar carinhos, brincadeiras e fazer os treinos com
os petiscos. Porém, ela é naturalmente insegura com visitas; principalmente com
homens. |
 |
| Ela também é insegura com pessoas no interior do seu prédio e na rua,
mas com cães interage bem. Ela tem medo de barulhos em casa e, na rua, tem medo
de tudo no trânsito e de motos mesmo quando estão paradas; até de bicicleta e
cadeira de rodas. |
 |
| Ela também sofre de Ansiedade de Separação; tanto que não gosta de ficar
sozinha nem nos cômodos e não dorme sozinha. Outro problema dela, que é mais um
sinal que ela sofreu maus-tratos, daí tanta insegurança, é que ela não faz as
necessidades em casa; só na rua. Tudo isso está sendo trabalhado. |
 |
Esta bonequinha é a Fiona, com quem comecei a trabalhar quando ela
tinha 3 meses. |
 |
| Os seus donos são um casal de idosos muito bem
dispostos mas que, apesar de já terem dito cães ao longo da vida, nunca tiveram
um de porte pequeno e que vivesse dentro do apartamento. Por isso eles me
pediram para ajuda-los a fazer a educação básica da Fiona. |
 |
Como seria natural, uma das coisas mais urgentes
que eles precisavam era ensiná-la a fazer as necessidades no local desejado.
Ensiná-la a brincar sem mordê-los, inclusive por causa da natural fragilidade
maior das suas peles, nem os objetos da casa também era importante e faz parte
da educação básica. Um dos recursos para evitar essas mordidas indesejadas é
estimular o cãozinho a brincar com seus brinquedos, mas ensinar comandos de
obediência para melhorá-la e ensiná-los a esperar para conseguir o que querem,
controlando sua ansiedade, também é importante.
|
 |
| Também fiz com eles as aulas de passeio, para
apresentá-la ao mundo de uma forma tranquila, para que ela não se tornasse uma
cadelinha insegura, e também para que ela aprendesse a passear sem puxar, nem
travar. |
 |
Essa princesinha é a Eevee, de 6 meses.
|
 |
| A Eevee apresenta uma grande dependência dos
seus donos, seguindo-os pelo apartamento, principalmente atrás da sua dona;
pula neles e late muito quando quer atenção, inclusive quando estão
trabalhando, pois eles trabalham em parte em home office, o que muitas vezes os
atrapalha; pula na cama dos seus donos durante a madrugada, às vezes
acordando-os e já chegou a urinar nela, para chamar a atenção e, quando eles a
deixam fora do quarto, bate na porta até que eles a deixem entrar. Ela também
se urinava por excitação quando eles ou visitas chegavam ao apartamento. |
 |
Todos esses aspectos melhoraram muito ao longo do treinamento,
conforme fomos trabalhando a sua ansiedade, com várias orientações que dei aos
seus donos e ensinando os comandos básicos de obediência. A Eevee também
brincava de morder o casal, diferentes objetos da casa e o tapete higiênico;
cava o gramado, morde as plantas e gosta de brincar com aquelas pedrinhas que
se coloca nos vasos. |
 |
| Esses comportamentos estão melhorando e até a
árvore de Natal, que foi uma tentação nos primeiros dias, deixou de ser
mordida. Também estamos treinando o passeio, porque a Eevee em alguns momentos
trava e, em outros, puxa; além disso, às vezes ela pula em algumas pessoas
quando quer atenção. |
 |
| O fofucho aqui é o Luck, de 4 meses. |
 |
| Os seus donos me chamaram para ajudá-los a fazer
a sua educação básica, sendo que a primeira preocupação deles era que ele
aprendesse a fazer as necessidades no tapete higiênico. Por isso, qualquer oportunidade
pode ser aproveitada para tentar ensiná-lo, como exercitando-o próximo dos
tapetes. Aqui aproveitei para ensinar o comando “Fica” ao Luck bem do lado de
alguns. |
 |
Falando dos comandos, como costumo citar, eles ajudam os cães a
aprender a controlar sua ansiedade, ainda mais filhotes, que tem muita energia
para gastar, e podem ser usados como ferramentas para atingir diferentes
objetivos. |
 |
Juntamente com o controle da ansiedade do
cãozinho, estimulá-lo a brincar com seus brinquedos ajuda a diminuir seu hábito
natural de brincar mordendo sua família e os objetos da casa, além de fazer
parte do trabalho para controlar a Ansiedade de Separação.
|
 |
Assim como com a Fiona, fizemos aulas de passeio
para socializá-lo, para que ele não corresse o risco de desenvolver medo de
nada do mundo à volta, e para que ele não viesse a adquirir o hábito de andar
puxando ou travando.
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 |
Depois que eu havia preparado as fotos e textos
anteriores para postar aqui e nas minhas redes sociais, a mamãe do Luke me
enviou esta foto, muito feliz com ele.
|
 |
| Esta bonequinha é a Panqueca, de 4 anos. |
 |
| E esta doçura é a Eva, de 6 ou 7 anos. |
 |
| A Panqueca é de seus donos desde filhote e a Eva
foi adotada por eles há algumas semanas. |
 |
| Como a Panqueca sempre foi muito mimada, e era
filha única, ela não estava aceitando a Eva. Quando chegava perto dela,
principalmente se a Eva estivesse perto dos seus donos ou de algum objeto que
ela achasse que era dela, a Panqueca tentava mordê-la e, às vezes, a Eva
retrucava. Por isso a principal razão para os seus donos terem me chamado foi
para ajudar na socialização delas, que já estão se dando muito bem. |
 |
O gostosão aqui é o Martin, de 1 ano e 3 meses. Os seus donos o
adotaram, quando ele estava em um lar temporário, depois que seu dono faleceu.
Por causa dessas mudanças drásticas na vidinha dele, eles acharam que poderia
ser bom pedir ajuda a um profissional para auxiliá-los na sua adaptação e, por
isso, me chamaram. |
 |
Devido a esse histórico, o Martin desenvolveu
uma grande dependência dos seus donos e os segue muito pela casa. Por isso dei
várias orientações a eles para tomarem algumas atitudes e que fizessem alguns
treinamentos que o ajudariam a ficar mais independente e a melhorar sua
Ansiedade de Separação.
|
 |
| Uma das atitudes que eu citei acima é o treino
de comandos de obediência, para que ele obedeça melhor seus donos e controle
melhor sua ansiedade. |
 |
Mas, além disso, os seus donos também estavam precisando de ajuda
para ensinar o Martin a fazer as necessidades no lugar. |
 |
O Martin puxava muito no passeio e já teve uma grande melhora
depois da primeira aula na rua; ainda faremos outras e os seus pais sabem que
tem que continuar a praticar, para que ele continue evoluindo nesse aspecto. Ele
também é muito ansioso quando quer interagir com outros cães, o que também está
sendo trabalhado e ele já está conseguindo se controlar mais.
|
 |
O Martin é um ótimo garoto, muito carinhoso e,
em poucos minutos na primeira aula, se tornou meu amigo.
|
31/10/23
 |
| Esta boneca é a Cacau, de cerca de um ano e
meio. Ela foi adotada pela sua dona, depois de ter sido resgatada de uma
situação de abandono e maus-tratos. Assim, ela é um pouco insegura com pessoas
e tem muita posse com suas coisas. |
 |
| Por conta disso, em um dos primeiros dias na sua
casa, ela rosnou para um dos irmãos da sua dona, quando ele se aproximou dela
quando ela estava com um ossinho neste sofá, o que a preocupou e a levou a fazer
contato comigo. |
 |
Fizemos um trabalho para resolver estes
problemas e eventos como este nunca mais aconteceram e ela está totalmente
adaptada com a sua família.
A sua dona também me pediu para ajudá-la na socialização com seu York de 11
anos. A Cacau quer brincar com ele, mas, como ela é um pouco afobada, ele se
assusta e rosna pra ela. |
 |
| A Cacau também chorava quando sua dona saía de
casa e, por isso, tivemos que trabalhar a sua Ansiedade de Separação. Ensinar
comandos de obediência, para também ajuda-la a controlar sua ansiedade de uma
forma geral, é um dos recursos usados para isso. |
 |
Eu aguento com uma fofura dessa?! É claro que tivemos momentos de
carinho e brincadeiras! |
 |
| O lindão aqui é o Fenrir, nesta foto com 3
meses. |
 |
A sua família me chamou para aprender a educa-lo e ajuda-la a
fazer sua educação básica: ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar certo; a
brincar sem mordê-los (o que ele fazia muito), e nem os objetos da casa;
ensinar os comandos básicos de obediência. |
 |
| Também vamos fazer as aulas de passeio e
socialização, para que ele aprenda a passear sem puxar nem travar, e para
apresenta-lo a todos os estímulos externos para que ele não se torne um cão
medroso ou agressivo. |
 |
| Além disso estou orientando sua família sobre
como prevenir a Ansiedade de Separação, antes que ele comece a desenvolvê-la e,
para isso, assim como também para que ele direcione menos sua energia para os
móveis, sobre como estimulá-lo a brincar com seus brinquedos inclusive sozinho,
para que ele não crie a dependência da família para brincar. |
 |
| A família também pediu para ensiná-lo a não
subir no sofá, a não latir tanto para conseguir atenção e para corrigir o seu
hábito de tentar roubar comida sobre a mesa ou na beira da pia e a não mexer na
lixeira da cozinha. |
 |
| Esta boneca é a Lilica, de 3 anos. |
 |
| Seus pais me pediram para ajudar a corrigir
alguns comportamentos desagradáveis: ela tem ciúmes deles, se colocando entre
eles quando se abraçam, e também quando outras pessoas tem contato com eles,
mas sem chegar a ser agressiva. |
 |
| Ela é um pouco insegura com algumas visitas, latindo
para algumas, mas também fica muito excitada com outras, pulando nelas. Ela
também late demais para qualquer prestador de serviço e pessoas que parem ou passem
em frente ao seu portão. |
 |
| Ela também late para os cães da sua vila quando
passa em frente aos seus portões mas, na maioria das vezes, apenas reagindo aos
latidos deles. Ela também puxava muito no passeio, o que já melhorou bastante,
e se tornou insegura com alguns cães na rua, depois que foi castrada, ficando
agressiva com alguns. |
 |
| O garotão aqui é o Café, de 5 anos. Ele
apresenta alguns problemas de comportamento há alguns anos, mas o que levou
seus donos a me procurar foi que ele desenvolveu ciúmes da sua bebê, ficando
muito ansioso quando está perto dela, tendo chegado a mordiscar o seu pezinho. |
 |
| O Café é inseguro com visitas, latindo muito
para elas, tendo chegado a morder uma. Mesmo usando as técnicas de
adestramento, ele ainda não fica totalmente à vontade comigo, apesar de já ter
melhorado bastante e me chamar para brincar. |
 |
| Para melhorar a obediência dele e controlar sua
ansiedade e também criar associações positivas com as visitas, estou reforçando
os comandos de obediência que seu dono já havia lhe ensinado, além de ensinar
os outros que faltam. |
 |
| O Café late muito para o movimento no corredor,
principalmente com os vizinhos passando, e para o barulho do elevador, que fica
praticamente ao lado do seu apartamento. Ele também é muito dependente dos seus
donos; sofre de Ansiedade de Separação e, por isso, fizemos esse treino na
porta, que o casal vai ter que repetir e aprimorar, como uma das estratégias
para lidar com ela. |
 |
| Também devido à dependência e ciúmes que o Café
tem dos seus donos, ele late para pessoas que passam muito perto deles durante os
passeios e é inseguro com a maioria delas. Já, com cães, ele tenta interagir
com a maioria, apesar de já ter sido mordido uma vez. |
 |
| A fofíssima aqui é a Pérola, de 5 anos. |
 |
| A sua família me chamou para ajuda-la a
ensiná-la a fazer as necessidades no lugar; a não morder os objetos da casa; a
socializa-la com sua gatinha, que tem medo dela. |
 |
| A Pérola também é muito ansiosa, pulando muito
nos seus donos e nas visitas quando chegam em casa, e também para comer e
beber. |
 |
Também trabalhamos o passeio, para que ela
ficasse menos ansiosa nele, para que parasse de puxar e interagisse com os
outros cães com mais tranquilidade.
|
29/08/23
 |
O gostosão aqui é o Jack, de 3 anos. Assim como vários outros
cães, ele foi adotado por sua família durante a pandemia, nos seus primeiros
meses. Por isso, como ela passou algum tempo sem leva-lo muito para passear e
recebendo poucas visitas; assim sua socialização não pôde ser feita da forma
adequada. |
 |
| Em consequência disso, ele desenvolveu
insegurança com pessoas em casa e na rua e com alguns cães, além de um grande
senso de proteção dos seus donos, tendo chegado a morder um parente, numa
reunião familiar na casa de outro, quando esta pessoa se aproximou do seu dono.
Além disso ele late muito para as visitas, tendo chegado a ameaçar morder uma
delas, o que também aconteceu com pessoas na rua. |
 |
| Por tudo isso eu precisei ir conquistando a
confiança do Jack aos poucos. Na primeira aula ele latiu muito para mim, mas ao
fim dela chegou a comer petiscos na minha mão; na segunda não demonstrou reação
quando duas das suas donas passaram ao meu lado, junto a ele e, na terceira,
começou a brincar comigo e eu já conseguia circular com naturalidade pela casa,
inclusive abraçar sua família. |
 |
Este treino na porta foi parte do treinamento para sua família
receber visitas, fazendo-o esperar a uma certa distância dela (com a
continuidade do treinamento ela conseguiu deixa-lo a uma distância suficiente
para que as visitas entrassem com tranquilidade) e também visava que ele não
saíssem sem autorização e para ajudar a trabalhar uma certa Ansiedade de Separação
que ele tem, por ser muito grudado nos seus donos. |
 |
| Outro ponto que tivemos que trabalhar com o Jack
é que ele puxava muito no passeio. Aos poucos ele está melhorando em todos
estes aspectos e sua família sabe que a continuidade do treinamento é
fundamental para que ele continue a melhorar. |
 |
| Esta boneca é a Chiquinha, de 6 meses, que foi
resgatada por seus donos de uma situação de maus-tratos. |
 |
A Chiquinha é um amor de cadela mas, como todo filhote, tem muita
energia para gastar e é muito ansiosa. Como seus donos são um casal de idosos,
principalmente o marido, que é mais frágil, uma das razões pelas quais eles me
chamaram foi para ajudá-los a lidar com esta energia, para que ela não os machucasse
sem querer. |
 |
| Assim, além de ensiná-los como educá-la, como
estimulá-la a brincar com os brinquedos e não brincar de morder eles, nem as
coisas da casa; como socializá-la com seus gatos, ensinei a ela comandos de
obediência, que vão ser importantes para atingir esses objetivos. |
 |
Também fiz um treino do comando “Fica” no portão (que eles vão ter
que praticar, assim como os outros, mas com um cuidado especial), para que ela
não fuja. Quando ela puder ir à rua também faremos aulas de passeio e
socialização. |
 |
O casal fofo aqui é a Brigitte e o João, ambos de 5 anos. Eles
foram adotados pelos seus donos de duas pessoas que os resgataram de situações
de abandono e maus-tratos, o que os levou a desenvolver alguns problemas de
comportamento. |
 |
Eles sofrem muito de Ansiedade de Separação, o que é natural,
visto terem sido vítimas de abandono, latindo muito na ausência de seus donos,
chegando a causar incômodo aos vizinhos, e se lambem muito por compulsão. Eles
também pulavam muito nos seus donos, sendo que o João os seguia muito pela
casa, tal a dependência que tem deles. |
 |
| Eles também são inseguros com visitas, latindo
muito para elas quando vão entrar no apartamento e quando circulam por ele, ou
quando fazem algum movimento brusco, chegando a correr o risco de mordê-las.
Isso aconteceu comigo no início das primeiras aulas, com o João tendo chegado a
me dar uma beliscada, mas ao longo de cada aula eles iam se acalmando, com o
João pedindo para jogar bola e a Brigitte pedindo carinho, até que ficaram
totalmente tranquilos no decorrer das aulas. |
 |
| Outros comportamentos da Brigitte e do João que
incomodavam muito os seus donos e vizinhos é que eles latiam muito quando
ouviam sons no corredor, quando tocava o interfone e a campainha do apartamento
e para alguns movimentos na rua, quando estavam na varanda, principalmente
quando passavam cães ou pessoas fazendo barulho. |
 |
Nos passeios eles puxam durante algum tempo e, às vezes, latem
ansiosos para interagir com alguns cães ou agressivamente para outros. Assim
como o Jack, eles apresentaram melhoras dos comportamentos relatados pelos seus
donos, que continuarão com o treinamento, sabendo que poderão contar com a
minha ajuda, seja à distância ou, se quiserem, também presencialmente, sempre
que precisarem. |
 |
| Essa bonequinha é a Nina, de 7 meses. |
 |
| A Nina apresenta alguns comportamentos que preocupam
as suas donas, fruto da sua Ansiedade: ela lambe muito as patas, morde os pelos,
roda muito atrás do rabo e o morde; cava o chão e o ventilador e morde alguns
objetos, como o tapete, fios e sapatos. |
 |
Ela também é muito dependente das suas donas e brinca de mordê-las
para conseguir atenção. A Nina também fica incomodada com alguns sons, como os vindos do
corredor, barulhos da rua e de programas da TV, principalmente desenhos,
latindo para eles.
|
 |
Nos passeios ela costuma puxar muito e late
muito para alguns cães, quando quer interagir com eles, e fica insegura com
alguns. Ela também se assusta com motos e alguns outros veículos que façam
muito barulho.
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30/06/23
 |
| Esta fofura é a Mila, aqui com 2 meses e meio. |
 |
| Os seus donos me pediram para ajuda-los a fazer
a sua educação básica: principalmente ensiná-la a fazer as necessidades no
lugar certo e não brincar mordendo os objetos da casa, nem as pessoas,
especialmente sua filha pequena, para o que estimulá-la a brincar com os
brinquedos é fundamental. |
 |
| Também ensinei a ela comandos de obediência e,
aos seus donos, a os praticar, para melhorar sua obediência e ajuda-la a
controlar sua Ansiedade. |
 |
O treino do comando “Fica”, na porta, foi importante porque como
parte do treinamento para prevenir a Ansiedade de Separação e porque ela
adorava escapar para explorar o corredor. |
 |
| Essa lindona é a Bohemia, de 9 meses. |
 |
| A principal razão pela qual sua dona me chamou
foi a dificuldade que ela enfrenta com os problemas que a Bohemia apresenta nos
passeios: ela puxa muito; devido à sua insegurança, late para bicicletas e
motos e, às vezes, tenta avançar nelas. Além disso, como ela é muito sociável,
tenta pular em algumas pessoas, principalmente crianças, e nos cachorros, para
brincar. |
 |
| Como eu explico a todos os donos, para que eles
tenham um melhor controle sobre seus cães no passeio, é fundamental que eles
obedeçam pelo menos aos comandos básicos de obediência, que tem que ser
ensinados e reforçados em casa. A dona da Bohemia já havia começado a ensiná-los,
mas precisava melhorar em alguns pontos, e ainda faltava ensinar alguns. |
 |
| Além disso, a Bohemia também precisava aumentar
o acerto das necessidades no tapete higiênico e diminuir a dependência da mãe
da sua dona, pois ela a segue todo o tempo pelo apartamento, quando está só com
ela. |
 |
| Esta bonequinha é a Lua, de 7 meses. |
 |
| Como todo filhote, ainda mais um de uma raça que
tem tanta energia para gastar, como uma Bull Terrier, ela mordia muito os
objetos da casa. Porém seus donos perceberam que ela tinha esse comportamento
principalmente durante a sua ausência ou mesmo quando eles estão em casa em
outro cômodo, ou seu dono não pode lhe dar atenção por estar trabalhando nos
dias em que ele faz home office . Claramente isso demonstrou que ela sofre de
Ansiedade de Separação, o que lhes orientei como trabalhar com ela, que foi a
principal razão para eles terem me chamado. |
 |
| Além disso, sua dona relatou que, apesar de eles
a deixarem subir no sofá, gostaria que ela não subisse quando eles estão
fazendo uma refeição, pois, interessada na comida, ela acaba incomodando. Outro
hábito relacionado, que eles, sem querer alimentaram, é ela ficar pedindo
comida quando eles estão à mesa. |
 |
| Seus donos a ensinaram a fazer as necessidades
no lugar, porém ela estava precisando melhorar o acerto das fezes, que ela
errava na maioria das vezes. A Lua também demonstrava insegurança para sair
para os passeios e puxava muito durante eles. |
31/05/23
 |
| Este lindinho é o Lorenzo, nestas fotos com 4
meses. |
 |
| Os seus donos, que são um casal de idosos, me
pediram ajuda para aprender a lidar melhor com ele, educa-lo e resolver alguns
probleminhas, principalmente o hábito de brincar mordendo-os, principalmente a
sua dona, chegando a machucá-la, com o agravante de sua pele estar mais
delicada devido à idade. |
 |
| Outros hábitos dele eram morder alguns objetos
da casa e escapar para o corredor; por isso fiz este treinamento, mostrado
nesta foto, o que também serviria para diminuir sua ansiedade também na
ausência dos seus donos. Eles conseguiram ensinar bem o Lorenzo a fazer as
necessidades no lugar, mas também dei algumas dicas para que ele pudesse
fazê-las sempre no tapete higiênico. |
´
 |
Nos primeiros passeios com o seu dono o Lorenzo travou algumas
vezes e não demonstrou interesse em se aproximar de outros cachorros. Na nossa
primeira aula de passeio consegui estimulá-lo a andar mais e, quando tive duas
oportunidades, apresentei dois cães que estavam com seus donos a ele, que
interagiu bem com eles. Também aproveitei o passeio para praticar os comandos
de obediência, que também são importantes para ajudar no controle dos cães na
rua. |
 |
Esta bonequinha é a Luna, de 4 anos e, este
bonitão, é o Odin, de 5.
|
 |
| O Odin é inseguro com visitas, late muito e
algumas vezes tenta morder (já chegou a conseguir); eu levei algumas aulas para
conquistar a confiança dele. Já a Luna fica ansiosa com elas e late muito,
estimulada pelo Odin, mas se tranquiliza depois de alguns minutos. Eles também
latem muito na porta quando escutam barulhos no corredor; o Odin muito mais que
a Luna e chegou a morder o seu dono quando foi repreendido por isso. |
 |
| A Luna late muito e puxa no passeio desde a
saída de casa; o Odin puxa, não tanto quanto a Luna, mas tem medo de alguns
ruídos mais fortes, como de motos e alguns carros e de algumas pessoas,
principalmente homens e pessoas altas. Todos esses comportamentos citados
nestas fotos foram melhorando ao longo das aulas. |
 |
| Na nossa penúltima aula os seus donos me
avisaram que estavam comprando uma filhote de Golden. Então eu dei algumas
orientações para eles fazerem a adaptação dela nos primeiros dias e para
começar a acostumar o Odin e a Luna com ela. Quando cheguei para a última aula
encontrei essa fofura da Sol e dei outras orientações para seus donos fazerem a
socialização deles e continuo dando o suporte que eles precisam para melhorá-la.
O Odin ainda se assusta um pouco, mas os três estão se dando bem e brincando. |
 |
Esta semana os donos deles me enviaram esta foto, mostrando como
eles estão ainda melhores, conseguindo treinar os comandos de obediência, que
começaram a ensinar à Sol, juntos. |
 |
| A fofíssima aqui é a Luna, de 4 meses. |
 |
| Seus donos me chamaram para ajuda-los a fazer a
sua educação básica: ensiná-la a fazer as necessidades no lugar, o que ela
aprendeu rapidamente; não brincar mordendo-os, nem as visitas, assim como não
pular nelas; |
 |
| não morder os objetos da casa e só brincar com
seus brinquedos; ensinar comandos de obediência; ensiná-la a passear e
socializa-la com todos os estímulos da rua. Também me pediram para ensiná-la a
aceitar tomar remédios. |
 |
| Também me pediram para socializa-la com seus
gatos, esse casal lindo, a Jujuba, de 8 anos, e o Nescau, de 4. |
 |
Quando eu fui dar a primeira aula de passeio da Luna, depois de
algumas semanas sem os seus donos poderem me receber, eles me contaram que a
Jujuba está se aproximando mais dela (só fica assustada quando ela fica muito
eufórica quando vai interagir), e me mostraram essa primeira foto. No passeio
ela demonstrou interesse em conhecer todos os doguinhos que se aproximaram e
pudemos apresentá-la a alguns, como este fofo. |
24/04/23
 |
Essa turminha fofa é a Meg, de 10 anos, o Zezinho, de 6, e o Bebê,
de 2. |
 |
Os seus donos me chamaram para ajuda-los e melhorar alguns
aspectos do seu comportamento e corrigir alguns problemas. O Bebê, o Zezinho e
a Meg precisavam melhorar o acerto das necessidades no lugar, mas o Bebê
algumas vezes fazia em algum lugar errado, como na cama do casal, para chamar sua
atenção. |
 |
Os três puxam muito no passeio (a Meg quer escolher o caminho); latem para visitas, principalmente o Bebê, e a Meg é a que se tranquiliza mais rapidamente; também latem para pessoas que passam com cães na rua em frente ao apartamento.
|
 |
| Os maiores problemas deles são no passeio,
devido à sua insegurança. O Bebê e o Zezinho latem para algumas pessoas, como
crianças e idosos, e alguns cães, e tentam avançar em alguns deles. O Zezinho
late para qualquer coisa que tenha rodas, como skate e bicicleta e os três
latem para motos. Além disso, o Bebê tem pânico de veículos grandes, como
caminhões de lixo e dos bombeiros. |
 |
Para trabalhar todos esses aspectos dei várias orientações para os
seus donos em casa e fizemos treinos para melhorar sua obediência e ajudar a
controlar sua ansiedade. |
 |
Essas duas bonequinhas são a Lua, de 6 anos, e a
Vick, de 1 ano e meio. As duas são adotadas e a Lua nunca teve problemas de
comportamento que incomodassem a sua dona.
|
 |
| A Vick foi resgatada mais recentemente, quando
ela a encontrou num estado lastimável e com Leishmaniose. As duas se dão muito
bem, mas a sua dona me pediu ajuda para corrigir alguns probleminhas de
comportamento da Vick. |
 |
| Ela destruía algumas coisas da casa, latia muito
para o portão e, às vezes, comia as fezes de alguns dos seus muitos gatos e
gatas. Ela também é muito ansiosa. |
 |
Como a Vick é muito eufórica, às vezes o seu
excesso de energia incomodava alguns dos seus gatos, como esse bonitão aqui.
Então a sua dona também me pediu ajuda para lidar com isso e melhorar a relação
dela com eles.
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 |
Essa fofura é a Lady, aqui com 2
meses. |
 |
Seus pais me pediram para ajuda-los a
fazer a sua educação básica: aprender a fazer as necessidades no lugar certo;
não brincar mordendo-os e nem as coisas da casa; aprender comandos básicos de
obediência; |
 |
A se relacionar com os seus gatos,
Gambá (aqui na foto participando da aula) e Garota, e com seu bebê que está
para chegar. |
 |
Além
disso, naturalmente, quando ela tiver tomado todas as vacinas, vamos fazer as
aulas de passeio e socialização, para que ela não puxe, nem trave nos passeios
e não desenvolva nenhuma insegurança com o mundo externo, para que não fique
medrosa, nem agressiva.
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 |
O fofíssimo aqui é o Mike, de 6 meses.
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 |
Assim como a Lady, sua família também me chamou
para ajudá-la a fazer sua educação básica. Como ele vive mais com a avó da sua
dona (uma menininha de 7 anos), que é uma senhora de 80 anos, ensiná-lo a fazer
as necessidades no lugar e corrigir as brincadeiras de morder foram os dois
aspectos mais importantes para elas.
|
 |
Para ajudar a melhorar este problema das mordidinhas e da sua
ansiedade, ensinar os comandos de obediência tem sido importante. E a sua dona,
que é uma criança muito inteligente, pratica muito bem com ele e ele aprendeu
rapidamente. Mas, como todo filhote, que está descobrindo o mundo, ele também
gosta de brincar com coisas da casa, os calçados e tudo que possa atrair a
atenção da sua família. |
 |
Como o Mike já tomou todas as vacinas, já fiz a primeira aula de
passeio. Ele comportou-se muito bem, sem puxar e adorou fazer um amiguinho
canino que conheceu durante ela. |
27/02/23
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| Essa coisinha linda é a Nina, de 4 meses. Seus
donos me pediram para ajuda-los na sua educação, começando com ensiná-la a
fazer as necessidades no lugar, que ela começou a acertar depois da primeira
aula, e logo já fazia todas as vezes nos tapetinhos higiênicos. |
 |
| Além dos outros aspectos da educação básica,
como brincar sem morder seus donos, nem os objetos da casa; estimulá-la a ser
independente, para que não venha a sofrer de Ansiedade de Separação, outro importante foi ensiná-la a ter cuidado
para não machucar o Nicolas, seu irmãozinho felino, durante as brincadeiras.
Apesar de toda a energia dela, eles se dão muito bem. |
 |
Para tudo isso também foi importante estimulá-la a brincar com os
brinquedos, o que, junto com o ensinamento de Comandos de Obediência, para ajudar
melhorar sua obediência e controlar a sua ansiedade, será importante também por
outra razão: |
 |
| Ensiná-la a conviver com o bebê que sua mamãe
está esperando para breve. Além do trabalho com a Nina também ensinei seus
donos a prepara-la para a chegada dele e, quando estiver mais próximo dela,
revisarei todas as orientações que lhes dei. |
 |
E, como é fundamental para a educação e bem-estar de todos os
cães, começamos as aulas de passeio e socialização. |
 |
Essas fofuras são a Cristal, de 3 anos, que foi adotada há alguns
meses porque sua dona faleceu, e a Kimmy, que já foi minha aluninha, de 13, que
está ceguinha. |
 |
Seus donos me chamaram porque a Cristal desenvolveu muitos ciúmes
da Kimmy e passou a mordê-la, a ponto de machucá-la, quando ela se aproximava
da sua dona ou quando esbarrava nela. |
 |
| Assim, dei várias orientações para os seus donos
sobre como lidar com estes ciúmes, principalmente criando associações positivas
entre elas, para que a Cristal passasse a gostar da presença próxima da Kimmy.
O treino de comandos de obediência com a Cristal, premiando-a por obedecer e
esperar para ser premiada ao lado dela, foi uma estratégia que pode ser usada
com este fim. |
 |
Como a Cristal é muito dependente da sua dona, fiz também o treino
na porta do apartamento, para mostrar a ela que seus donos saem, mas voltam.
Além disso, fiz treinos de socialização na rua, pois ela é insegura com alguns
cães. |
 |
| A fofíssima aqui é a Floquinha, de 4 meses. |
 |
A Floquinha sofre muito de Ansiedade de Separação, chegando a
latir muito em qualquer saída donos, por mais breve que seja, por ter se
tornado muito dependente deles, por eles terem ficado trabalhando em home
office durante a Pandemia. Essa foi a principal razão pela qual eles me
chamaram. |
 |
Eles também me pediram para ensiná-la a não brincar mordendo-os e,
principalmente, seu filho pequeno, além dos objetos da casa; a não subir na
cama do seu filho e nas mesas. Ela também estava precisando melhorar os acertos
das necessidades no tapetinho higiênico e aprender a passear, incluindo a sua
socialização. |
31/01/23
 |
| Esta bonequinha, como carinha de levada, é a
Kate, de 5 meses. |
 |
| A sua dona é uma senhora de 90 anos, que, pelas
fragilidades naturais da sua idade, precisava que ela controlasse a sua
ansiedade e ficasse mais obediente para, interagindo com ela e brincando, não a
machucasse sem querer. |
 |
| Para isso fiz um trabalho com ela e com sua
secretária, que era a principal responsável por cuidar da Kate e, ao final de
quatro aulas, ela já estava muito mais tranquila, permitindo que a sua dona
pudesse começar a fazer carinho nela, sem que ela ficasse pulando ou mordendo. |
 |
| A sua dona também havia pedido para ajuda-la a controlar
o excesso de latidos da Kate, para não incomodar os vizinhos, e também que ela
ficasse mais tranquila na hora da chegada de visitas. |
 |
| Esta fofurinha é a Milla, aqui com 2 meses. |
 |
Como quem acompanha o site e minhas redes sociais já pode
imaginar, seus donos me chamaram para fazer sua educação básica: aprender a
fazer as necessidades no lugar, o que alguns cães tem mais dificuldade para
aprender e precisam de ainda mais dedicação dos seus donos; não morder os
objetos da casa (sim, ela mordeu a minha mochila na primeira foto, como já era
de se esperar; uma vez pegou meu guarda-chuva, para chamar a atenção); não
brincar mordendo-os, ensinar comandos de obediência, |
 |
| Estimulá-la a brincar sozinha e a se tornar mais
independente, também é importante, como para qualquer cão, para que ela não
sofra quando seus donos saírem ou não puderem dar atenção em casa,
principalmente sua mãe, que trabalha a maior parte do tempo em home office. |
 |
Ensinar comandos de obediência é importante
também para isto, para que ela aprenda a controlar a sua ansiedade e a esperar
para conseguir o que quer.
E, como para todos os filhotes, também faremos as aulas de passeio e socialização. |
 |
| Bom, como ninguém é de ferro, as aulas também
tem seu tempo não só para brincadeiras, como de carinho. |
 |
A coisinha linda aqui é a Ariel, nesta foto com 3 meses. |
 |
Assim como a Milla, sua família me chamou para fazer a sua
educação básica, tendo que levar em conta alguns aspectos em particular; um
deles é um cuidado especial com suas brincadeiras mais agitadas, principalmente
a de morder, porque na família há duas senhoras idosas. |
 |
Para controlar a ansiedade da Ariel, que pode levá-la a
machucá-las, assim como melhorar a sua obediência, como fiz com a Kate e a
Milla, além das orientações de como agir da forma certa nestas situações,
inclusive sobre a forma certa de dar as broncas, ensinei comandos de
obediência. |
 |
| Neste sentido também ensinei a família a
estimular a Ariel a brincar com os brinquedos, não só para não morder os
objetos da casa, como para diminuir a possibilidade de ela morder algumas das
várias plantas que há no quintal. |
 |
Fica no portão desfocada – Outro treino fundamental que ensinei a
família a fazer é o do comando “Fica” no portão da casa, para evitar que ela
escape se ele ficar aberto tempo suficiente, que pode ser de alguns segundos,
para que ela escape para a rua. Neste primeiro treino, por segurança, um dos
seus donos estava com ela na guia, mas família sabe que precisa repeti-lo
quantas vezes forem necessárias, até que ela não demonstre interesse em sair
sozinha. |
31/12/22
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A galerinha linda aqui é a Moka, de 1 ano; a Mia, de 9 anos, e o
Melvin, de 16. |
 |
A Moka é uma filhotona, cheia de energia, e muito ansiosa, o que
gera alguns problemas, como ser muito efusiva brincando com o Melvin e com a
Mia (às vezes pulando, o que é normal), gerando alguns momentos de estresse.
Por isso, além de outras orientações que dei aos seus donos, trabalhamos
associações positivas, como treinando os comandos básicos de obediência com
eles juntos; o que também foi importante para trabalhar a ansiedade da Moka e
da Mia. |
 |
| O Melvin, apesar de ser um senhorzinho e ter a audição
bem comprometida, foi capaz de aprender os comandos e a obedecê-los junto com a
Moka. |
 |
Outro aspecto da ansiedade da Moka é a Ansiedade de Separação, que
ela demonstra não só quando sua família sai de casa, mas mesmo quando estão e não
podem lhe dar atenção, como quando estão dormindo, mordendo alguns objetos. |
 |
Além de todos esses aspectos que foram trabalhados, e a Moka
apresentou uma mudança muito satisfatória para os seus donos, também fizemos
aulas de passeio, pois ela muitas vezes puxa durante eles, mas também dando a
liberdade que seus donos gostam que ela, a Mia e o Melvin tenham. |
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| Essa bonequinha é a Maria Flor, de 2 anos e
meio. |
 |
A principal razão pela qual sua dona me chamou foi a sua
insegurança com algumas visitas e algumas pessoas e cães na rua, muitas vezes
latindo muito. Na primeira aula ela latiu para mim por cerca de metade dela,
mas consegui conquistá-la e até ganhar um beijinho. |
 |
Fiz aulas com ela na rua, porém, como essa insegurança está bem
marcada nela, a sua dona sabe da importância de trabalhar ainda mais as
associações positivas com a aproximação de pessoas e cães, antes que ela a
demonstre, para aprender a gostar destas aproximações. |
 |
A Maria Flor também tem o hábito de pedir comida
à mesa e, às vezes, pegar, o que está sendo corrigido. Além disso, ela
apresenta medo de fogos e trovões, sobre o que também já orientei a sua dona.
|
 |
| O bonitão aqui é o Bonnie Blu, de 2 anos. |
 |
| O outro bonitão aqui é seu irmão Yuri, de 8
anos. Uma das razões pelas quais a sua dona me chamou foi para ajudar a
melhorar a relação entre eles, porque às vezes ocorreram ciúmes e situações
tensas por causa deles. |
 |
| Mas a sua dona também me pediu ajuda para
orientar o passeador deles, porque o Bonnie Blu puxa bastante durante ele e
estranha alguns cães. |
 |
| O Bonnie Blu, o Yuri e os dois malteses da sua
dona também, às vezes, latem muito quando se alguém passa em frente ao portão. |
30/10/22
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Esta princesinha é a Blue, uma Pastora Australiana, agora com 3
meses e meio, com a qual comecei a trabalhar quando ela tinha 2.
|
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Como quem já visitou o site pode imaginar, o seu
dono me pediu para ajuda-lo a fazer sua educação básica, apesar de ele já ter
bastante informação.
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 |
| Então, ensinei a ele a ensinar à Blue como fazer
as necessidades no lugar certo; a estimulá-la a brincar com seus brinquedos
para diminuir as brincadeiras mordendo ele e os objetos da casa; a tornar-se
mais independente, para que ela não fique ansiosa tanto durante seu trabalho em
home office, como quando tiver que sair de casa. |
 |
| Além do que, o que é fundamental, também ensinei
a ela os comandos básicos de obediência. |
 |
O seu dono já deu os primeiros passeios com ela, mas também farei
as aulas com ele para que eles e a sua socialização sejam feitos da melhor
forma possível. |
 |
| Essas duas bonecas são a Valentina, de 14 anos,
e a Nala, de 3 meses. |
 |
A principal razão pela qual seus donos me chamaram foi para ajudar
na socialização delas. Como a Nala é um bebê cheio de energia e a Valentina uma
senhorinha, mais cansada e com um problema na sua coluna, eles tem medo que,
sem querer, a Nala a machuque. Mas eles também precisavam que a Valentina
aceitasse a Nala. |
 |
Então dei várias orientações para sua família criar associações
positivas entre elas, para evitar e até diminuir um ciúme que já tinha começado
a surgir, mas também sobre como começar a controlar a ansiedade da Nala, para
que ela não brincasse com a Valentina de uma forma tão efusiva que viesse a
machucá-la, e como direcionar sua energia também para os brinquedos, inclusive
para reduzir as esperadas brincadeiras de morder a família e os objetos da
casa. |
 |
| Esse trabalho foi feito paralelamente à sua
educação básica, como comentei sobre a Blue, acima. Também ensinei a seus
donos, mostrando na prática, como agir quando a Nala tentava morder algum deles
se eles tentassem tomar algum objeto que ela tivesse pego ou tentasse controlar
algum se caísse no chão. |
 |
Além disso a Nala tinha medo de andar de carro, o que foi
trabalhado, e começamos as aulas de passeio e socialização.
|
 |
| A fofíssima aqui é a Mel, de 5 meses, e a Nala,
de 3 meses. |
 |
| A situação da Mel e do Taylor é basicamente a
mesma da Valentina e da Nala: estamos fazendo a socialização dos dois, para que
o Taylor aprenda a gostar da companhia da Mel, com os cuidados para que ela,
com a sua energia de filhote, não ultrapasse os limites da sua paciência, nem o
machuque, devido à sua idade e a alguns probleminhas de saúde. |
 |
Porém, a Mel tinha um probleminha desagradável, a coprofagia (o
hábito de comer fezes), |
 |
E a grande dependência da sua dona, ao ponto
de, muitas vezes, segurar a barra da sua
calça quando ela vai sair. Além disso também orientei sua dona para evitar que
ela vá à piscina sozinha (só quando ela chamá-la), inclusive porque ela já
chegou a se atirar nela sozinha.
|
 |
| Esse bonitão é o Marley, de 1 ano e meio. |
 |
O Marley desenvolveu Ansiedade de Separação depois que seus pais
começaram a sair de casa, depois de um longo período saindo muito pouco durante
a pandemia. Uma consequência até comum desta ansiedade é ele roer os móveis na
ausência deles e até mesmo quando eles estão dormindo. |
 |
O Marley às vezes erra o local das necessidades; algumas vezes ele
late demais na porta; fica inseguro com algumas pessoas que chegam na sua casa
e também com alguns cães e pessoas na rua. |
 |
| Outro problema do Marley no passeio é que ele é
muito ansioso e costuma puxar muito. |
 |
Seus donos o estimulam a brincar com seus brinquedos, mas ele tem
muita resistência a devolver algo que não poderia ter pegado e, às vezes, chega
a rosnar pra a sua dona quando ela tenta tirar o objeto dele. |
29/09/22
 |
| A bonequinha aqui é a Alfonsina, de 8 meses. |
 |
| A sua dona me pediu ajuda para fazer a sua
educação básica, principalmente ensiná-la a fazer as necessidades no tapete
higiênico, porque ela urinava em vários lugares da casa, inclusive nos seus
tapetes e na sua cama. |
 |
Também trabalhamos a sua obediência, apesar de ela não fazer
muitas artes, salvo morder alguns objetos da casa, como o sofá, ensinando os
comandos básicos, como o “Fica”. O “Fica” também vai ajudar a lidar com a
dependência que ela tem da sua dona, inclusive seguindo-a pela casa. |
 |
Estimulá-la a brincar com seus brinquedos também ajuda que ela não
direcione sua energia para os objetos da casa e, ela brincar sozinha, ajuda a
diminuir a dependência da sua dona. |
 |
| O fofíssimo aqui é o Teddy, de 10 anos. |
 |
Entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013 eu ajudei a dona dele,
seu namorado na época e sua família a o educarem, quando ele tinha 9 meses. Para
a minha felicidade e orgulho todos se tornaram amigos e mantivemos contato ao
longo desses anos. Há poucas semanas sua dona e seu, agora, marido, me chamaram
para ajudá-los porque ele desenvolveu Ansiedade de Separação depois que ela
mudou sua rotina de trabalho. |
 |
| Após a primeira aula, relembrando alguns
conceitos que passei para eles da primeira vez, com mais algumas orientações e
reforçando o treinamento, com sua dedicação, ele já começou a apresentar
algumas melhoras e demos continuidade ao treinamento. |
 |
Aproveitando suas aulas de reforço, fizemos uma
de passeio, porque ele tem andado puxando e logo começou a andar mais do lado. |
31/08/22
 |
| O bonitão aqui é o Martini, um Boston Terrier de
4 meses. |
 |
| Seus donos me chamaram para ajudá-los a fazer
sua educação básica: ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar; a brincar sem
mordê-los, nem morder os objetos da casa; |
 |
ensinar comandos básicos de obediência; a ser mais independente,
para que sofra menos na ausência dos seus donos. Também estamos ensinando-o a
passear e fazendo a sua socialização. |
 |
Além disso, orientei seus donos como melhorar o trabalho que eles
já tinham começado, de socializa-lo com a Gorda, sua irmã felina. Agora, dois
hábitos desagradáveis do Martini com relação à Gorda são os de comer sua
comida, o que foi fácil resolver, e o de comer suas fezes, que está sendo
trabalhado. |
 |
Hora do colinho. O Martini é um amor de garoto! Mas precisamos
também tirar o seu hábito de tentar copular com os donos e suas visitas. |
 |
| Essa fofura é a Capitu, uma Schnauzer de 6
meses. |
 |
| As donas da Capitu me chamaram para ajudá-las a
resolver alguns problemas de comportamento. Apesar de elas terem conseguido lhe
ensinar a urinar no tapetinho higiênico, ela ainda errava algumas vezes e as
fezes ela nunca fazia nele, o que foi resolvido. |
 |
A Capitu é muito ansiosa e demonstra isso de diferentes formas: ela
sofre de Ansiedade de Separação; ainda brinca de morder uma das suas donas e a
segue pelo apartamento; fica muito eufórica com a chegada das visitas, latindo
muito para elas (o que está melhorando), o que ela demonstra desde que toca o
interfone e a campainha da porta e ouve a chegada do elevador, pela expectativa
da chegada de alguém. |
 |
Outras consequências da ansiedade da Capitu ocorrem durante os
passeios, durante os quais ela puxa muito e tenta interagir com todas as
pessoas e a maioria dos cachorros (o que seria ótimo), mas late quando não
consegue atenção tanto das pessoas, como dos cachorros. Mas isso está sendo
trabalhado e ela já apresentou uma melhora.
|
 |
| Essa bonequinha é a Chloe, uma Terrier
Brasileira (Fox Paulistinha) de 9 meses. |
 |
| A principal razão pela qual seus donos me
chamaram é que ela sofre de Ansiedade de Separação e, como consequência dela,
morde os móveis na sua ausência. Essa dependência que ela tem dos donos é
demonstrada também por ela pedir muita atenção a eles, inclusive quando estão
assistindo TV, o que às vezes é incômodo e, além disso, ela tem o hábito de
pedir comida quando eles estão fazendo suas refeições. |
 |
Como parte do trabalho para diminuir essa ansiedade, assim como
com a Capitu, estamos ensinando comandos de obediência, além de dar várias
outras orientações aos seus donos. Outra semelhança com a Capitu é que a Chloe
late quando toca o interfone, a campainha da porta e ouve barulho no corredor. |
 |
| A Chloe também estava precisando melhorar os
acertos do xixi e das fezes no lugar que
seus donos queriam. Também trabalhamos o passeio, pois algumas vezes ela trava
nele. Seus donos também me pediram para ensiná-la a dormir mais na sua caminha. |
 |
| A lindona aqui é a Mika, de 1 ano e meio. |
 |
A Mika é agressiva com algumas visitas e demonstra ciúmes do seu
dono. Inclusive por isso nas primeiras aulas, até que eu conquistasse sua
confiança, eu precisei que ele me recebesse com ela na guia para conversamos e
fazer o treinamento. |
 |
Mas a principal razão pela qual seu dono me chamou é que, por
insegurança e, às vezes, por dominância, é agressiva com alguns cães na rua;
outras vezes, pela sua ansiedade, puxa na caminhada e para se aproximar de
outros. Ela também é insegura e agressiva com crianças. |
 |
| A Mika também apresenta algum grau de Ansiedade
de Separação porque demonstra ficar deprimida na ausência do seu dono, durante
a qual não brinca. |
 |
Ela também late demais quando alguns vizinhos passam em frente à
sua casa. Esse treino que o seu dono está fazendo, sob minha orientação, é para
ajudar a controlar sua ansiedade na sua ausência e também quando os vizinhos
passarem. |
 |
| O fofo aqui é o Dom, de 4 meses. |
 |
Quando seu dono o adotou, como a todo filhote, ele precisava
ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar e a se comportar em casa, o que ele
poderia fazer ou não, e sua família também precisava aprender a compreendê-lo e
a lidar com ele. |
 |
| Também, como todo filhote, ele brinca muito de
morder, o que é especialmente delicado para a mãe do seu dono, que é uma
senhora idosa, além de morder objetos da casa. |
 |
| Então estou orientando-os algumas estratégias
para lidar com isso, ensinando comandos de obediência, e ensinando sua família
a estimulá-lo a brincar com seus brinquedos para que ele direcione sua energia
para eles e não mordendo-os, nem às coisas da casa. |
 |
Apesar de passar a maior parte do dia com a mãe do seu dono,
enquanto ele trabalha, ele demonstra sentir muito a sua falta e o segue pelo
apartamento. Além de estarmos trabalhando isso, na próxima aula, quando ele
estiver com a vacinação completa, começaremos as aulas de passeio e
socialização. |
30/07/22
 |
| Esta boneca é a Paçoca, de 3 meses. |
 |
| Sua família nunca teve dogs e pediu minha ajuda
para aprenderem a educá-la. |
 |
| Como todo filhote, ela precisava aprender a
fazer as necessidades no lugar; ela brinca muito de morder, principalmente sua
dona, chegando, às vezes, à machucá-la muito. |
 |
A Paçoca também morde alguns objetos da casa,
principalmente na ausência dos seus donos, e segue a sua dona pela casa,
demonstrando que já sofre de ansiedade de separação.
Também vou ensiná-los a passear com ela, de modo que ela não puxe, nem trave e
a fazer a sua socialização. |
 |
| O fofo aqui é o Godhar, de 1 ano. |
 |
| Os seus donos estavam precisando de ajuda para
ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar e corrigir alguns comportamentos.
Ele tentava copular com seus donos e com as visitas, e tenta morder seus
tornozelos, para não deixa-las sair quando elas vão embora. |
 |
| Ele também é inseguro no passeio e, por isso,
late muito para alguns cães que passam na rua e tenta morder alguns e algumas
pessoas. |
 |
| Além disso ele sofre de Ansiedade de Separação e
late na ausência dos donos, mas também quando ouve alguns sons de movimento de
pessoas no prédio. |
 |
| Este outro fofo
é o Chico, de 2 anos. |
 |
O Chico é um cãozinho inseguro e possessivo com seus donos, o que
causa alguns problemas de comportamento. |
 |
| Ele é inseguro e agressivo com visitas e sempre
tentava mordê-las, o que ele melhorou ao longo do treinamento. Na rua ele tenta
avançar em pessoas que se aproximem dos seus donos, o que também melhorou e é
agressivo com alguns cachorros, o que seus donos continuam a trabalhar mesmo
após o fim do treinamento. |
 |
| O Chico também latia para qualquer barulho no
corredor. E ele dorme a maior parte do tempo durante a ausência dos seus donos,
o que não é bom, pois significa que ele sofre na ausência deles, já que não se
interessa em se ocupar com seus brinquedos, o que tentamos estimular. |
30/06/22
 |
| O fofo voador aqui é o Sassá, de 4 meses. |
 |
| Ele é o primeiro dog da sua família, que estava
tendo algumas dificuldades na sua educação; uma delas, como é natural, para
ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar certo. |
 |
Como todo filhote cheio de energia, ele faz algumas artes, como
morder alguns objetos da casa, as plantas (inclusive cava os vasos), além de
seus donos. Estamos
trabalhando para melhorar estes comportamentos, estimulando-o a brincar com os
brinquedos e trabalhando sua obediência e para controlar sua ansiedade. |
 |
| Também estamos trabalhando para que ele não
escape para o corredor quando a porta do apartamento for aberta e, na sequência
deste treinamento, para que ele fique menos ansioso quando seus donos saírem de
casa. |
 |
| Além disso estamos
fazendo as aulas de passeio, para que ele não puxe, nem trave, e a sua
socialização. |
 |
O fofíssimo aqui é o Fred, de 2 meses. |
 |
| Sua dona me chamou para fazer sua educação
básica: ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar (o que ele aprendeu em
poucos dias e logo passou a pedir seu biscoitinho de premiação quando faz); |
 |
| a não brincar mordendo-a, (inclusive por sua
pele ser mais delicada por ser uma senhora idosa), nem aos móveis; |
 |
| ensinar comandos de obediência, para melhorá-la
e ajudar a controlar sua ansiedade, e para que ele aprenda a esperar para
conseguir o que quer. |
 |
Também estou ensinando sua dona a estimulá-lo a brincar sozinho,
para que ele não a morda, nem às coisas da casa, mas também se ocupe na sua
ausência e a sinta menos. Quando
ele puder passear vou ensiná-la a fazê-lo da forma certa, além da sua
socialização. |
 |
| Essa bonequinha é a Letty, de 2 meses. |
 |
| Os seus donos me chamaram para fazer a sua
educação básica, principalmente ensiná-la a fazer as necessidades no lugar, não
mordê-los nem, principalmente, seu casal de filhos pequenos. |
 |
| Também estou ensinando a ela comandos de
obediência e, a seus donos, como lidar com sua grande dependência, pois ela os
segue muito pela casa, para diminuir a possibilidade de desenvolver Ansiedade
de Separação. Assim que ela estiver liberada pelo veterinário para ir à rua,
também faremos suas aulas de passeio. |
26/04/22
 |
Essa boneca é a Zoe, na sua primeira aula, em 25/03, quando
completou 3 meses. |
 |
Sua família me chamou para ajudá-la na sua educação básica, como
ensinar comandos de obediência; aprender a brincar sem mordê-los, nem os
objetos da casa, e nem mexer nas plantas, estimulando-a a brincar com os
brinquedos; |
 |
| a fazer as necessidades em ponto do quintal e a
circular por dentro da casa sem fazer bagunça. Também me pediram para
socializá-la com seu gato e gatas (além de não mexer na sua comida, nem caixa
de areia) e também fazer sua socialização na rua, quando ela puder passear e a
fazê-lo andando do lado, sem puxar. |
 |
| Aqui estávamos fazendo um primeiro treino no
portão, para não correr o risco de ela escapar para a rua - depois faremos
outro, aumentando a dificuldade. Outro treino que faremos é o de
anti-envenenamento, para não correr o risco de ela comer algo que não deve,
lançado na casa por alguém mal-intencionado. |
 |
Hora do recreio, que ninguém é de ferro. 🙂 Logo
depois fizemos a troca do cabo por um brinquedo. |
 |
| A fofíssima aqui é a Aurora, de 3 meses. |
 |
| Seus pais me chamaram para fazer sua Educação
Básica e, como vocês já podem adivinhar, uma coisa que eles me pediram foi para
ensiná-la a fazer as necessidades no lugar certo, o que ela já faz quase
sempre. |
 |
Também me pediram para ensiná-la não morder as coisas da casa e
nem a eles e, principalmente, suas crianças de 2 e 5 anos.Para isso, estimulá-la a a brincar com brinquedos e ensinar os
comandos de obediência, para ajudá-la a direcionar melhor sua energia e
controlar sua ansiedade é fundamental.
|
 |
Com essa carinha de sapeca e toda a energia de um filhote, ainda
mais sendo um Beagle, que tem muita, seus donos também me pediram para
ensiná-la a brincar com seu gatinho, de 9 anos, de modo a não assustá-lo, nem
machucá-lo acidentalmente, e fazer a socialização dos dois. Também vou
orientá-los sobre como fazer a socialização na rua da forma correta (apesar de
ela já ser muito dada) e ensiná-la a passear sem puxar. |
 |
| Esta bonequinha é a Lillan, uma Galgo Italiana,
de 1 anos e 10 meses. |
 |
| Os seus donos já haviam ensinado quase todos os
comandos básicos de obediência em casa e até alguns especiais, como o
"Cumprimenta", aqui na foto. Então, nesse aspecto eu só orientei como
aprimorar alguns detalhes, porém, |
 |
| precisei lhes mostrar como ensinar o comando
"Junto" nos passeios, que foram a principal razão por eles terem me
chamado. Além de puxar em algumas situações, ela demonstra insegurança em
outras, principalmente com o barulho dos carros e com a aproximação de muitas
pessoas. |
 |
| Inclusive, ela também demonstra insegurança
com entregadores e com algumas visitas, e eu levei algumas aulas para que ela
começasse a aprender a confiar em mim. |
 |
Sabem
aquele dog que é muito amoroso, alegre, brincalhão, mas adora pegar seus
objetos e morder as coisas da casa? O Red, esse bonitão de 8 meses, é um deles. Essa foi uma das principais razões
pelas quais o seu dono me chamou. |
 |
Em grande parte esse comportamento se deve à sua ansiedade e que é
mais marcante durante as ausências do seu dono, porque ele sofre também de
Ansiedade de Separação. |
 |
Bom, como um bom Husky, ele tem momentos em que é muito teimoso.
Um dos momentos em que ele demonstra isso é durante os passeios já que, se por
um lado puxa muito, algumas vezes não vai até seu dono quando é chamado. |
 |
Outro aspecto do comportamento do Red que estamos trabalhando para
melhorar é seu hábito de brincar de morder e seu dono se preocupa especialmente
com seu filho pequeno. Além disso, às vezes ele tenta copular com as visitas e,
em outras, faz as necessidades fora do lugar certo para chamar a atenção. |
28/02/22
 |
Esta
bonequinha é a Lilith, que agora está com quatro meses e meio, mas com quem
comecei a trabalhar quando tinha dois e meio. |
 |
Como é
natural, seus donos me chamaram para ajudar a fazer a sua educação básica:
ensiná-la a fazer as necessidades no lugar; não destruir as coisas da casa e
não brincar mordendo-os , estimulando-a a brincar com os brinquedos; |
 |
ensinar os comandos básicos de obediência; não latir em excesso
quando ouvir barulho no corredor e trabalhar sua independência, para tentar
evitar que ela desenvolva Ansiedade de Separação, principalmente quando seu
dono diminuir a carga de trabalho em casa e ter que sair mais. |
 |
Como tivemos que esperar ela terminar sua vacinação, esta semana
fizemos sua primeira aula de passeio e socialização. |
 |
O bonitão aqui é o Nino, de aproximadamente 4 anos. |
 |
O Nino apareceu, vagando, na rua de uma família de ex-clientes. Eles
resolveram resgatá-lo e sua filha mais velha, que mora em outro local, mas
frequenta muito a casa dos pais, resolveu adotá-lo. |
 |
Quando trabalhei com eles, em 2010, eu os ajudei na educação dos
seus Yorks de um ano, Lucky e Marley. O Lucky, infelizmente, já partiu; o
Marley, apesar da catarata, está bem. Ajudar a família a socializar ele e o Nino
foi uma das razões pelas quais eles me chamaram. |
 |
Como já faz muito tempo que fizemos as aulas, a família também
precisou de ajuda para relembrar como ensinar a um cãozinho tudo que ele
precisa para um bom convívio em casa, além de passear sem puxar e se relacionar
bem com outros cães. E o Nino está aprendendo tudo rapidamente. |
 |
Este garotão é o Balboa, um American Bully, aqui com 3 meses e
meio. |
 |
Ele é o primeiro cão dos seus donos em apartamento e, por isso, me
pediram ajuda na sua educação. |
 |
Como todo filhote, o Balboa brinca muito de morder e alguns,
principalmente de raças mais ativas, podem ter este comportamento mais marcado;
ao longo das primeiras aulas ele foi melhorando. Seus donos também me pediram
para ensinar os comandos básicos de obediência, o que também ajudou com relação
às mordidas, por ele começar a aprender a controlar sua ansiedade. |
 |
| Eles também me pediram para ensiná-lo a passear
sem puxar no passeio; socializar com outros cães não foi problema, porque ele é
muito dado e quer brincar com todos. Também os orientei sobre como ensiná-lo a
fazer as necessidades no lugar. |
 |
| O fofíssimo aqui é o Beethoven, de 9 meses. |
 |
Ele foi doado, há um mês e meio, para sua
família atual por uma que, além de bater nele com vassoura, o mantinha em um
espaço muito pequeno, onde ele não tinha condições de gastar sua energia e
quase não passeava com ele.
Por conta disso, se não bastasse ele ser de uma raça muito ativa, ele tornou-se
um cão muito ansioso, se automutilava e desenvolveu uma dermatite. Felizmente
ele não se tornou agressivo, é um doce, mas é algo que poderia ter acontecido. |
 |
| Por conta disso tudo, seus donos me pediram
ajuda para educa-lo, trabalhando para que ele começasse a aprender a controlar
sua ansiedade; a não pular nos seus donos (uma moça e um casal de idosos), nem
brincar de mordê-los, uma das consequências da ansiedade; assim como não morder
os objetos da casa. |
 |
Para isso foi importante ensinar-lhe os comandos básicos de
obediência, como o “Fica”, aqui na porta de casa, para não correr o risco de
escapar quando for aberto o portão que dá para a rua. Também estamos começando
a trabalhar o passeio, para que ele não puxe e melhorar sua socialização.
Quanto às necessidades no lugar, temos apenas que melhorar os acertos em um
local dentro de casa, para quando ele não puder fazer no quintal. |
26/01/22
 |
Essa boneca é a Lyra, de um ano e nove meses. A sua família estava
precisando de ajuda para lidar com alguns problemas de comportamento dela,
sendo o principal a Ansiedade. Por conta dela a Lyra pula muito na família e
nas visitas, é muito dependente da sua dona e puxa muito no passeio. |
 |
| Com o treinamento ela praticamente já não puxa
mais no passeio, mas também temos que melhorar a sua socialização porque ela é
insegura com alguns cães, principalmente os maiores, assumindo uma postura
submissa diante deles. |
 |
Outra coisa que precisamos trabalhar com a Lyra foi melhorar o
treinamento dos comandos “Senta” e “Deita”, que sua dona ensinou sozinha,
seguindo o que aprendeu em vídeos na internet, mas que não ficaram claros para
ela, levando-a a não separar bem um do outro, como expliquei no vídeo que fiz
dela e postei em dezembro, e ensinar os outros comandos básicos de obediência. |
 |
Também orientei seus donos como agir para corrigir seu hábito de
mordê-los quando eles vão retirar dela algo que ela não possa pegar.
|
 |
| O bonitão aqui é o Watson, de aproximadamente um
ano e meio, que a sua dona adotou em setembro. |
 |
A principal razão para a sua dona ter me chamado foi para
ensiná-lo a fazer as necessidades também em casa, pois ele só está acostumado a
fazer na rua. Na única vez em que ele foi fazer em casa, logo que o adotou, sua
dona se precipitou e lhe deu uma bronca por fazer em um lugar que ela não gostaria
(NUNCA deve se dar broncas pelo cão fazer as necessidades no lugar errado), o
que o deixou mais inseguro. Agora ela está se esforçando para seguir as minhas
orientações e agir da forma correta. |
 |
Em casa ele é muito comportado, não faz artes e
se dá muito bem com seu irmãozinho Mike, o gatinho da foto anterior. Mesmo
assim, sua dona entendeu a importância de ensinar os comandos básicos de
obediência, inclusive para ajudar a controla-lo melhor nos passeios.
|
 |
Na rua começamos a trabalhar sua socialização, porque ele é
ansioso para interagir com alguns cães e inseguro com outros, o que o leva a se
tornar agressivo. Provavelmente estes comportamentos são fruto do que ele
sofreu quando estava abandonado.
|
27/11/21
 |
| O lindinho
aqui é o Bento, de 7 anos. |
 |
| A sua mamãe me chamou para ajuda-la a lidar com
algumas situações: ele é muito dependente dela e a segue muito pelo
apartamento. Isso às vezes a atrapalha durante suas reuniões de trabalho,
quando ela está em home office, pois, muitas vezes, ele pede atenção durante
elas. Ele também apresenta lambedura por compulsão, devido à sua ansiedade. |
 |
| Outra coisa que é desagradável para a sua dona é
que, apesar de demonstrar desconfiança das visitas quando ainda está começando
a conhece-las, depois que se acostuma a elas pede muita atenção ao ponto de,
algumas vezes, se tornar exagerado e incomodar. Porém, ele não gosta quando
alguém se aproxima demais da sua dona e pode ficar agressivo. Ao longo das
aulas, consegui ir conquistando-o, a ponto dele me permitir sentar ao lado
dela, e a ensinei a fazer os mesmos procedimentos com suas outras visitas. |
 |
| Ele também puxa muito no passeio, às vezes
cruzando de um lado para o outro, e é inseguro com pessoas e agressivo com
outros cães. Aqui a sua dona está conduzindo-o, depois de eu lhe orientar como
fazê-lo, durante o primeiro treinamento. |
 |
Esta bonequinha é a Amy. Comecei as
aulas dela quando ela estava com 3 meses, logo depois do seu dono tê-la adotado. |
 |
| O seu dono já tinha começado a ensinar comandos
de obediência a ela, mas precisa melhorar alguns e ensinar outros. Porém, o que ele sentia mais falta
eram coisas comuns à educação básica, como melhorar os acertos das necessidades
no local, |
 |
corrigir
a brincadeira de mordê-lo e o fato de morder alguns objetos da casa e suas
plantas; não pular nas pessoas, principalmente nos seus pais, que são idosos,
e, muito importante, tratar sua Ansiedade de Separação, pois ela sofre muito em
qualquer saída rápida dele que, por enquanto, está trabalhando principalmente
em home office. |
 |
Como
ela só terminou a vacinação a semana passada, vamos começar as aulas de passeio
e socialização assim que as chuvas deixarem. |
 |
| O fofíssimo aqui é o Nanquim, de 3 meses. |
 |
Assim como o dono da Amy, sua família
me chamou para fazer a sua educação básica, como ensinar a fazer as
necessidades no lugar; corrigir o hábito de brincar de morder as pessoas, móveis
e alguns objetos da casa, estimulando-o a brincar com os brinquedos; |
 |
| ensinar os comandos básicos de obediência e
trabalhar para ele controlar melhor sua ansiedade e se tornar mais
independente, para não sofrer tanto quando seus donos não puderem lhe dar
atenção ou tiverem que sair de casa. |
 |
Como ele estava um pouco debilitado
quando foi adotado, o início da sua vacinação atrasou um pouco mas, assim que
ela estiver completa, faremos suas aulas de passeio e socialização. |
 |
| Essa coisona linda, relaxada depois de fazer uma
festa comigo, é a Pudim, de 1 ano e meio. |
 |
| Ela é uma cadelinha muito amorosa, mas muito
ansiosa, o que gera algumas situações desagradáveis: ela pula muito nos seus
donos (e pula tão alto que chega à altura do rosto do seu dono, que mede mais
de 1,80), nas visitas e em algumas pessoas na rua; |
 |
| cria uma certa dificuldade para colocar a
coleira e, como era de se esperar, também em consequência da ansiedade, também
puxa muito no passeio. Outro problema no passeio é que ela tenta avançar em
alguns cães. |
 |
Com o treinamento ela está muito mais
tranquila em casa. Outro problema que estamos trabalhando é a sua ansiedade de
separação. Uma arte que ela faz algumas vezes é cavar a terra das plantas e
arrancá-las do vaso. Além disso, apesar de saber fazer as necessidades no
lugar, às vezes ela urina no tapete de casa. |
27/10/21
 |
O fofíssimo aqui é o Barack, um
Staffordshire Bull Terrier, nesta foto com 2 meses e meio. |
 |
| O seu dono me chamou para ajudá-lo a fazer a sua
educação básica, como ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar; brincar com
seus brinquedos e não morder ele e os móveis; |
 |
| ensinar os comandos básicos de obediência;
estimulá-lo a ficar mais independente, para tentar evitar que desenvolva
Ansiedade de Separação. |
 |
| O treino do comando "Fica" é
importante para aumentar a obediência e autocontrole do cãozinho e, quando
feito na porta de casa, ajuda, na etapa seguinte a esta, a ficar menos ansioso
quando seu dono sai. |
 |
Aqui estava treinando para começar a acostumá-lo a andar na guia,
para quando formos fazer a primeira aula de passeio e socialização. |
 |
Este outro fofíssimo é o Zig, aqui com 2 meses. |
 |
| A sua dona que, até então, não tinha criado cães
em apartamento, só em quintal, também me pediu ajuda para fazer a sua educação
básica, assim como o dono do Barack. Em pouco tempo ele aprendeu a começar a
fazer as necessidades no tapete higiênico e logo passou a procura-lo sempre. |
 |
Também o estimulamos a brincar com seus brinquedos, para reduzir o
hábito de morder sua dona para conseguir atenção; os móveis ele praticamente
não morde. |
 |
| Como sempre ensinei os comandos básicos de
obediência e fiz as aulas de passeio e socialização com sua dona. Ele já anda
muito bem na rua, sem ficar puxando, e interage com qualquer pessoa e bem com a
maioria dos cães que conheceu. |
 |
| O lindão aqui é o Toddy, de 4 anos. |
 |
A sua família me chamou para ajudar a melhorar alguns aspectos,
como a obediência, inclusive ensinar os comandos básicos; aumentar os acertos
das necessidades no lugar; |
 |
diminuir os latidos quando toca o interfone ou quando há movimento
no corredor, e tratar sua Ansiedade de Separação, pois ele é muito dependente,
principalmente da sua dona. |
 |
Outro aspecto que temos que trabalhar muito é a sua insegurança na
rua, pois ele tem medo de quase qualquer barulho e de movimento de carros e
pessoas.
|
 |
Essa bonequinha é a Mel, de 2 anos e meio. Ela foi resgatada de
uma situação de maus-tratos e adotada há alguns meses pelos seus donos. |
 |
Essa carinha desconfiada dessas duas fotos é fruto do que ela
passou; ela é insegura com visitas e com pessoas na rua, o que é uma das razões
que levou seus donos a me chamarem. A partir da segunda aula ela começou a me
aceitar melhor e me permitir trabalhar com ela e está mais segura em casa. |
 |
| Ela também é insegura com pessoas na rua; para
algumas ela late ou tenta fugir. Porém, ela também é insegura com cães (também
fruto do que ela passou antes de ser adotada) e late muito para alguns e às
vezes tenta avançar. Esta situação nós estamos trabalhando. |
 |
Outra situação difícil com a qual seus donos estavam lidando é que
a Mel nunca se sentia à vontade para fazer as necessidades em casa (o que é
importante para qualquer cão, para que ele faça sempre que tiver vontade e não
corra o risco de adoecer por ficar se segurando por tempo demais), e só fazia
na rua. Com muito esforço deles, seguindo as minhas orientações, a Mel começou
a fazer em casa e, poucos dias depois de passar a fazer na área escolhida por
eles, passou a fazer em cima do jornal. Foi uma grande vitória para eles,
principalmente porque a Mel nunca havia sido treinada para isso. |
30/09/21
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| O bonitão aqui é o Hulk, de 9 meses. Ele é o
primeiro Chow Chow com o qual eu trabalho. Apesar de a raça ser conhecida por
ser reservada com estranhos, até o final da primeira aula ficamos amigos e
ganhei a liberdade até para abraçá-lo e afundar as mãos neste pelo delicioso. |
 |
Porém, como também é típico da raça, ele é muito teimoso e uma das
razões de sua dona e seu filho terem me chamado foi melhorar a sua obediência.
Para isso os orientei a mudar várias atitudes e a incluir algumas novas na sua rotina com
ele, além de ensinar comandos básicos de obediência. |
 |
Um comportamento desagradável que o Hulk tem é brincar de morder
sua dona, seu filho, as visitas e seu gato, o Russo. Além disso ele também
tenta copular com as visitas e com o Russo e, muitas vezes, é bruto, sem
querer, nas brincadeiras com ele. Para melhorar estes comportamentos também já
os orientei. O Hulk também precisa aprender a fazer as necessidades no lugar
certo e fazer mais em casa e não apenas na rua. |
 |
Outro aspecto que precisamos trabalhar é ensiná-lo a aceitar
colocar a coleira e passear sem puxar, porém ele é muito tranquilo com os
outros cães na rua. Sua dona também me pediu para ensiná-lo a aceitar colocar
remédio no ouvido e a tomar remédio, sem que tente mordê-los.
|
 |
A garotona
aqui é a Luna, de 2 anos e meio. O fato de ela estar com seu dono segurando-a
pela guia foi uma das razões de ele e sua família terem me chamado: ela tem
dificuldade de aceitar pessoas estranhas em casa e é muito protetora com eles. |
 |
Nas primeiras aulas a reação dela comigo foi agressiva mas, ao
longo delas, ela foi aprendendo a me tolerar e me permitindo ficar próximo a
eles, inclusive bem ao lado do seu dono nas aulas de passeio e socialização,
inclusive segurando a guia, o que, segundo eles, ela nunca tinha permitido a ninguém.
Outra razão foi trabalhar sua obediência, pois ela tem um perfil dominante e
nem sempre obedece a família e, algumas vezes, tenta controlar sua dona e um
dos seus netos pequenos. Ela também brinca de morder seu dono e seu filho e
puta em todos, podendo machuca-los involuntariamente. |
 |
| Outra preocupação dos seus donos é com a
agitação dela quando seus netos os visitam e ficam brincando no quintal pois,
segundo eles, ela parece ficar irritada. Porém, seguindo as minhas orientações,
ela começou a ficar mais tranquila com eles. |
 |
| Também precisamos trabalhar o passeio e a
socialização, como comentei na segunda foto pois, além de puxar, ela fica
agressiva com alguns cães. |
 |
Aqui orientei seus donos a treinar o comando “Fica” no portão,
para evitar que ela viesse a escapar por algum descuido, o que sempre faço, mas
que acabou acontecendo alguns dias antes dessa aula, felizmente terminando bem. |
29/08/21
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| O bonitão aqui é o Drogo, de 6 meses. |
 |
Sua dona
me chamou para fazer a sua educação básica, como ensinar a fazer as
necessidades no lugar; tirar o hábito de brincar de morder; não pegar/ morder
algumas coisas da casa; |
 |
ensinar os
comandos básicos de obediência, inclusive para não tentar escapar quando o
portão da casa for aberto; melhorar seu passeio, porque ele demonstra um pouco
de insegurança, além de puxar muito. |
 |
Também
precisamos trabalhar a sua ansiedade, não só com seus donos em casa, o que o
leva a pular muito neles e nas visitas, como a sua Ansiedade de Separação;
controlar o excesso de latidos em alguns momentos; além de ensiná-lo a devolver
alguns objetos sem questionar seus donos e aprender a tomar remédios. |
 |
| Apresentando a galerinha: estes são o
Madruguinha, de 6 anos, o Kiko, de 3, e a Morena, também de 3. |
 |
Seus donos me chamaram para lhes ajudar em algumas situações e
trabalhar a sua obediência e também para ensiná-los a preparar a turma para a
chegada do seu bebê, em novembro. |
 |
Os três sofrem de Ansiedade de Separação e o Kiko, principalmente,
late muito na ausência do casal. Os três também latem muito quando toca o
interfone, mas com as primeiras aulas eles estão sentindo os três muito mais
calmos. Outro problema do Kiko é que ele às vezes questiona seus donos quando é
repreendido e, como é assustado com barulhos, às vezes fica agressivo com algum
barulho em casa ou provocado pelos vizinhos. |
1/07/21
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| A bonequinha aqui é a Atesch (o certo seria
escrever o “s” com cedilha (significa fogo, em turco, mas a pronúncia é esta), com
a qual comecei a trabalhar em maio, quando ela tinha acabado de completar 2
meses. |
 |
| O seu dono é um senhor idoso, que nunca teve
cães e, por isso, me chamou para ajuda-lo a aprender a lidar com ela e fazer a
sua educação básica. |
 |
| Como os visitantes do site já leram várias vezes
aqui, ela inclui a aquisição de vários comportamentos e a perda de alguns
maus-hábitos naturais, para melhorar a convivência com a família, como ensinar
a fazer as necessidades no lugar; aprender a brincar com seus brinquedos e não
mordendo os objetos da casa, nem sua família e visitas; não pular nas pessoas
(no caso da Atesch é especialmente importante para não machucar seu dono, nem
sua neta pequena); tornar-se independente, para não desenvolver Ansiedade de
Separação; aprender comando de obediência, |
 |
| além de ensiná-la a passear sem puxar, nem
travar, e fazer sua socialização (e ela já demonstrou nos passeios que é muito
sociável com pessoas e cães). |
 |
Atesch esperando para ganhar o petisco depois
que fez um xixi no tapetinho. |
 |
| Esta outra bonequinha é a Skye, de 4 meses. |
 |
Assim como
a Atesch, sua família me pediu ajuda para fazer a sua educação básica. As
necessidades no lugar a Skye já estava começando a aprender a fazer com ela,
mas ainda precisava melhorar a frequência dos acertos. Também ensinei a ela os
comandos básicos de obediência (na foto seu dono praticando o “Senta” e o
“Deita”), o que vai ajudar a controlar sua grande ansiedade, inclusive para
brincar com a filha pequena do casal. |
 |
| Como a todos os cães, ensino os donos a
estimulá-los a brincar com os brinquedos, para que não mordam os objetos da
casa e, a Skye, como todo bom filhote, explora o mundo e mexe em muitas coisas
que não pode e adora morder as folhas de uma planta da sua família. Isso vai
também ser importante para ela, para, junto com outras atitudes, que ela perca
o hábito de brincar com suas fezes. |
 |
Outra
coisa que seus donos me pediram é para ajudar a fazer a sua socialização com
sua Calopsita. |
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| O lindão aqui é o Bruce, de 8 anos. |
 |
| O Bruce nunca foi adestrado, então seus donos me
chamaram para lhe ensinar os comandos básicos de obediência e melhorar alguns
aspectos do seu comportamento, como, |
 |
latir
pedindo comida, enquanto eles estão comendo ou cozinhando; pegar seus chinelos
e mais algum objeto ou outro, para chamar a atenção; morder as suas plantas e
comer terra e puxar no passeio. |
 |
| Esta lindinha é a Maia, de 1 ano. |
 |
A
principal razão pela qual sua dona me chamou foi para ajudá-la a melhorar sua
Ansiedade de Separação, o que seria ainda mais importante porque sua família
faria uma viagem em poucas semanas. |
 |
Além disso,
ela me pediu para orientá-la sobre como corrigir alguns maus-hábitos: pegar e
morder alguns objetos da casa; pedir comida durante as suas refeições e, às
vezes, tentar roubar; pular na mesa da sala e coprofagia. |
 |
| O fofíssimo aqui é o Barthô, de 11 meses. |
 |
O seu dono
me pediu ajuda para ajudar a melhorar o acerto das necessidades no tapete
higiênico, que nunca chegaram a ser cem por cento, e diminuíram depois que ele
se mudou de apartamento, recentemente. |
 |
Além
disso, o Barthô apresenta alguns problemas de comportamento: ele muitas vezes
morde seu dono, sem agressividade, para tentar controlar algumas situações e
para chamar a atenção, o que ele faz inclusive quando ele está trabalhando;
como ele está em home office, muitas vezes o atrapalha. |
 |
Ele também
morde alguns objetos do seu dono, inclusive em cima da mesa (já chegou a comer
algumas coisas e a parar no veterinário por causa disso); puxa no passeio e
tenta comer algumas porcarias na rua e não obedece seu dono durante ele. |
20/06/21
 |
| A lindona aqui é a Zuzu, que tem entre 8 e 10
meses. |
 |
1)A sua dona e seu irmão me chamaram para lidar
com alguns probleminhas corriqueiros, em parte ligados à sua grande energia e
ansiedade. As necessidades ela já fazia quase cem por cento das vezes no lugar
certo, ensinada por eles, mas com algumas dicas, os acertos melhoraram; porém,
às vezes, ela se urinava por excitação na chegada deles e de visitas. |
 |
| Ela também brincava de mordê-los, às vezes;
destrói algumas coisas da casa, principalmente na ausência deles, devido à
Ansiedade de Separação, ou quando ficam muito tempo sem dar atenção a ela; se
ela tiver chance, escapa para o corredor e corre o risco de descer as escadas. |
 |
| Ela também puxa no passeio mas, segundo a sua
dona, depois da primeira aula já teve uma melhora significativa, porém é super
sociável com cães e pessoas; este momento comigo é só uma das várias
demonstrações de carinho dela, que incluem beijos e abraços. |
 |
| A fofíssima aqui, observando algumas maritacas, é
a Gaya, de 3 meses. |
 |
| Como os meus seguidores e visitantes desta
página e do meu site já devem imaginar, seus donos me chamaram para fazer a sua
educação básica. Desta faz parte ensinar comandos básicos de obediência, para
não só melhorar sua obediência, como aumentar seu autocontrole e diminuir sua
ansiedade, |
 |
| o que ajuda a reduzir os hábitos de roer os
objetos da casa e pular nas pessoas, além das brincadeiras de morder, estes
especialmente importantes para sua família, pois o pai do seu dono é um senhor
muito idoso, com várias limitações físicas por causa da idade, a quem ela
poderia machucar sem querer. |
 |
| Como já comentei aqui, inúmeras vezes, estimular
os cães a brincar também é fundamental para evitar estes problemas.
Naturalmente, seus donos também me pediram para ensiná-la a fazer as
necessidades no lugar, o que ela começou a acertar na maioria das vezes com
duas aulas, aprendendo até a ir pedir biscoito quando acertava. Também já
fizemos a primeira aula de passeio e socialização e, na próxima, iremos ensinar
o comando “Junto”, que será mais um estímulo para que ela ande do lado, sem
puxar, nem travar. |
 |
| Esse cara maravilhoso é o Ares, de 8 meses. |
 |
| O seu dono me chamou para corrigir alguns
probleminhas, como brincar de morder e pular na família e visitas; morder o
sofá; pegar objetos em cima dos móveis e coprofagia. |
 |
Ele também
me pediu para ensinar os comandos básicos de obediência; a direcionar mais sua
energia para os brinquedos; a passear sem travar e a entrar no canil. |
 |
| Ele é um cão muito tranquilo e dócil; um
filhotão que adora colo e nos puxar com a pata para pedir atenção. |
 |
| A fofurinha aqui é a Athena, de 2 meses e meio.
Ela é prima da Gaya e foram seus donos que me indicaram para os dela. Por sua
vez, quem me indicou para os donos da Athena foram os da Milu, cujas fotos
postei em abril. |
 |
Naturalmente,
tudo que estou ensinando à Gaya, estou ensinando a ela, como os comandos de
obediência; a fazer as necessidades no lugar, o que ela também aprendeu
rapidamente; |
 |
a não
brincar de morder seus donos e os objetos da casa, estimulando-a a brincar com
seus brinquedos. Naturalmente, assim que ela tiver tomado todas as vacinas
faremos as aulas de passeio. |
Outro treino que sempre faço é o do comando
“Fica” na porta, não só para que o cãozinho não escape, como para, com a
evolução do treinamento, ele entenda que seus donos saem de casa, mas voltam, o
que ajuda na prevenção do desenvolvimento da Ansiedade de Separação ou para
atenuá-la, como no caso da Athena, que já está demonstrando alguns sinais dela.
 |
| Esses dois lindões são o Bolinha, de 8 meses, e
o Bolota, de 4 anos. Eles são filho e pai. |
 |
| A sua família me chamou para corrigir alguns
problemas de comportamento e ensinar algumas coisas, como os comandos básicos
de obediência, para melhorar a obediência deles. |
 |
| Ela gostaria que eles só entrassem em casa
quando fossem autorizados e, quando estivessem dentro, não fizessem artes, como
pegar objetos da casa e, também, para que não mordessem algumas coisas que
ficam na parte externa, como um sofá e algumas cadeiras. Também me pediram uma
orientação de como fazê-los parar de cavar o jardim e de como melhorar a
socialização do Bolinha com a Nala, sua gatinha, já que seu excesso de
empolgação, quando vai brincar com ela, muitas vezes a assusta. |
 |
1) Eles brincam muito entre si, o que os faz
gastar bastante energia, mas precisei orientar sua família para que
disponibilizasse mais brinquedos para eles e os estimulasse a brincar com eles,
o que ajudaria muito a evitar estes probleminhas. |
 |
1Também mostrei a eles como treinar o comando
“Fica” na porta, que é um treinamento que sempre faço, especialmente porque o
Bolota já escapou de casa uma vez. Além disso, fizemos o treino de passeio, já
que o Bolota costuma puxar e para que o Bolinha aprendesse a andar do lado e,
também, de socialização com ele e, principalmente com o Bolota, que, às vezes,
tenta avançar em alguns machos.
|
27/04/21
 |
| Esse gostosão é o Apolo, aqui com 7 meses. |
 |
| Sua dona me chamou para ajuda-la a fazer sua
educação básica, inclusive ensinar a fazer as necessidades no lugar, e lidar
com seu excesso de energia. |
 |
Como ela e
seu marido não passeavam com ele com frequência, nem ofereciam muitas opções de
brinquedos, para que ele gastasse sua energia da forma adequada e se ocupasse
quando eles não estavam em casa, isso fazia com que ele mordesse objetos da
casa e ficasse mais ansioso. |
 |
Essa
ansiedade também se demonstrava quando ele pedia atenção quando eles não
podiam, como quando ainda não haviam acordado ou sua dona estava estudando ou
trabalhando em casa e também na sua ausência (a Ansiedade de Separação). Assim,
estou trabalhando com eles para que ele fique cada vez mais tranquilo, como tem
ficado, e menos dependente e também estamos treinando os passeios, para que ele
aprenda a andar sem puxar.
|
 |
| Essa princesinha é a Baunilha, aqui com 2 meses. |
 |
| As suas donas nunca tiveram uma doguinha antes,
então me chamaram para ensiná-las a como educa-la, fazendo sua educação básica
(quem tem tapetes sabe a tentação que um desses é para os filhotes urinarem,
não é?!). |
 |
1Elas
também precisavam fazer a socialização dela com seus gatos, Mingau, Marley
(aqui na foto) e Bob (que não aparecia pras aulas). Eles estão cada vez mais
aceitando a proximidade dela e o Marley e o Bob brincam com ela. |
 |
Assim que ela tiver tomado todas as vacinas,
também vamos fazer suas aulas de passeio e socialização, o que não deverá ser
difícil, pois ela é muito dada e já está acostumada com os meninos. Porém,
vamos ter que focar muito em passar segurança para ela não se assustar com a
rua movimentada onde mora.
|
 |
| A fofíssima aqui é a Milu, uma Border Collie,
neste foto com 2 meses. |
 |
Assim como
a Baunilha, ela também é a primeira cachorrinha da sua família também e eles
estavam precisando de ajuda para fazer a sua educação básica, com tudo que faz
parte dela, |
 |
como
aprender a fazer as necessidades no lugar, o que ela começou a fazer na maioria
das vezes na primeira semana de aula (falta pouco para que ela acerte 100% e
ainda aprender a não brincar com o tapete higiênico); não morder os móveis (o
que ela raramente faz) as plantas e a tela de proteção da varanda; não brincar
de morder a família, |
 |
e aprender
os comandos básicos de obediência (o que ela também aprendeu rapidamente) e fazer
as aulas de passeio e socialização. Também estou orientando sua família sobre
como lidar com ela para reduzir o risco dela sofrer de Ansiedade de Separação
quando eles passarem a sair mais de casa, já que tem passado a maior parte do
tempo nela, por causa da Pandemia. |
 |
| Esta bonequinha é a Sol, de 5 meses |
 |
| Assim como a turminha acima, sua família também
me chamou para fazer sua educação básica, principalmente para ensiná-la a fazer
as necessidades no lugar, mas também para corrigir alguns probleminhas, como
puxar no passeio, brincar de morder e pular nas mesas para roubar objetos e
comida. |
 |
| Como com a galera acima ela também aprendeu os
comandos básicos de obediência, inclusive o “Fica”, aqui na foto. Porém, como
ela estava com alguma dificuldade de controlar sua ansiedade no início, durante
as primeiras repetições pedi para sua dona mantê-la nesta guia, para que ela
não saísse da posição, até entender o que queríamos e depois ela deixou de ser
necessária. Eu usei o mesmo recurso quando fui treinar o comando com ela na
porta do apartamento (como vocês podem ver no vídeo na guia de vídeos), pois
ela chegou a escapar algumas vezes até a portaria do prédio quando seus donos
abriram a porta. |
 |
Na última
aula aproveitamos para ensiná-la a dar a patinha e o “toca aqui” (ou high
five). |
27/03/21
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| Essas duas bonecas são a Kristal, de 3 meses, e
a Bilu, de 6 anos. |
 |
| A sua dona me chamou, a princípio, para fazer a
socialização entre as duas, preocupada por a Kristal, às vezes, se exceder nas
brincadeiras e por a Bilu, às vezes, não suportar toda a sua energia, ainda
mais que a Kristal vai ficar muito maior que ela. Mas elas estão se dando cada
vez melhor. |
 |
| Conversando na primeira aula, então, ela
entendeu a importância de fazer toda a sua educação básica, que seria
importante também para o trabalho entre as duas, como ensinar comandos básicos
de obediência e também fazer sua socialização com o mundo externo, além de
ensiná-la a passear sem puxar, nem travar. |
 |
Aprendendo a esperar para serem premiadas, a
ansiedade diminui e seu autocontrole aumenta. |
 |
| Os dois garotões aqui são o Duke, de 6 meses, e
o Bolt, de 5. |
 |
Os seus donos me chamaram para fazer a sua
educação básica, como costumo falar aqui, para ensiná-los a fazer as
necessidades no lugar; não morder as coisas da casa, nem seus donos; ensiná-los
a passear e socializa-los com outras pessoas e cães; não tentar escapar de casa
quando o portão for aberto, etc. |
 |
1) Porém, quando eu falo em ensiná-los a não
brincar de morder, um cuidado especial é para que não façam isso principalmente
com a filha pequena dos seus donos e com a mãe idosa do seu dono, nem se
enrosquem nas pernas delas. |
 |
1)Assim como a Kristal e a Bilu, seus donos
também me pediram para ensiná-los a melhorar a relação entre eles já que,
apesar de terem quase a mesma idade, o Bolt é muito mais forte que o Duke e
eles não queriam correr o risco deles começarem a brigar. |
 |
| O meninão aqui é o Ernesto, de 5 anos. |
 |
| A principal razão pela qual seus donos me
chamaram foi a preocupação dos ciúmes do Ernesto com sua primeira filha, uma
criança pequena, o que o levava, algumas vezes, a ameaçar mordê-la e para
tentar evitar que o mesmo aconteça com essa fofura, recém-chegada. A relação
com ela está melhorando, através de associações positivas, e eles estão
aprendendo a apresentar a bebê a ele da forma correta. |
 |
Também estamos treinando para que o Ernesto
não escape quando a porta foi aberta, para evitar problemas com os vizinhos,
como já aconteceu, até dele entrar em um apartamento e no elevador com alguns deles.
|
 |
Também precisamos trabalhar o hábito do
Ernesto puxar nos passeios e melhorar sua socialização, porque, às vezes, ele
estranha alguns cães e tenta avançar.
|
 |
| Essa carinha de bagunceiro do Tapioca, aqui com
4 meses, dá para fazer vocês imaginarem como ele faz artes?! Ele tem muita
energia para gastar e, por isso, faz muitas, como subir (com as quatro patas)
na mesa de casa, tanto na excitação das brincadeiras, como, às vezes, para
roubar comida. Além de outras, comuns a todos os filhotes, como morder os mais
diversos objetos da casa. |
 |
Além de ajudar sua dona a direcionar essa
energia para os brinquedos, ele também está aprendendo a fazer as necessidades
no lugar, esperar mais quando ela não pode dar atenção, não escapar para o
corredor etc.
|
 |
Também, como faz parte da educação dos
filhotes e vocês sempre veem aqui, como acima, vamos fazer as suas aulas de
passeio e socialização.
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28/02/21
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| O bonitão aqui é o Jerry, de 7 meses. O Jerry
foi resgatado, mais novinho, junto com seus irmãos, de uma situação de
maus-tratos, por um grupo de protetores, com os quais sua família (um casal,
sua filha de 16 anos e seu filho de 10, o Tom, para quem eles o pegaram - já
explico porque sua descrição) o adotou. |
 |
Ela me chamou, a princípio, principalmente,
para fazer sua educação básica, como é normal para um filhote, como ensinar a
fazer as necessidades no lugar; não brincar de morder as pessoas, nem os
objetos da casa, estimulando-o a brincar com seus brinquedos; ensinar os
comandos básicos de obediência; ensiná-lo a passear sem puxar, nem travar, e
fazer sua socialização na rua e também com sua gata, a Dona Flor. |
 |
| Porém, outro aspecto importante da sua educação
era acostumá-lo ao pai da família, assim como outras figuras masculinas,
principalmente, e visitas em geral, pois ele demonstrava muito medo, com
certeza fruto dos maus-tratos que sofreu. Este foi, inclusive, um problema para
mim, pois, apesar dele, com muito medo, aceitar alguns petiscos que eu oferecia
e ter aceito que eu o conduzisse nas aulas de passeio, não conseguia |
 |
| Assim, tudo que ele aprendeu, inclusive alguns
comandos especiais, como vocês veem nesta foto com sua dona e o Tom (Dá a
patinha e High five ou toca aqui, como preferirem) e poderão ver no vídeo que
postei, foi com eles seguindo as minhas orientações. O trabalho de socialização
com o pai da família e com as visitas agora vai continuar com eles. |
 |
| Essa bonequinha é a Luna, de 6 meses. |
 |
Seus donos me chamaram para fazer a sua educação
básica, principalmente ensiná-la a fazer as necessidades no lugar e a não
brincar de morder, especialmente seu casal de filhos pequenos.
|
 |
| Apesar de ser muito carinhosa e tranquila,
também trabalhamos sua obediência, inclusive ensinando os comandos básicos, e
fizemos as aulas de passeio e socialização, para que ela não corresse o risco
de desenvolver medos durante o passeio e aprendesse a interagir com outros
cães, além de não puxar, nem travar durante ele. |
 |
| Este garotão é o Max, de 1 ano e 10 meses. |
 |
| Seu dono me chamou para fazer sua educação
básica e resolver alguns problemas, como urinar, às vezes, na cama e no sofá
para chamar a atenção; latir demais para alguns cães que passam em frente ao
seu prédio; evitar dele escapar para o corredor, inclusive porque, às vezes,
quando ele faz isso urina nele. |
 |
| O Max também precisava aprender a ficar
tranquilo no carro do seu dono durante os deslocamentos; também precisa
aprender a passear sem puxar e melhorar sua socialização com outros cães. |
 |
| O lindão aqui é o Jim, de 6 anos. |
 |
| Sua dona me chamou para ajuda-la a resolver os
seguintes problemas: latir em excesso para os cães que passam na sua porta; a
grande dependência que ele tem dela, o que o levava a segui-la demais pela casa
e a não comer se ela não estivesse próxima e, outra consequência disso, a
Ansiedade de Separação, que o levava a se lamber demais na sua ausência. |
 |
Jim também ficava inibido de urinar em casa
e, quando fazia, não acertava sempre o lugar; ele puxa no passeio e é ansioso
para interagir com outros cães na rua, o que está sendo trabalhado. |
24/01/21
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| Essa vira-latona linda é a Dora que, em
novembro, quando comecei a trabalhar com ela, estava com 6 meses. |
 |
Ela é um doce de cachorra e os problemas
devido aos quais seus donos me chamaram se resumem em uma palavra: Ansiedade! |
 |
| Com esse tamanho todo ela pulava muito nas
visitas (ela chegava a pular na altura do meu rosto, apesar de eu ter 1,84);
sofre de Ansiedade de Separação e chegava a raspar paredes e morder muito o
sofá quando seus donos se demoravam muito na rua; era ansiosa para colocar a
coleira e puxa no passeio. |
 |
De todos esses problemas o mais sério é a
Ansiedade de Separação, apesar de seus donos terem me relatado a melhora de
todos eles e o hábito de puxar no passeio. Ambos eles terão que continuar
trabalhando, mesmo após o fim do treinamento. |
 |
Essa bolinha preta é o Iuri, de 4 meses. |
 |
| A sua mãe me chamou para fazer a sua educação
básica, como ensiná-lo a fazer as necessidades no tapete higiênico; a brincar
com os brinquedos, ao invés de morder os móveis da casa ou se automutilar; |
 |
| ensinar os comandos básicos de obediência; fazer
as aulas de passeio e socialização, além de trabalhar para que ele se torne
mais independente e não sofra durante a sua ausência. |
 |
| Porém, uma das maiores preocupações da sua dona,
é a relação dele com seu filhinho de 3 anos, para que eles não se machuquem
brincando, o que estou ensinando a ela como proceder. |
 |
| O bonitão aqui é o Max, de 1 ano e 3 meses. |
 |
| Sua dona, e seu filho, que a ajuda na educação
dele, me chamaram para ensiná-lo a não pular nas pessoas; não morder as coisas
da casa, inclusive as plantas dela; para que ele os obedeça mais, inclusive
parar de demonstrar uma certa agressividade (como mostrar os dentes) quando é
contrariado ou não é atendido de imediato, como a demora para dar os petiscos
durante o treinamento. |
 |
| Um outro comportamento que eles precisavam que o
Max melhorasse é o hábito de latir para os vizinhos quando ele ouve barulho nos
fundos da casa, mas também quando passam na porta, o que este portão vazado
estimula, já que ele vê todo o movimento em frente à sua porta. |
 |
1) Sua dona também me pediu para ajudar a
acostumar sua gatinha de 15 anos, a Samira, a ele, pois ela não aceitava a sua
aproximação. Porém, com o treinamento, ela passou a interagir bem com ele, como
neste momento, pelo uso de associações positivas. |
 |
| Essa bonequinha é a Ioshi, de 2 anos. |
 |
| O principal problema da Ioshi é sua insegurança,
com pessoas e outros animais, em casa e na rua. Na rua ela late para pessoas
que vão falar com ela e para alguns cães e, em casa, além de pessoas que param
diante do seu portão, ela late para todas as visitas. Apesar de ter conseguido
fazer o treinamento com ela em casa, o que incluiu ensinar comandos de
obediência, ela sempre latia para mim quando eu chegava e durante algum tempo.
Conseguir fazer carinho nela, como nesta foto, e ganhar alguns beijinhos, levou
seis aulas. |
 |
| Além disso ela também sofre de Ansiedade de
Separação. Com o treinamento ela começou a melhorar em todos os aspectos, mas
sua dona sabe que vai ter que continuar com ele. |
 |
| O fofíssimo aqui é o Bola, com 50 dias, no
primeiro dia na casa da sua mamãe. Eu fui dar a primeira aula para ela no dia
seguinte. |
 |
| Assim como a mamãe do Iuri, ela também me chamou
para fazer a sua educação básica e ele está progredindo muito bem. |
 |
| Ele já aprendeu todos os comandos básicos de
obediência (aqui vocês podem ver sua mamãe treinando o Fica), menos o “Junto”, |
 |
| que eu vou ensinar, além de fazer sua
socialização, nas aulas de passeio, assim que ele terminar de tomar todas as
vacinas. |
 |
| Esta fofurinha é a Cacau, uma Shiba Inu de 2
meses. |
 |
| Seus donos, que estão morando fora do Rio, mas
passaram o fim de dezembro aqui, fizeram contato comigo porque estavam ansiosos
para começar sua educação e fizeram duas aulas, mesmo diante da impossibilidade
de fazermos todo o trabalho. |
 |
| Neste pouco tempo que tivemos eu pude, pelo
menos, dar várias informações para que eles começassem a interagir da forma
correta com ela e eles relataram que conseguiram começar a sentir diferenças no
seu comportamento, o que foi importante para eles, inclusive para dar-lhes um
rumo na educação dela. |
 |
A continuação do treinamento seria feita na sua
cidade atual. Mas, eis que, para a minha surpresa, seus donos tiveram a
oportunidade de voltar ao Rio e passar mais algumas semanas, o que vai permitir
que eles façam a sua educação básica completa comigo, o que será um prazer por
poder concluir o trabalho e por ter mais tempo para paparicar a Cacau.
|
29/11/20
 |
| Essa boneca é a Lindinha, de 3 meses. |
 |
| Sua dona, que nunca teve cães, me chamou para
ajuda-la a fazer a sua educação básica, principalmente ensiná-la a fazer as
necessidades no lugar; não brincar de morder, nem morder os objetos da casa;
ensinar comandos de obediência e, quando completar as vacinas, fazer as aulas
de passeio e socialização. |
 |
| Mas ela também está precisando aprender a lidar
com toda a energia da Lindinha, que é uma mestiça de Terrier Brasileiro e, como
todos eles, é ligada em 220V, o que dificulta sua dona a lidar com as
brincadeiras de morder e sua ansiedade, o que estamos trabalhando. |
 |
| O fofíssimo aqui é o Ben, de 4 meses. |
 |
| Estamos fazendo sua educação básica, o ensinamos
a fazer as necessidades no tapete higiênico, o que ele aprendeu rapidamente; a
não morder suas donas; a brincar com os brinquedos e não objetos da casa. |
 |
Assim como a Lindinha também estou
ensinando comandos de obediência,
ensinando suas donas a torna-lo mais independente, para que não desenvolva
ansiedade de separação e também vamos fazer as aulas de passeio e socialização. |
 |
Ben na volta da primeira aula de passeio. Foto tirada em 28/11,
três semanas após a última. |
31/10/20
 |
| Esse lindão é o João Grilo, que está completando
três meses. |
 |
| Seus pais me chamaram para fazer sua educação
básica, como ajudar a melhorar os acertos das necessidades, que eles já haviam
começado a ensiná-lo a fazer no lugar; parar de brincar mordendo-os e de mexer
em algumas coisas da casa; |
 |
além de ensinar os comandos básicos de
obediência e torná-lo mais independente, para que ele não desenvolva Ansiedade
de Separação, principalmente quando eles voltarem totalmente à sua rotina
normal de trabalho, que foi alterada por causa da Covid. |
 |
Também vamos fazer a sua socialização e
ensiná-lo a passear, andando do lado, sem puxar, nem travar, quando ele tiver
tomado todas as vacinas e puder ir à rua. |
 |
| O fofíssimo aqui é o Arak Malta, de 3 meses.
Infelizmente, quando seu dono o comprou, não sabia que o corte de orelhas,
assim como o de cauda, é proibido pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária
e considerado Mutilação e Crime Ambiental, como já postei a respeito aqui. |
 |
| Assim como com o João Grilo, estou começando sua
educação básica, durante a qual tenho frisado com seu dono a importância de
estimulá-lo a brincar mais com os brinquedos, para reduzir o hábito de brincar
mordendo as pessoas, pois, com sua força, mesmo sem querer, ele acaba
machucando-as. |
 |
Isso é fruto da sua ansiedade, que se reflete
também na hora de comer, o que ele faz muito rápido, já tendo chegado a passar
mal. Por isso indiquei este comedouro para seu dono, pois dificulta o cão a
pegar os grãos da ração, levando-o a comer mais devagar.
|
 |
| Outro aspecto do treinamento do Arak é sua
relação com sua irmã, a Gaia, uma Shih-tzu de 7 anos, como quem, apesar de se
dar bem, devido à sua ansiedade e força, às vezes acaba assustando-a e correndo
o risco de machuca-la durante as brincadeiras, o que também poderia levar a
brigas. Para isso o treinamento dos comandos de obediência (nesta foto o
“Fica”) também ajuda, por ajudar a controlar sua ansiedade e a fazê-lo esperar. |
 |
| Essas duas bonecas são a Berinjela, de 2 anos e
meio, e a Cacau, de 5 meses. |
 |
| A Cacau está começando a aprender a fazer as
necessidades no lugar e a Berinjela, apesar de saber, às vezes erra e estou
orientando sua dona para que as duas passem a acertar sempre. Ainda com relação
às necessidades, a Cacau tem o hábito de comer as fezes da Berinjela, sobre o
que também já orientei sua dona. |
 |
| Dois problemas da Berinjela, que a Cacau
adquiriu são a Ansiedade de Separação e os latidos, às vezes em excesso, para a
rua e corredor quando passa alguém. Um hábito desagradável que as duas tinham e
que já está sob controle era o de acordar sua dona e a avó dela, muito cedo,
latindo, o que também poderia incomodar os vizinhos pela hora. |
 |
| Outro problema da Berinjela é a insegurança, que
leva a demonstrações de agressividade, com pessoas em casa (como demonstrou
também comigo, mas está melhorando) e com cães na rua, o que vamos trabalhar. |
01/10/20
 |
| O lindão aqui é o Jack, de 1 ano e meio. |
 |
| A sua mãe me chamou para corrigir alguns
probleminhas de comportamento, como mexer nas plantas e pedras do jardim e
cavá-lo, latir demais quando passam pessoas na sua porta, |
 |
| puxar no passeio e tentar avançar em carros e
motos que passem, por insegurança, assim como em alguns cães. |
 |
| Também estou ensinando os comandos básicos de
obediência e trabalhando para que ele fique mais independente, para que sofra
menos quando não puder ter atenção da família, inclusive estimulando-o a
brincar mais com seus brinquedos. |
 |
| O garotão aqui é o Eros, de 1 ano. |
 |
| O Eros é inseguro com visitas, chegando a ser
agressivo, o que já melhorou bastante com as aulas, assim como as pequenas
artes que fazia em casa, como pegar almofadas, panos e pegar alguns outros
objetos, além de ter melhorado o medo que ele tinha de vassoura. |
 |
Porém, ele também é inseguro com pessoas na
rua e, assim como o Jack, também com alguns cães e motos, o que o faz, às
vezes, querer avançar, o que estamos trabalhando.
|
30/06/20
 |
| O fofíssimo aqui é o Grandão, de três meses. |
 |
Sua família me chamou para fazer sua educação
básica. Com a primeira aula, que dei antes de uma pausa da família por causa da
quarentena, ele aprendeu a fazer as necessidades no lugar e melhorou muito a
brincadeira de morder ela e os objetos da casa.
|
 |
Com o retorno das aulas, estava ensinando os comandos
básicos de obediência e vou fazer as aulas de passeio e socialização. |
 |
| Pausa para um momento de carinho. |
 |
| Esta bonitona é a Nina, de 4 meses. Como dá para
desconfiar pela primeira foto, ela é muito ansiosa e não só pelos petiscos. E
essa ansiedade foi a principal razão por sua família ter me chamado. |
 |
| Eles precisam que ela fique mais obediente (às
vezes ela é mandona e exige o que quer), brinca de morder e pular na família,
inclusive nos filhos pequenos da sua dona, o que está começando a melhorar; ela
está aprendendo a direcionar sua energia mais para os brinquedos. |
 |
| Outra coisa fundamental no seu treinamento é
ensiná-la a passear sem puxar e também a se aproximar com mais calma de outros
cães na rua, o que estamos começando a trabalhar. |
 |
| Essa gostosura é a Athena, de 4 meses. |
 |
| Sua família me chamou para fazer sua educação
básica, como ensinar a fazer as necessidades no lugar, não brincar de morder,
nem pular nas pessoas e ensinar comandos básicos de obediência. |
 |
| Também precisamos ensiná-la a brincar com mais
cuidado com seu irmão mais velho, o Marley, um Poodlezinho de 11 anos, para não
machucá-lo sem querer, apesar deles se darem muito bem. |
 |
| Naturalmente, como faz parte da educação básica,
também vou ensiná-la a passear sem puxar e socializá-la, além de acostumá-la
com todos os estímulos que encontrará na rua. |
 |
Essa duplinha aqui é a Samantha, de 5 anos e
meio, e o Pingo, de 1 ano e meio.
|
 |
| A principal razão pela qual sua dona me chamou
foi ajuda-la a direcionar melhor a energia deles e melhorar sua relação, pois o
Pingo tem muito mais energia que a Samantha e, algumas vezes, ainda tenta
copular com ela, apesar de ser castrado, o que a estressa muito às vezes,
apesar de não chegar a desencadear uma briga. Com as primeiras aulas ele já
está mais controlado e a relação entre eles está melhorando. |
 |
Também comecei com as aulas de passeio, pois os
dois puxam muito e o Pingo costuma ficar ansioso para se aproximar de outros
cães. |
29/04/20
 |
| O lindão aqui é o Simba, de 3 meses. |
 |
| A sua família me chamou para ajudar a fazer a
sua educação básica, como aprender a brincar com seus brinquedos e não
mordendo-os ou os móveis da casa; começar a trabalhar sua independência (o que
vai ser ainda mais importante quando ela voltar à sua rotina normal após a
quarentena); |
 |
| a fazer as necessidades no lugar (e ele já
aprendeu a fazer no tapete higiênico, tanto na sala como na área de serviço);
ensiná-lo a passear sem puxar e socializá-lo. |
 |
| Além disso, também a ensinar e reforçar os
comandos de obediência que o seu dono já tinha começado a ensinar, como o
"Fica", aqui treinado na porta, para ele não escapar e que vai
ajudá-lo a controlar sua ansiedade quando seus donos tiverem que sair. |
 |
| Também comecei a ensinar alguns comandos
especiais, como “Dá a patinha”, “Dorme” e “Rola”. |
 |
| Essa fofurinha é a Nadine, de 2 meses. |
 |
Ela é uma espoleta, cheia de energia e, por
isso, como é de se esperar,
gasta muita parte dela com sua família, brincando
de mordê-los, o que foi uma razão deles me chamarem,
mas ela já está aprendendo
a direcioná-la mais para seus brinquedos.
|
 |
Eles também me chamaram para ajudá-los a
ensiná-la a fazer as necessidades no lugar, o que ela já está fazendo quase
sempre, |
 |
| além de toda a sua educação básica, como ensinar
os comandos básicos de obediência, se tornar menos ansiosa e, quando ela puder
passear, fazer sua socialização e ensiná-la a andar do lado deles. |
26/03/20
 |
| O grandão aqui é o Balu, um Cane Corso de um ano
e meio. |
 |
| Ele já havia sido adestrado quando filhote,
porém sua dona estava precisando melhorar a sua obediência e autocontrole em
algumas situações, além de ensiná-lo a passear sem puxar. |
 |
| Assim, dei várias orientações a ela sobre como
lidar com seu comportamento, reforcei os comandos básicos de obediência e
praticamos o passeio. Aqui, nesta foto, estava fazendo o treino do comando
“Fica” no portão, para que ela possa abri-lo sem que ele escape (como foi o
primeiro, para sua segurança, ele estava usando uma guia). |
 |
| Essa bonequinha é a Mel, de 6 meses. |
 |
| Ela é um amor de cadelinha, muito carinhosa mas,
como eu digo brincando, ela não é ligada em 220 volts, mas em 330. E, por conta
de toda essa energia, às vezes ela tem alguns comportamentos típicos, que
incomodam seus donos. |
 |
| Por exemplo, ela pula muito nas pessoas da casa,
principalmente nos avós da sua dona, que são muito idosos e, sem querer, pode
machucá-los; brinca muito de morder a sua dona e faz algumas artes típicas,
como morder algumas coisas que não deve, como o sofá. Mas tudo isso está sendo
trabalhado. |
 |
| Ela também apresenta alguma insegurança com as
pessoas que vão à sua casa (eu consegui conquistá-la em alguns minutos, mas com
outras pessoas é mais difícil) e na rua com pessoas e outros cães, o que
estamos começando a trabalhar nas aulas de passeio. |
 |
| O fofo aqui é o Yuki, de 1 ano, que a sua dona
adotou há dois meses. |
 |
| Como ele demonstrava não ser bem cuidado por sua
ex-dona, não é de estranhar que ele não tenha sido educado e ainda não soubesse
fazer as necessidades no lugar. Apesar disso, é um cãozinho muito tranquilo e quase
não faz artes. |
 |
| Às vezes ele latia demais quando ouvia movimento
na porta e apresenta um pouco de Ansiedade de Separação. Eu também orientei sua
dona sobre como ensiná-lo a brincar com sua netinha da melhor forma, já que ela
se assustava com a euforia dele. |
15/02/20
 |
| Esse pinguinho é a Eurica, de 2 meses. |
 |
| Os seus pais, donos de primeira viagem, me
chamaram para ajudá-los a fazer a sua educação básica. |
 |
| Graças ao seu esforço, ela já está acertando a
maioria das necessidades no lugar. |
 |
| Porém temos todo um trabalho a ser feito, como
ensiná-la a morder seus brinquedos e não a eles e os móveis; a se tornar mais
independente, para não desenvolver Ansiedade de Separação; os comandos de
obediência e, quando estiver com todas as vacinas, a passear andando do lado e
socializá-la. |
 |
| Essa fofurinha é a Maia, de 2 meses e meio. |
 |
| Seus pais me chamaram para fazer a sua educação
básica: ensinar a fazer as necessidades no lugar; não brincar mordendo-os e os
objetos da casa, mas estimulá-la a morder só os brinquedos; ensinar comandos
básicos de obediência e a passear e fazer a sua socialização. |
 |
| No caso dela vai ser especialmente importante
trabalhar a obediência porque, apesar de ser tão novinha, fofa, muito
apertável, ela tenta se impor quando é contrariada, chegando a rosnar e a
morder seus donos. |
 |
| Eu também os orientei sobre como socializa-la
com o Kyro, seu irmãozinho felino (essa bolinha que ela adora é dele) e já
estão se dando muito bem e brincando muito durante o dia! Pena que não deu para
tirar uma foto dos dois juntos porque ele ainda não se acostumou comigo! |
 |
Essa princesa, com essa carinha desconfiada, é a Maria Leopoldina
(Lelê), de 2 anos e meio.
O que explica essa carinha foi a razão da sua mamãe ter me
chamado: o seu antigo dono a maltratava muito,
o que a fez se tornar uma
cadelinha muito insegura com pessoas.
|
 |
| Devido a isso a sua mamãe tem dificuldades em
receber visitas, pois ela late muito desde que toca o interfone, quando alguém
chega diante da sua porta e, mais ainda, quando alguém entra na sua casa,
chegando ao ponto de, às vezes, tentar mordiscar alguém. |
 |
| Na minha primeira aula eu fui conseguir que ela
começasse a se acalmar já no fim; na segunda aula consegui começar a fazer
carinho nela e a trabalhar com ela e, na terceira, consegui virar amigo. |
 |
Uma outra situação desagradável é que ela late muito quando passa
qualquer pessoa na sua porta, o que cria problemas com os vizinhos, pois ela
mora numa vila e, além disso, ela já saiu de casa algumas vezes para latir para
alguns deles.
Assim,
estou começando um trabalho para que ela fique mais segura, aprenda a gostar da
aproximação de pessoas e para que a sua dona aprenda, também, a ter mais
controle sobre ela. |
 |
| Essa fofinha é a Brigitte, de 6 anos, adotada
pela sua mãe em um abrigo. |
 |
Ela me chamou para ajudá-la a fazer a sua
educação básica; tentar melhorar a sua insegurança, pois ela foi encontrada
abandonada e com sinais de maus-tratos pelo pessoal do abrigo, e para fazer a
socialização com o seu casal de gatos. |
 |
Esse gurizinho, com carinha de levado, é o
Pacotinho, de 4 meses, que a sua dona adotou no mesmo abrigo, já durante o
andamento das aulas, para fazer companhia a ela. |
 |
| Os dois se dão muito bem, brincam muito e já
estão bem afinados no treinamento! |
 |
O bonitão
aqui é o Floquinho, de 5 meses.
|
 |
| O Floquinho também foi adotado em um abrigo e, como
a galerinha acima, seus donos também me chamaram para fazer a sua educação
básica. |
 |
Além
disso, também estamos trabalhando para prepara-lo para ficar mais tempo
sozinho,
quando a rotina deles mudar daqui a alguns dias e passarem a ficar
mais tempo fora de casa,
para tentar evitar que ele desenvolva Ansiedade de
Separação.
|
14/12/19
 |
| O fofíssimo aqui é o Lucky, de 8 meses. Seus
pais me chamaram para ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar; perder o
hábito de morder alguns objetos da casa e o rodapé. |
 |
| O Lucky também latia muito para chamar a atenção
e não comia se seus donos não estivessem próximos, o que demonstra uma grande
dependência deles. |
 |
| Ele também tinha o hábito de roubar comida dos
seus pais, quando eles comiam no sofá, e de roubar as meias do seu pai, em
geral se recusando a devolvê-las. Assim também tivemos que trabalhar para
melhorar a sua obediência. |
 |
| Também fiz o treinamento para que o Lucky não
escapasse quando a porta era aberta, o que ele fazia sempre, e para que ele não
puxasse durante os passeios e melhorar sua socialização. |
 |
| Essa coisinha linda é a Kyra, aqui com 2 meses. |
 |
Ninguém aqui imagina o que o dono dela me
pediu para ensinar, não é?!
Aqui
ela já tinha começado a procurar o tapete higiênico para fazer as necessidades
mas, além disso, |
 |
| como é natural para um filhote, ele pediu para
corrigir aqueles probleminhas naturais, como morder as coisas da casa e brincar
de morder e, para isso é importante estimularmos o dog a gastar sua energia com
os brinquedos (e passear quando ele já estiver com as vacinas completas), ainda
mais um cão com tanta, tão ativo, como um Bull Terrier. |
 |
| A Kyra também está aprendendo os comandos
básicos de obediência, para ajudar a controlar a sua ansiedade, mas, como
ninguém é de ferro (nem eu), também fazemos umas pausas nas aulas para brincar
e ter momentos de ternura, como esse. |
 |
| A bonequinha aqui é a Haruma, de 2 anos e meio. |
 |
| Sua mamãe me chamou para ajudá-la a aprender a
fazer as necessidades em casa no lugar certo, pois ela estava habituada a fazer
mais na rua e, em casa, só fazia escondida, o que a impedia de premiá-la. |
 |
| A Haruma também apresentava insegurança, às
vezes, quando era tocada pela família, evitando-os e, às vezes, até rosnando e
tentando mordê-los. |
 |
| Agora vamos ter que trabalhar a sua socialização
pois, também devido à sua insegurança, ela late muito e tenta repelir alguns
cães durante o passeio. |
 |
| - As duas bonecas aqui são a Filó, de seis anos,
e a Teresa, de um. |
 |
| Os seus donos me chamaram para ajudar a
controlar a sua ansiedade com a chegada de visitas; melhorar os acertos das
necessidades no lugar e a relação das duas, pois a Teresa tem o hábito de
controlar a Filó, inclusive não deixando-a brincar com os brinquedos. |
 |
| Estou trabalhando a obediência das duas,
inclusive ensinando os comandos básicos de obediência, |
 |
| e também a ansiedade e insegurança da Teresa no
passeio, pois ela tem medo de diferentes estímulos, como algumas pessoas e
sons, o que também a leva a puxar muito durante ele. |
26/10/19
 |
Essa bonequinha é a Valentina, uma Wippet de 1
ano e meio.
A
sua dona, uma senhora idosa, me chamou para ajudá-la a melhorar alguns
comportamentos e corrigir outros. |
 |
| A Valentina precisa melhorar o acerto das
necessidades no lugar; perder o hábito de pular sobre a mesa da sala e roubar
comida dela e na cozinha, além de ficar pedindo enquanto as pessoas comem. |
 |
A Valentina ainda morde algumas coisas que não
deveria, como as plantas; como é muito ansiosa,
muitas vezes late muito quando
quer alguma coisa e puxa um pouco no passeio.
Esses comportamentos se devem, muito, ao fato
dela ser uma cadela muito nova e de uma raça muito ativa,
que precisa gastar
muita energia brincando e passeando.
Por
isso, estamos estimulando-a a brincar muito com seus brinquedos, como a bola de
colocar petiscos, que a ajuda a gastar mais energia. |
 |
Paralelamente a isso, estou ensinando os
comandos básicos de obediência, o que a ajuda a controlar sua ansiedade e,
consequentemente, aprender a esperar mais para conseguir o que quer
(nestas
fotos estava treinando o Deita e o Fica), o que vai ajudar, inclusive, a
diminuir os latidos em excesso. |
 |
| Essa fofurinha é a Eloá, de 5 meses. |
 |
| Seus pais, donos de primeira viagem, me pediram
ajuda para fazer sua educação básica, |
 |
como fazer as necessidades no lugar (o xixizinho
ela aprendeu rapidamente); brincar sem mordê-los, nem os objetos da casa;
ensinar os comandos básicos de obediência; |
 |
além de ensiná-la a passear e fazer sua
socialização.
Um
probleminha que tem que ser corrigido é a Coprofagia, talvez por ansiedade ou
para chamar a atenção. |
 |
| O gostosão aqui é o Zeca, de 3 meses. |
 |
| Assim como a Eloá, seus donos me pediram para
fazer a sua educação básica. |
 |
| Ele já está fazendo as necessidades no lugar;
mordendo menos a sua dona nas brincadeiras e direcionando sua energia mais para
os brinquedos; começando a se socializar bem com outros cães durante o passeio. |
 |
| Zeca treinando o comando 'Fica". |
24/08/19
 |
Esta duplinha linda é o Snow e a Moana, de 3
meses.
Os seus donos me chamaram para fazer a sua educação básica. |
 |
| Naturalmente, além de ensiná-los a brincar sem
morder seus donos e os objetos da casa, não pular neles e nas visitas, eles
pediram ajuda para ensinar o Snow e a Moana a fazer as necessidades no lugar. |
 |
Eles também aprenderam os comandos básicos de
obediência, dentre eles o comando “Fica”, que além de ajudar a controlar sua
ansiedade, principalmente da Moana, será usado para que eles não saiam do
apartamento sem autorização, como da casa que seus donos têm. Nesta casa, onde
fiz uma aula com eles, também orientei seus donos de como começar a fazer a
socialização entre eles e sua cadela mais velha, que vive nela. |
 |
Como faz parte da educação básica, também farei
a socialização deles com outros cães e todos os estímulos à volta, durante as
aulas de passeio. |
 |
Momento corujice. Tanto a Moana quanto o Snow
são muito alegres e carinhosos, mas ela é ainda mais. Não consigo não me
derreter com essa carinha dela! J |
 |
| Essa monstrinha linda é a Aidê, de 7 meses. |
 |
Ela é um amor de cachorra, que só tem tamanho
e muito amor pra dar,
como demonstra me recebendo, ainda se atirando em mim,
rsrs.
Mas,
todo esse amor e o seu excesso energia, às vezes criam dificuldades para os
seus pais, pois ela não só puxa muito no passeio, como para interagir com outros
cães, o que pode levá-los e a seus donos a se assustarem por causa do seu
tamanho. Então, essa foi a principal razão pela qual eles me chamaram pra
ajudá-los. |
 |
| Os seus donos já haviam ensinado a ela os
comandos básicos de obediência, os quais eu só ajudei a reforçar e dei mais
algumas orientações para melhorá-los, o que ajuda a controlar sua ansiedade. |
 |
| Também estamos estimulando-a a brincar mais com
os brinquedos, como essa bola de colocar petiscos, para que ela possa se ocupar
melhor durante a ausência dos seus donos e direcionar sua energia para eles,
para reduzir as chances dela roer os móveis ou se automutilar. |
 |
| Esse casal fofo é o Paçoca, de 5 anos, e a Lery,
de 2, recentemente adotada pela dona dele. |
 |
O Paçoca está precisando reaprender a fazer as
necessidades em casa, pois ele passou a fazer apenas na rua; a Lery precisa
começar a aprender a fazer. |
 |
A Lery já melhorou quanto aos hábitos de
brincar de morder sua dona
e os objetos de casa, e começou a aprender a não
puxar no passeio.
Porém,
como o Paçoca, sofre de Ansiedade de Separação, que está começando a melhorar. |
 |
Apesar deles se darem bem e brincarem, como
pode ser visto na foto anterior,
às vezes ela passa do limite da paciência do
Paçoca, o que o irrita ou o faz se afastar.
Isso
também está sendo trabalhado, para que sua mãe possa ter mais momentos de
tranquilidade como esse. |
 |
| O bonitão aqui é o Darth, de 3 anos. |
 |
| Sua mãe me chamou, principalmente, para
ensiná-lo a fazer as necessidades em casa e no lugar certo, pois ele
praticamente só fazia na rua e, em casa, ainda não acertava muito o lugar. |
 |
Ele também precisava aprender a andar sem
puxar no passeio e melhorar
sua socialização com outros cães, principalmente
machos.
|
18/07/19
 |
Essa monstrinha linda é a Marie, aqui com 6
meses, mas comecei a trabalhar com ela aos 5.
|
 |
A Marie é um amor de cachorra, mas é muito
insegura, talvez pelo tratamento que ela recebia no lugar de onde veio.
Tanto
que ela só começou a confiar em mim na segunda aula e só na terceira ficou
totalmente à vontade e,
a partir daí, a me receber com muita festa e abraços.
Essa insegurança ela tem com todas as visitas e
muito na rua, principalmente com pessoas, além de ter muito medo de barulhos.
Em casa ela já melhorou, mas na rua ainda temos que trabalhar muito isso. |
 |
Além
da insegurança, o seu dono me chamou para fazer a sua educação básica, para que
ela aprendesse a fazer as necessidades no lugar, não morder os objetos da casa,
nem brincar de morder, além de ensinar os comandos básicos. |
 |
Outra
coisa que estamos trabalhando é a sua Ansiedade de Separação, pois ela é muito
dependente do seu dono. |
 |
Essas duas bonecas são a Capitu, de 5 anos, e a
Mafalda, de 7 meses.
|
 |
| Uma
das razões pelas quais os seus donos me chamaram foi para melhorar a relação
entre elas, porque, apesar de se darem bem, a Mafalda, além de ser filhote, é
uma espoleta com muuuiiitaaa energia e, às vezes, ultrapassa o limite de
paciência da Capitu e, frequentemente, tenta roubar os brinquedos dela, gerando
pequenos atritos às vezes. |
 |
A
Capitu puxa muito no passeio e a Mafalda fica ansiosa e tem um pouco de
insegurança, o que estamos começando a trabalhar. |
 |
A Mafalda está precisando melhorar os acertos
das necessidades no lugar certo;
late quando toca o interfone e a campainha e
as duas pulam muito nas visitas, principalmente a Mafalda.
Além de corrigir esses comportamentos, estou
ensinando os comandos básicos de obediência,
que são importantes para melhora a
obediência e controlar a ansiedade dos cães.
|
 |
| Esse
fofucho é o Zeca, um Bichon Havanês de 6 meses. |
 |
Sim, ele é um bagunceiro, que precisava aprender
a não mexer nas coisas da casa, como morder sofás, mexer nas plantas, não pular
na mesa da cozinha pra roubar comida e não brincar de morder, assim como tudo
que envolve a educação básica do filhote!
|
 |
Assim, naturalmente, uma das coisas que ele
precisou aprender foi a fazer as necessidades no lugar certo e não fazer em
certos lugares desagradáveis, como um dos sofás que ele escolheu.
|
 |
Também estamos trabalhando a sua ansiedade, para
que não fique tão dependente da sua família, faça menos artes e melhore sua
relação com sua irmãzinha mais velha, a Vivi, uma Maltesa de 15 anos, com quem
se dá bem mas, às vezes, incomoda por causa do seu excesso de energia.
Também
vamos fazer a sua socialização na rua e ensiná-lo a passear sem puxar.
|
 |
A bonequinha aqui é a Amora, de 1 ano e meio.
|
 |
| Seus
donos me chamaram para ajudá-los a direcionar melhor sua energia, para que ela
não fique mordendo os objetos da casa; que não lata demais quando ouvir barulho
no corredor e na rua; |
 |
para que ela diminua a dependência da sua dona
e, assim, começar a controlar a sua Ansiedade de Separação. Para ajudar a controlar sua ansiedade, dentre
outras orientações que estou dando, estou ensinando comandos de obediência.
|
 |
| Outra
coisa que estamos trabalhando é para que ela puxe menos no passeio e
aproxime-se com mais calma de outros cães, tanto para não gerar momentos de
estresse com eles e insegurança de seus donos. |
 |
Esse fofo é o Kim, de 9 meses.
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 |
| Seus
donos me chamaram para ajuda-los a fazer a sua educação básica e a ensiná-los a
como lidar com ele, principalmente seu filho adolescente, que tem pouca
experiência com cães. |
 |
| Como
era de se esperar, a maior urgência deles era ensiná-lo a fazer as necessidades
no lugar, mas a brincadeira de mordê-los e aos móveis também estava
incomodando-os. Assim, fiz toda a educação básica dele, inclusive ensinando-os
a como passear com ele, fazendo sua socialização na rua e ensinando os comandos
básicos de obediência, além de alguns especiais, como dar a pata e rolar. |
31/05/19
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| Esse
bonitão é o Juca, aqui com 4 meses, mas com quem comecei a trabalhar aos 2. |
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| Como
todo bom filhote, seus donos me chamaram para ajudá-los a fazer sua educação
básica, |
 |
| além
de começar a aprender a lidar com ele, já que é o primeiro dog da família. |
 |
| Aqui
treinando o comando “Fica”. |
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| Em
ordem de aparição na foto, esse trio é a Tita, de 6 meses, o Bingo, de 3 e o
Leonel, de 7 anos. |
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O
garotão da foto anterior e sua mamãe me chamaram para ajudar a socializá-los
entre si
e a Tita também com visitas e pessoas e cães na rua, pois ela é muito
insegura. |
 |
| A
Tita e o Bingo estão aprendendo a fazer as necessidades no lugar; não brincar
de morder, nem morder os objetos da casa, além de aprender os comandos básicos
de obediência, assim como o Leonel. |
 |
| O
Bingo ainda não está podendo passear, por causa das vacinas e o Leonel precisa
aprender a passear sem puxar. Aqui os dois estão aprendendo o comando “Senta”,
que além de ajudar a aumentar sua obediência e controlar sua ansiedade, é mais
uma oportunidade de criar uma associação positiva entre os dois, como também
está sendo feito com a Tita. |
24/03/19
 |
Essa
espoleta é a Black. Seus pais a adotaram de um protetor que foi despejado
com
seus cães e teve que ficar com eles em uma tenda improvisada na rua. |
 |
Devido a essa situação, com todas as
dificuldades e momentos de estresse e restrições
passados pelos cães, a Black
tinha ainda mais motivos pra ser agitada e insegura e ter medo de ser abandonada. Isso a levou a latir muito logo nos primeiros dias no apartamento
dos seus donos que,
preocupados com os vizinhos, me chamaram para ajudá-los a
lidar com essa
Ansiedade de Separação e o excesso dos latidos.
|
 |
Além disso, também me pediram ajuda para ensiná-la a
fazer as necessidades no lugar, aprender a brincar
com os brinquedos e não mordê-los,
nem os objetos da casa, além de toda a educação básica, o que
estamos fazendo,
e ela vem melhorando o comportamento em todos os aspectos. Também estou
orientando-os sobre a socialização com as cadelas da mãe de sua dona, já que,
às vezes, ela a leva para lá.
|
 |
Eu tenho um prazer especial de trabalhar com
adultos ou idosinhos,
principalmente porque muitos donos não acreditam que eles
ainda possam aprender.
Essa moçona linda é a Kathy, de 7 anos. |
 |
Seus
donos me chamaram para melhorar os seus acertos das necessidades no lugar
escolhido por eles; para que ela puxe menos no passeio; |
 |
para lhe ensinar os comandos básicos de
obediência; controlar a sua ansiedade e
|
 |
que ela brinque menos pulando neles e nos seus
filhos, principalmente no menor
(o que não impede que ela peça carinho
cuidadosamente, como nessa foto comigo. :) )
|
 |
| A
fofa aqui é a Vida, de 2 anos. |
 |
Por
não ter sido bem socializada e não passear com frequência,
além de ser muito
mimada, ela desenvolveu alguns problemas: |
 |
insegurança
com visitas e pessoas e cães na rua, chegando, algumas vezes, a tentar
avançar
em ambos, nas duas situações; Ansiedade de Separação e, algumas vezes,
ameaça
morder suas donas, quando é contrariada. |
 |
Com os treinos ela melhorou muito de todos esses
problemas. Nesta foto e na anterior,
o treino do comando "Fica" na
porta, é útil não só para que ela não fuja, assim como parte
das ferramentas
para tratar a Ansiedade de Separação, como cito nos vídeos dela,
que podem ser
conferidos na guia ‘Vídeos’.
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 |
| Essas
duas fofuras são a Nina e a Nani, aqui com 2 meses e meio. |
 |
Sua
família me chamou para fazer a sua educação básica, como ensinar a
fazer as
necessidades no lugar, não brincar de morder, nem roer os móveis, |
 |
| mas
também ensiná-las a brincar entre si, respeitando os limites uma da outra e sem
se machucar, |
 |
estimulá-las a ficar mais independentes, para
que não sofram na sua ausência. Além disso, quando
puderem passear, vamos fazer
a sua socialização e ensiná-las a passear do lado, sem puxar, nem travar.
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28/01/19
 |
| O
fofíssimo aqui é o Cookie, de 3 meses. |
 |
Sua
dona me chamou para ajudá-la a fazer sua educação básica
e ensiná-la a lidar
com ele, já que é seu primeiro dog. |
 |
Com uma semana ele já demonstra estar bem
adaptado a ela e já começou
a aprender a fazer o xixizinho no tapete higiênico.
|
 |
| O
gostosão aqui é o Jack Sparrow, de 3 meses. |
 |
Assim como o Cookie, sua mãe também me chamou
para fazer a sua educação básica,
como ensiná-lo a fazer as necessidades no
lugar, não brincar de morder, não roer os móveis,
|
 |
mas
sim direcionar sua energia para seus brinquedos e brincadeiras e, logo,
também
gastá-la no passeio (durante o qual ele será socializado) e ensiná-lo a ser
mais independente,
para não correr o risco de desenvolver Ansiedade de
Separação. |
 |
O
bonitão aqui é o Dudu, de 2 anos e meio. Ele apresenta alguns problemas
de
comportamento devido à sua insegurança e ciúmes das suas donas. |
 |
Às vezes ele mordicava as visitas, por ciúme e
insegurança, que ele também apresenta
com as pessoas na rua e com alguns cães,
o que está sendo trabalhado e melhorando.
|
 |
Ele também latia com frequência, quando ouvia
barulho no corredor
e sofre de Ansiedade de Separação, mas já melhorou bastante
com o treinamento.
O treino dos comandos de obediência, como o
"Fica", nesta foto, ajuda muito no controle da ansiedade.
|
 |
| Essa
fofurinha é a Nágera, de 2 meses. |
 |
Sua
mãe me chamou, principalmente, para ensiná-la a fazer as necessidades no lugar;
a brincar sem mordê-la e os objetos da casa e ensinar os comandos básicos de
obediência. |
 |
Também
precisei orientá-la a lidar com a dependência dela, que a Nágera já demonstra,
inclusive seguindo-a muito pela casa. |
 |
Essa
gostosura é a Luna, de 7 meses. Seus pais estavam precisando de ajuda
para
melhorar o seu acerto das necessidades no lugar, mas também resolver alguns
probleminhas. |
 |
| Um
deles era o hábito dela latir por diferentes motivos, como quando ouvia barulho
no corredor e na rua (latia em excesso), para pedir comida e chamar a sua
atenção, inclusive de madrugada. Aliás, outra tática que ela usava para chamar
a atenção era raspar a parede e o piso do quarto dos seus pais. |
 |
Outro
aspecto que estamos trabalhando é a sua insegurança, tanto com visitas em casa,
como com pessoas e cães durante os passeios, o que a leva a travar muito
durante ele. |
27/12/18
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| Essas
duas maravilhas caninas são a Bela e o Black, dois Schnauzers Gigantes,
respectivamente, de 1 ano e meio e 1 ano. |
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Os seus donos me pediram para fazer a sua educação básica, o
que inclui ensiná-los a controlar a ansiedade
e não pular nas pessoas,
principalmente o Black, que é mais ansioso.
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 |
Também será feito o treinamento
para que eles aprendam a passear sem puxar e fazer sua socialização, inclusive
com os hóspedes do hotel para cães de seus donos, apesar da Bela já ter um
comportamento maternal com os pequenos.
|
 |
Essas duas fofuras são a Rebeca, de 4 anos, e o
Valentino de 3.
Ambos são muito mimados, o que colaborou para
que eles desenvolvessem alguns problemas de comportamento.
|
 |
A Rebeca, algumas vezes, tinha uma certa
resistência a obedecer às suas donas, no que melhorou muito com as aulas. Ela também apresenta insegurança com certos
cães durante o passeio,
o que continua a ser trabalhado por elas.
|
 |
Mas a principal razão pela qual elas me chamaram
foi a Ansiedade de Separação do Valentino, que ele já demonstrava, mas que
piorou muito quando sua dona mudou de endereço e sua rotina, o que o levava a
latir muito, gerando muitas e sérias reclamações dos vizinhos, durante a sua
ausência. Porém, com o treinamento, ele ficou muito mais calmo, menos ansioso,
também mais obediente, e suas donas não tiveram mais reclamações.
|
 |
| Essas
coisas lindas são o Bono e a Becky. |
 |
| Sua
mãe me chamou para fazer a sua educação básica, ensiná-los a não puxar no
passeio e melhorar a sua socialização com os cães na rua, |
 |
| mas,
também, melhorar a relação entre eles pois, segundo a sua mãe, há momentos em
que há disputas e demonstrações de ciúmes que a preocupam. Não é o caso aqui da
foto, onde eles estão brincando. |
27/11/18
 |
| A
fofíssima aqui é a Shakira, uma Labradora, nessa foto com 3 meses. |
 |
| Com
essa cara de bagunceira, eu acho que dá pra imaginar que sua dona me chamou
para fazer sua educação básica e, como com todo filhote, especialmente os mais
ativos, como ela, ensiná-la a direcionar melhor sua energia, para que não
destrua as coisas da casa, não se automutile, nem machuque os seus donos. |
 |
| No
caso da Shakira esse cuidado é especialmente importante por causa dos pais
idosos da sua dona. Também estou orientando-a a fazer a sua socialização com
sua doguinha mais velha, para que essa possa aceitá-la. |
 |
Essas
duas fofuras são a Aika ("Canção de Amor" em japonês - e ela faz jus
ao nome, por ser um amorzinho),
de 10 meses e o Yuki ("Neve" em
japonês - ele era branquinho quando mais novo), de 12. |
 |
| Seus
pais me chamaram para ajudá-los a melhorar os acertos das necessidades dos dois
no lugar e corrigir a coprofagia da Aika; diminuir a dependência que tem deles
(eles os seguem muito, especialmente sua mãe, pelo apartamento); |
 |
diminuir
sua ansiedade no passeio, o que os leva a puxar muito
e melhorar sua
socialização com outros cães,
pois eles latem muito quando veem um, por
insegurança; |
 |
e
também melhorar a obediência deles pois, apesar de serem uns amores,
não vão
sempre quando são chamados e o Yuki morde quando é contrariado
e se tenta tirar
dele algum objeto que não deveria ter pego. |
22/10/18
 |
| Este
garotão maravilhoso é o Dom, um Pastor Australiano, aqui com 4 meses. |
 |
| Sua
dona me chamou para fazer sua educação básica, como ensiná-lo a fazer as
necessidades no lugar, |
 |
não roer os móveis, não brincar de morder, nem
pular nas pessoas,
principalmente em sua avó, uma senhora muito idosa.
|
 |
| Além
disso, também estamos trabalhando sua socialização e ensinando-o a não puxar
nos passeios. |
 |
| As
fofíssimas aqui são a Cristal, de 6 meses, e a Cacau, de 6 anos. |
 |
Seus
pais me chamaram para fazer a sua Educação Básica,
principalmente ensinar a
fazer as necessidades no lugar. |
 |
Mas
também será necessário corrigir a Coprofagia das duas e trabalhar a sua
Ansiedade de Separação e a insegurança da Cacau no passeio. |
 |
O
garotão aqui é o Frodo, de aproximadamente 2 anos e meio. Ele foi adotado por
seus pais,
depois de ter sido resgatado das ruas em uma situação bem precária. |
 |
Certamente,
por causa das necessidades que passou nas ruas, ele se tornou um cão possessivo
com comida,
objetos e ambiente, como o sofá, chegando a ter mordido sua dona. |
 |
Porém,
depois de algumas aulas, seu comportamento melhorou muito, ele se tornou
um cão
obediente e parou de entrar em disputas com seus pais e de enfrentá-los. |
 |
A
fofíssima aqui é a Zara, de 3 meses. Ela é mais uma filhotona cujos pais me
pediram ajuda
para fazer sua educação básica e, no caso, também aprender a
lidar com ela, já que eles nunca tiveram cães. |
 |
Assim,
além do habitual treino para fazer as necessidades no lugar; ensinar a não
brincar de morder,
nem pular nas pessoas, especialmente os pais idosos do seu
dono e sua filha pequena;
não roer móveis; ensinar os comandos básicos de
obediência, passear sem puxar e socializa-la,
também terei que treiná-la para
não escapar pela porta da casa e nem ficar muito próxima da piscina. |
 |
| Aqui,
começando a treinar o comando “Fica”, que será importante para isso. |
05/09/18
 |
Esse
cara maravilhoso é o Hades, de 1 ano. Mega ansioso, ligado em 220 V,
pula e
morde muito para chamar a atenção, mas é um crianção! |
 |
Depois
do Hades começar a aprender os comandos básicos de obediência,
passou a
conseguir controlar a sua ansiedade e a pular e morder menos e a ficar mais
obediente. |
 |
No
entanto, essa ansiedade também se reflete nos passeios, levando-o a puxar
muito,
o que estou começando a trabalhar com ele. |
 |
Primeiro
treino do comando "Fica" com o Hades no portão, para evitar que ele
tente fugir
(por segurança, ainda na guia com a sua dona). |
 |
| O
fofíssimo aqui é o Bidu, de 5 meses. |
 |
Apesar
de toda essa fofura e de ser um cãozinho muito amoroso,
o Bidu não obedece
muito à sua mãe e não gosta de ser contrariado, |
 |
não
gosta de devolver as coisas que não deveria pegar e não tem paciência de ser
manipulado por muito tempo,
chegando a morder a sua mãe nessas situações.
Por
isso e para que ele a obedeça mais, ela me chamou para ajudá-la. |
 |
O garotão
aqui é o Nino, de 1 ano. Sua família me pediu ajuda para ensiná-lo a fazer as
necessidades no lugar
e corrigir algumas artes típicas de filhotes, como não
morder os objetos da casa, |
 |
| mas também para resolver alguns problemas relacionados aos momentos difíceis
que passou na rua antes de ser adotado, como insegurança com visitas e com
pessoas e cães durante o passeio e uma certa agressividade por posse com comida
e alguns objetos e quando é necessário retirá-lo de algum lugar. |
 |
| Além
disso, também estou orientando-os para melhorar a relação entre ele e a Mel,
essa moçona de 9 anos. |
 |
| A bonequinha
aqui é a Babi, de 4 meses. |
 |
Sua
mãe me chamou para ensiná-la a fazer as necessidades no lugar; controlar sua
ansiedade;
ensinar comandos básicos de obediência; diminuir a dependência dela
mas, |
 |
| principalmente,
ensiná-la a se acostumar à caixa de transporte, pois ela iria se mudar para o
exterior. |
 |
| O
fofíssimo aqui é o Sunny, nestas fotos com 4 meses. |
 |
Os
seus donos me chamaram para fazer a sua educação básica, como fazer as
necessidades no lugar;
não morder os móveis da casa; não brincar de morder
e
não pular nas pessoas, principalmente nos seus filhos pequenos; |
 |
para
o que também é importante controlar a sua ansiedade.
Além disso, ele também
aprendeu a passear sem puxar
e está feito a sua socialização, no que ele tem
ajudado muito. |
 |
| O
bonitão aqui é o Robin, de 7 meses. |
 |
Seus
pais me chamaram para ajudá-los a ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar;0
a
socializá-lo e ensiná-lo a passear sem puxar; controlar sua ansiedade, |
 |
| que
o leva, inclusive, a pular muito nas visitas e urinar-se na chegada delas. Também
precisavam corrigir alguns probleminhas, como brincar de morder, pedir e roubar
comida da mesa, |
 |
pegar
objetos, se esconder com eles e rosnar quando seus donos tentavam pegá-los,
o
que também fazia quando eles tentavam retirá-lo de algum lugar. |
 |
| O
fofíssimo aqui é o Bento, aqui com 3 meses. |
 |
| Assim
como o Sunny e o Robin, seus donos também me chamaram para fazer sua educação
básica, |
 |
principalmente
ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar;
não morder os objetos da casa e não
brincar mordendo-os; |
 |
além
de passear sem puxar, nem ficar tentando pegar
as mais diferentes coisas
inconvenientes na rua, como é típico de filhotes.
|
11/08/18
 |
| Esses
bagunceiros fofos são o Kelvin, de 2 anos e a Kira, de 7 meses. |
 |
| Sua
mamãe me pediu ajuda para ajudar a torna-los mais obedientes; controlar sua
ansiedade, inclusive para que eles ficassem mais calmos na hora de dormir, o
que estava prejudicando o sono dela; corrigir pequenas artes, como pegar
objetos em cima da mesa; |
 |
| não
latir para o movimento no corredor do prédio; melhorar os acertos das
necessidades no lugar, além de ensiná-la a resolver a coprofagia da Kira. |
 |
| O
lindão aqui é o Panchito, um Beagle de 6 meses. |
 |
| Sua
família me chamou para fazer a sua educação básica, como fazer as necessidades
no lugar, não morder os objetos da casa, corrigir o seu hábito de brincar de
morder, principalmente para não correr o risco dele machucar, acidentalmente,
sua filha de seis anos e a ficar mais independente, para não sofrer muito na
sua ausência. |
 |
| Também
fizemos a sua socialização e o ensinamos a passear sem puxar. |
 |
| Esta
linda Chow Chow "genérica" (ela tem até manchas azuis na língua, rs)
é a Kira, de 2 anos. |
 |
| A
principal razão pela qual suas donas me chamaram foi ensiná-la a fazer as
necessidades também em casa, pois ela fica segurando a vontade por tempo demais
e só faz na rua. Porém, depois da primeira aula, com a dedicação das suas
donas, já começou a urinar em casa. |
 |
| Ela
também precisava melhorar no passeio, para puxar menos e, algumas vezes, não
travar, além de ficar mais concentrada nas suas donas. |
16/06/18
 |
| O
fofíssimo aqui é o Google. |
 |
| Sua
família me chamou para ajudá-los a ensiná-lo a fazer as necessidades no lugar;
não morder os objetos da casa, não brincar de morder e controlar sua ansiedade,
o que o levava a pular demais nas pessoas. |
 |
| Eles
também me pediram para ajudá-los a melhorar a relação do Google com seus irmãos
mais velhos (Sara, acima e Johnny, abaixo na foto), para que ele não os
machucasse, sem querer, nas brincadeiras. |
 |
| Essa
‘coisinha’ linda é a Athena, uma Cane Corso, nesta foto com 3 meses. |
 |
| Seus
pais me chamaram para fazer a sua educação básica, como urinar apenas em uma
região do quintal; não brincar de morder; não fazer artes como não pular no
varal, nem mexer no lixo e não pular nas pessoas, principalmente na idosa da
família, inclusive porque ela vai se tornar um cão muito grande. |
 |
| Também,
naturalmente, ela está sendo ensinada a não puxar nos passeios e sendo
socializada. |
 |
| O
bonitão aqui é o Rocco. |
 |
| Seu
dono me pediu para ensiná-lo a lidar com ele da forma correta, para que ele o
obedeça mais, e a fazer sua educação básica, como é normal com a maioria dos
filhotes. |
 |
| Mas,
também, a direcionar melhor sua energia, visto que ele é um cão muito ativo,
para que não se automutile, nem destrua os objetos do apartamento. |
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| Essa
coisinha deliciosa é a Lizza, de 2 meses. |
 |
| Seus
pais me chamaram para ensiná-los a aprender a lidar com ela e fazer a sua
educação básica, principalmente ensiná-la a fazer suas necessidades no lugar. |
 |
| Mas,
também, começar a controlar sua ansiedade de separação que, desde cedo, ela
começou a demonstrar. |
 |
| Esse
casalzinho fofíssimo, de 5 meses, são o Sal e a Pimenta que, como a Lizza,
estão começando a fazer a educação básica. |
 |
| Rapidamente,
eles começaram a acertar o lugar das necessidades, mas também estou orientando
os donos sobre como corrigir as artes mais comuns, como pegar e roer os objetos
da casa e também ensinando os comandos básicos de obediência. |

